quinta-feira, 31 de julho de 2014

Conheça mais sobre o os benefícios do mel.

O mel é um produto natural obtido a partir do néctar das flores e de excreções da abelha. Além de ser um ótimo adoçante natural, este alimento é cheio de benefícios porque conta com ação antimicrobiana, capaz de impedir o crescimento ou destruir micro-organismos e assim proteger contra doenças.


O mel também conta com ação antioxidante e prebiótica, esta última modifica o balanço da microbiana intestinal, estimulando o crescimento e/ou atividade de micro-organismos benéficos. Por ser rico em carboidratos e açúcar o mel é ótima fonte de energia. 

O alimento também conta com potássio, magnésio, sódio, cálcio, fósforo, ferro, manganês, cobalto, cobre e alguns outros minerais. Entre estes nutrientes, o potássio é o que está mais presente no mel e é interessante para o equilíbrio da pressão arterial. 

Os tipos de mel

O sabor, aroma e cor do mel irão variar de acordo com as floradas, definidas a partir do tipo de flor que a abelha coleta o néctar para produzir este doce. Alguns benefícios do mel podem ser mais fortes em determinados tipos do que em outros. 


Confira os principais tipos de mel consumidos no Brasil: 

Mel silvestre: Este é o mais ingerido no Brasil e é proveniente de diversas flores. Também é considerado interessante para a pele, vias respiratórias, tem efeito antioxidante e propriedades calmantes. 

Mel de flor de eucalipto: Possui um sabor mais forte e coloração escura. É interessante para o tratamento auxiliar e alivio de infecções intestinais, vias urinárias e doenças respiratórias. 

Mel de assa-peixe: Possui aroma e sabor agradáveis e possui efeito calmante e expectorante.      

Mel de flor de laranjeira: Conta com sabor suave e regula a função intestinal e tem efeito calmante.

Mel de cipó-uva: possui ação antioxidante, especialmente no fígado, por isso pode ajudar a diminuir os efeitos do álcool.

Confira alguns benefícios do uso do mel:

Bom para dor de garganta


Sua avó estava certa! Como o mel possui ação antimicrobiana, capaz de impedir o crescimento ou destruir micro-organismos, ele é interessante para aliviar a dor de garganta momentaneamente. Mas é importante ressaltar que não há nenhum estudo científico comprovando que o mel trate as causas desse sintoma, como uma faringite, por exemplo, e nem a evolução da doença relacionada a uma dor de garganta. 

As características do mel que fazem com que ele tenha esta ação antibiótica são: o baixo ph, proporcionando um ambiente ácido que pode inibir o desenvolvimento de muitos micro-organismos, pouca quantidade de água, que não proporciona condições favoráveis para o crescimento das bactérias. Além disso, o mel possui o ácido glucônico que contribui para a formação do peróxido de hidrogênio, um poderoso antibactericida.

Bom para problemas respiratórios


Pesquisas mostraram que bactérias causadoras de algumas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. Nesse caso, vale a mesma ressalva em relação à dor de garganta. O mel pode ajudar aliviando os sintomas e o desconforto, mas não promove a cura da doença em si. O tratamento dessas doenças, portanto, deve ser indicado por um especialista. 

Bom para o intestino


O mel pode ser um importante aliado na manutenção da microbiota intestinal (conhecida como flora intestinal), que são bactérias benéficas que carregamos ali. Contribuindo assim para um melhor trânsito intestinal, a consistência normal das fezes, prevenção de diarreia e constipação. 

Com a microbiota boa, quando a pessoa consumir fibras as bactérias do bem transformam as fibras em ácidos graxos de cadeia curta, que impedem que os micro-organismos ruins do intestino invadam a corrente sanguínea e se espalhem pelo nosso corpo, criando uma defesa indireta. 

Todos estes benefícios ocorrem porque o mel possui carboidratos não digeríveis e oligossacarídeos que são prebióticos, ou seja, contribuem para a manutenção da microbiota intestinal. Além disso, pesquisas mostraram que bactérias causadoras de algumas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. Entre esses microrganismos estão: Escherichia coli, causadora de diarreia e infecções urinárias e Salmonella species, que pode levar a diarreia. 

Bom para pