terça-feira, 26 de abril de 2016

10 dicas para ajudar você a ter uma vida normal após o câncer

Após receber um diagnóstico de câncer, sua vida muda e sua agenda passa a incluir consultas médicas, cirurgias e tratamentos. Algumas pessoas tem uma vaga ideia de quanto tempo essa nova rotina vai durar. Assim que tudo for resolvido e você finalmente receber alta médica, chega a tão esperada hora de ter o controle de sua vida de volta. 

Mas, quando a sua vida deixa de ser guiada por consultas e médicos, o que você faz? É possível voltar de onde você parou, de onde você estava antes de descobrir o câncer? Felizmente, outras pessoas que já passaram por isso podem te dar algumas dicas para te ajudar nessa transição de volta a vida.

1. Se abra com seus entes queridos. 


O câncer não termina quando o tratamento termina, nem tampouco o suporte que você recebe. Muitas pessoas não percebem, mas você pode precisar de ajuda mesmo com o fim do tratamento. Seja honesto com os seus sentimentos e não tenha medo de pedir ajuda quando necessário.

2. Busque novas atividades.


Talvez exista uma grande pressão para que você volte a ser quem era antes da doença. Mas, você não é mais aquela pessoa, então fazer as mesmas coisas que você fazia antes da doença pode ser estranho pra você. Se isso acontecer, aproveite a oportunidade e tente algo novo. Sempre quis fazer algo diferente? Agora é a hora. A realidade é que agora você é uma nova versão de si mesma, então aproveite e experimente coisas novas que nunca fez, mas que sempre teve vontade.

3. Espere e aceite os dias ruins.



Aceite: você terá dias ruins. Você irá se perguntar porque teve câncer e até mesmo porque você sobreviveu, se outros não conseguiram. Você pode sucumbir ao medo e a ansiedade sobre uma possível recidiva da doença. Mas, lembre-se, ter uma dia ruim não significa que você não esteja feliz com o sucesso do seu tratamento e a nova vida que você começou a ter com o fim da doença. Isso apenas significa que você é humano. Sinta o que quiser sentir e não deixe ninguém dizer o que você deveria sentir. Faça planos para quando estiver num dia ruim, combine de sair com amigos, vá ao seu restaurante preferido… Ter um plano para os dias ruins pode te ajudar a superá-los mais facilmente.

4. Volte a trabalhar. 


Se você trabalhava antes de descobrir a doença, voltar a trabalhar pode ajudar a restaurar o senso de normalidade e o controle da sua vida, que geralmente é perdido durante o tratamento. Se você não se sentir confortável para voltar pro seu antigo emprego, converse com o seu chefe sobre outras possibilidades ou tente procurar algo novo.

5. Pratique seu "discurso de elevador”. 


Sabe aquelas perguntas que todo mundo faz e você não aguenta mais responder? O que você responde quando alguém pergunta sobre a sua doença? Anote a sua resposta e pratique. Vá diminuindo o tempo de resposta até chegar em poucos segundos, para que essa pergunta não se torne um fardo na sua vida.

6. Exercite-se. 


Praticar exercício físico é uma boa maneira de reduzir o stress e controlar a tensão, além de ser uma maneira de se reconectar com o seu novo corpo. Com a aprovação do seu médico, comece a sua rotina de exercícios gradualmente.

7. Faça uma lista dos seus medos. 


Passar para o papel os seus medos pode ser algo extremamente benéfico. Coloque nessa lista tudo que te assusta: efeitos colaterais, medo da recidiva, ressentimentos, medo de ser tratado diferente quando retomar à sua vida após a doença, como a sua vida sexual vai ser daqui pra frente, as mudanças no seu corpo… Escrever os seus pensamentos pode te ajudar a controlar e planejar como resolver essas questões da melhor maneira.

8. Controle a sua saúde. 


Você não tem o poder de fazer seu cabelo crescer exatamente da mesma forma que era antes da cirurgia, mas você pode refletir sobre as coisas que você pode controlar. Se envolva com a sua saúde, faça mudanças no seu estilo de vida. Você conhece seu corpo melhor do que ninguém e sabe exatamente o que pode fazer para se sentir melhor.

9. Aprenda a abrir mão. 


Algumas pessoas talvez não sejam capazes de te acompanhar nessa transição para a sua nova vida. Mantenha um mantra em mente: Se você não pôde me amar no meu pior, você não poderá me ter no meu melhor. Nem todo mundo vai estar lá do outro lado quando você sair dessa fase e retomar a sua vida, mas tudo bem. Aprenda uma coisa: aprecie aqueles que ficaram por perto e esqueça aqueles que se afastaram. Eles provavelmente iriam te abandonar mais pra frente de qualquer jeito.

10. Divida suas experiências.


A grande dádiva de dar a volta por cima é poder ajudar outras pessoas que estão passando pelo mesmo que você já passou. Pense sobre o dia que você recebeu o diagnóstico e pense em você hoje. Você com certeza aprendeu muito nesse meio tempo, mesmo que não tenha percebido. Seus conhecimentos e tudo o que você passou pode ajudar outras pessoas. Divida suas experiências com quem precisa, dê apoio e ajude a minimizar o sofrimento de quem está passando pelo que você já passou.


Fonte: Instituto OncoGuia

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Os grupos de alimentos.

Uma dieta saudável deve conter uma variedade de alimentos dos seguintes grupos:

Frutas e Vegetais


Uma dieta rica em frutas e vegetais é recomendada tanto por médicos como por nutricionistas. O recomendado é ingerir, no mínimo, 5 porções de frutas e legumes por dia, para diminuir ao máximo o risco de desenvolver um câncer.

Os nutricionistas recomendam que você não coma sempre as mesmas frutas, variar o tipo é muito importante, pois além de não enjoar, cada grupo de frutas e verduras tem vitaminas diferentes. A melhor maneira de se alimentar bem é comer frutas e verduras de todas as cores, quanto mais colorido, mais tipos de vitamina você estará ingerindo. Varie as cores para criar uma dieta balanceada. Se no almoço escolheu vegetais verdes, separe os de outra cor para o jantar. Seja criativo.

Grãos Integrais



O recomendado é ingerir cerca de 100 gramas de grãos integrais diariamente. Os cereais integrais possuem mais fibras, minerais e vitaminas do que os grãos refinados, pois o processo de refinação remove o farelo e o germe do trigo.

Para saber se o alimento é produzido a partir de grãos inteiros, não basta olhar a cor, você precisa ler o rótulo e ver se está escrito integral ou "grão inteiro” antes do nome do grão, por exemplo, "trigo de grão inteiro”. Açúcar mascavo, trigo, aveia e cevada são alguns exemplos de cereais integrais. O recomendado é ingerir mais grãos integrais do que grãos refinados. Para ser considerado integral, um pão deve ter de 2 a 3 gramas de fibras por fatia, e os cereais devem ter pelo menos 6 gramas de fibra por porção.

Carnes e Feijões


A carne é uma boa fonte de proteínas e ácidos graxos essenciais para se obter a energia e saúde que o corpo precisa. A carne vermelha contém ferro, que é especialmente importante para as mulheres. Porém, como a carne também tem altos níveis de gordura saturada e colesterol, não é recomendado comer mais do que 1 porção e meia de carne vermelha por dia. O recomendado é ingerir não mais do que 150 gramas de carne (incluindo frango e peixe) por dia.

Tente escolher cortes mais magros, e prefira sempre peixe ou frango. Se você não come carne, a mesma quantidade vale para feijão ou outro produto de proteína vegetal, como nozes ou sementes. Os alimentos desse grupo são muito importantes para garantir a ingestão suficiente de proteína e ferro que o corpo precisa.

Leite e Laticínios


A quantidade recomendada por dia é de:

3 xícaras de leite ou iogurte desnatado.
150 g de queijo magro natural.
170 g de queijo magro fundido.

Como alternativa você pode misturar porções das opções acima, sempre tomando cuidado para não ultrapassar os limites diários recomendados, da seguinte maneira:

1 ½ xícara de leite desnatado + 85 g de queijo fundido.
1 xícara de leite desnatado + 170 g de iogurte + 50 g de queijo natural.

O queijo fundido tem menos cálcio do que o queijo natural, por isso devem ser ingeridas mais porções durante o dia. Esse tipo de queijo processado é produzido a partir de queijo natural e outros ingredientes. Por ser pasteurizado, pode ser armazenado por mais tempo.

Se você não gosta ou não pode beber leite e derivados, certifique-se de ingerir fósforo, vitamina A, cálcio e vitamina D a partir de outros alimentos, como a cenoura, batata doce, brócolis, vegetais folhosos verdes escuros, salmão, sardinha e cereais enriquecidos.

Se você tem intolerância à lactose, pode experimentar os suplementos de lactase para que os laticínios ingeridos sejam digeridos mais facilmente.

Gorduras e Óleos


Você precisa de um pouco de gordura na sua dieta, mas não muito, o ideal é que as gorduras não ultrapassem 35% das calorias diárias.

Os principais tipos de gorduras são:

Saturadas - São as gorduras ruins, que elevam os níveis do colesterol. São encontradas em produtos de origem animal, como leite integral, queijo, sorvete, carnes gordas e em alguns óleos vegetais, como o óleo de coco. A gordura saturada também inclui gordura trans, encontrada na margarina, biscoitos, bolachas, salgadinhos, frituras, bolos, pães e outros alimentos processados com óleo ou fritos em óleos hidrogenados.

Monoinsaturadas e Poli-insaturadas - São as gorduras boas, que ajudam a reduzir o colesterol. Estes tipos de gorduras são encontrados nos peixes e em alguns alimentos, como vegetais, frutos secos, grãos, além de óleos feitos a partir destes frutos, como canola, soja e milho.


Esses cinco grupos de alimentos fornecem todos os nutrientes que o corpo precisa. Você pode estar se perguntando onde o chocolate e outros alimentos entram, mas não se preocupem, eles podem fazer parte de sua dieta, desde que você coma de forma consciente e moderada.

Fonte: Instituto OncoGuia

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Dia do Beijo! Cuide-se!

O beijo não tem idade, não tem sexo, não tem cor, não tem nacionalidade, o beijo só tem prazer.
Atualmente muitas pessoas têm abusado do beijo, através da onda do “ficar”, das competições juvenis de saber quem beijou mais na mesma noite. Acho que as pessoas não imaginam que o beijo pode transmitir doenças e quanto mais pessoas se beija, maior o risco de contraí-las.

Das doenças transmissíveis através do beijo, a mais específica é a mononucleose infecciosa, comumente chamada de doença do beijo. É uma doença causada pelo vírus Epstein-Bar e transmitida pela saliva. Os sintomas desta virose podem ser confundidos com um resfriado, pois o indivíduo contaminado pode apresentar dor de garganta, febre, mal estar, fadiga, aumento dos gânglios, que ficam doloridos, do baço e do fígado. Cerca de 8% das pessoas podem apresentar uma espécie de irritação que deixa a pele com pontos vermelhos com duração de aproximadamente 5 dias e desaparecem sem deixar cicatriz. 


Não existe um medicamento para a doença e muito menos uma vacina. O que tratamos nesse caso são os sintomas. Saúde bucal é de fundamental importância e podemos dizer que uma pessoa que não tem uma boca saudável, é um indivíduo doente. A doença de gengiva (gengivite) acomete uma grande parte de população. Ela é causada por bactérias que se instalam ao redor dos dentes e causam uma inflamação da gengiva.

Essa inflamação gengival faz com que ela fique inchada, avermelhada e comece a sangrar, nesta fase damos o nome a essa doença de gengivite. Muitas pessoas comentam no consultório que a gengiva sangra durante a escovação ou até mesmo de forma espontânea e acham que isso é normal. Seria normal que alguma parte do seu corpo sangrasse na hora do banho?

Esse sangramento é anormal e se não tratado pode ser transformar em periodontite, causando coleções purulentas (pus) na boca, sangramento e mau hálito. Pessoas com gengivite ou periodontite, podem transmitir as bactérias dessas doenças através do beijo e expor pessoas a desenvolvê-las. 


Alguns trabalhos mostram uma elevação do número de jovens com gengivite e avaliam que além de uma escovação deficiente, o aumento da quantidade de pessoas beijadas seja um dos fatores desse aumento. A gengivite pode ser evitada com boa higiene bucal, uso correto e com cuidado da escova e fio dental. Se você impedir que a gengivite avance, ela não chegará a periodontite, que neste caso necessita de tratamento especializado.

Cáries dentárias também são causadas por bactérias e por isso também são transmitidas através do beijo. O herpes é uma doença infecciosa e extremamente contagiosa, causadas pelo HSV-1 e HSV-2. A transmissão é por contato direto de uma lesão infectada de um indivíduo para a pele ou mucosa de um indivíduo não infectado. Após contaminação existe um período entre 13 e 14 dias para que se manifeste e algumas vezes são assintomáticas. Entre vários sintomas como febre alta e aumento dos gânglios do pescoço, causa múltiplas feridas na boca, língua e faringe, além de intensa reação inflamatória da gengiva.

Candidíase é um termo que inclui um grupo de condições mucosas e cutâneas com um agente etiológico comum do gênero CÂNDIDA de fungos. É a infecção micótica bucal mais comum, embora os índices de frequência sejam difíceis de determinar por causa da prevalência do microrganismo causal numa grande proporção da população. As manifestações bucais da candidíase são variáveis, sendo observadas numerosas formas. A forma mais comum é a pseudomembranosa, conhecida como sapinho.

Tuberculose pode ser transmitida pelo ar ou pela saliva e podem atingir todos os órgãos do corpo, em especial, os pulmões. O microorganismo causador da doença é o bacilo de Koch, cientificamente chamado Mycobacterium tuberculosis. Faringites, laringites e amigdalites também podem vir através do beijo, mas raramente o indivíduo associa a infecção com esse fato.

Outras doenças, como hepatite e doenças sexualmente transmissíveis, apesar de causarem contaminação pela via bucal com pouca frequência devem ser levadas em consideração, principalmente quando existe presença de ulcerações bucais, lesões, sangramentos gengivais e má higiene. Por estarmos tratando de vírus, bactérias e fungos, qualquer via de acesso disponível não deixara de ser aproveitada e mesmo havendo controvérsia entre diversos profissionais, vale à pena estar atento. 

Uma pesquisa encontrou traços do vírus na saliva de pessoas contaminadas com hepatite e desta forma acreditam que a saliva pode ser contagiosa e que as pessoas com o vírus podem passá-lo para outras. Pessoas com problemas na gengiva (e mais uma vez as doenças gengivais) podem correr maiores riscos, pois como o vírus da hepatite C é transmitido quando o sangue de uma pessoa infectada cai na corrente sanguínea de outra, isso pode ocorrer porque o sangramento na gengiva deixa gotas minúsculas de sangue na saliva do paciente. 


A pesquisa também sugere que o vírus da hepatite C pode ser transmitido através do beijo, mas isso não é consenso entre os pesquisadores. Apesar de possível a contaminação, o risco ainda é pequeno se não houver problemas periodontais.

O mesmo acontece com a hepatite B, que é um vírus transmitido através do sangue. Não existe risco, desde que as pessoas envolvidas não apresentem sangramentos gengivais ou lesões bucais.

HPV - O condiloma acuminatum tem aspecto de verruga e é causada pelo Papilomavirus humano, aparece na boca verrugas achatadas e esbranquiçadas, com formato de "crista de galo", nome pelo qual são comumente conhecidas. Podem aparecer nas pontas das papilas da gengiva, na língua, na bochecha, palato, na garganta e tonsilas.

Sífilis - A sífilis é uma doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum adquirida por contato sexual com uma pessoa contaminada, por beijo ou por transfusão de sangue e se manifesta na boca, língua, palato, bochechas, lábios, faringe e gengiva.

Gonorreia ou Blenorragia - A gonorréia é causada pela bactéria Neisseria gonorreia e pode entrar no corpo através de qualquer abertura corporal (vagina, boca, reto), causando uma infecção que acomete a boca, faringe e tonsilas palatinas.

AIDS - O beijo nunca foi estabelecido como uma forma de contágio e a quantidade de vírus existente na saliva são pequenas. Porém, o que deve preocupar são as situações citadas no inicio, tais como ulcerações, lesões bucais, sangramento gengival, pois se as duas pessoas apresentarem sangramento, o risco de contrair a doença passa a existir. Este artigo não tem a intenção de evitar que as pessoas se beijem, mas a de alertar para que tenham uma saúde bucal perfeita, assim como seu parceiro e evitem beijar um número alto de pessoas em uma mesma noite, o que aumentaria o risco de contágio, principalmente quando estiverem com alguma lesão em sua própria boca.

Siga estes conselhos e bons beijos!


Fonte: Minha Vida

segunda-feira, 11 de abril de 2016

17 alimentos para melhorar a imunidade.

É de lei. Com a chegada do outono e inverno, começam também as reclamações sobre gripes e resfriados e vem à tona a frase pronta: "A culpa é da mudança do tempo". Daí em diante, tem inídio a maratona de médicos, remédios e até dias de licença do trabalho por conta da febre e dor no corpo.

Mas, ao contrário do que muita gente pensa, não é a baixa temperatura que faz uma pessoa ter gripe, mas sim os ambientes fechados e com muitas pessoas circulando, o que concentra e facilita a transmissão dos vírus ou bactérias. E aí é que entra o papel de um bom sistema imunológico: quando o vírus entra no organismo, ele é capaz de eliminá-lo sem sofrimento.

O problema é que, na maioria das pessoas, a imunidade não anda boa. Para aumentá-la é fundamental ter boas noites de sono, fazer exercícios físicos, controlar o estresse e, claro, ter uma boa alimentação.

Veja alimentos que turbinam a imunidade e protegem o corpo dos vilões do frio:

Probióticos


Iogurtes e leites fermentados têm microorganismos que fortalecem o sistema imunológico.

Alho


Fonte de alicina, estimula a resposta imunológica.

Geleia real


Estimula o sistema imunológico, combatendo infecções por vírus e bactérias.

Chá branco


Rico em catequina, poderoso antioxidante. A substância ainda fortalece o sistema imunológico.

Pólen


Rico em proteínas, vitaminas e minerais que ajudam na formação de anticorpos, fortalecendo o organismo.

Frutas cítricas


Como o limão, laranja e toda a variedade. Elas são clássicas no reforço à imunidade, graças à alta concentração de vitamina C.

Acerola


Riquíssima em vitamina C (30 a 50 vezes mais que a laranja), que age na reconstituição dos leucócitos em períodos de queda de resistência.

Gengibre


É expectorante, reduz a inflamação e a dor.

Chá-verde


Também é rico em catequina, antioxidante poderoso.

Cogumelo shitake


Contém lentinana, substância que aumenta a produção das células de defesa do organismo.

Tomate

Fonte de betacaroteno, ajuda as células imunitárias.

Óleo de coco


Rico em ácido láurico e caprílico, possui atividade antiviral e antibacteriana.

Cenoura


O betacaroteno presente na cenoura atua contra infecções.

Couve


Essas folhas verde-escuras têm antioxidantes fundamentais para manter a imunidade em alta.

Mel



Contém substâncias que agem como antibióticos naturais. Eficaz contra os sintomas de gripes e resfriados. Pode ser coadjuvante no tratamento de problemas pulmonares e da garganta.


Fonte: IG Saúde

segunda-feira, 4 de abril de 2016

H1N1 2016

O outono mal chegou e os casos de gripe já aumentaram no Brasil, especialmente na região sudeste. O surto da gripe H1N1 já atinge 11 Estados e, até o momento, causou 46 mortes.

Especialistas acreditam que o motivo da epidemia seja devido ao grande número de pessoas que viajaram para o Hemisfério Norte e trouxeram o vírus para o Brasil.


Além disso, como consequência do aquecimento global, doenças que antes ficavam restritas às estações mais frias - porque a penetração do vírus pelas vias respiratórias é facilitada - podem acontecer em qualquer época do ano.

Gripe H1N1 x Gripe comum

A influenza é comumente conhecida como gripe. Trata-se de uma doença viral, febril, aguda, geralmente benigna. Existem três tipos de influenza: A, B e C. O vírus tipo C causa apenas infecções respiratórias brandas. Já os vírus A e B são responsáveis por epidemias sazonais. O vírus Influenza A é responsável pelas grandes pandemias, entre eles encontramos os subtipos H1N1e H3N2.

Sintomas

A gripe comum é caracterizada por início abrupto dos sintomas, que são predominantemente sistêmicos, incluindo febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, mialgia e anorexia, assim como sintomas respiratórios, como tosse seca, dor de garganta, e coriza. A infecção geralmente dura 1 semana, com os sintomas sistêmicos persistindo por alguns dias, sendo a febre o mais importante.


Os sintomas da gripe H1N1 se assemelham aos da gripe comum. Eles incluem febre, tosse, garganta inflamada dores no corpo, dor de cabeça, calafrios e fadiga. No entanto, ela também pode causar diarreias e quadros de vômitos. Além disso, ela também pode causar uma piora de doenças crônicas existentes.

A nova influenza A (H1N1) é uma gripe sem precedentes e provocada por um novo tipo de vírus, ou seja a população não tem nenhuma imunidade contra ela.

Transmissão

Tanto a gripe comum quanto à gripe H1N1 podem ser transmitidas da mesma maneira. Os vírus se disseminam de pessoa para pessoa, especialmente através de tosses ou espirros das pessoas infectadas. Algumas vezes as pessoas também podem se infectar tocando objetos que estão contaminados com os vírus da influenza e depois tocando sua boca e nariz.


Tratamento

No caso da gripe comum o tratamento deve ser realizado com medicação sintomática, hidratação, antitérmico, alimentação leve e repouso. Se as complicações se agravam, são necessárias medidas de suporte intensivo. Uma das principais complicações da influenza são as infecções bacterianas secundárias, principalmente as pneumonias. Em caso de complicações, o tratamento deve ser específico. O Ministério da Saúde alerta que é fundamental procurar atendimento nas unidades de saúde, para que haja identificação precoce de risco para agravamento da doença.

Grupos de risco
                                                              

Algumas pessoas, como idosos, crianças novas, gestantes e pessoas com alguma comorbidade possuem um risco maior de desenvolver complicações devido à influenza. A melhor maneira se prevenir contra a influenza sazonal é se vacinar todo ano.

Fonte: Minha Vida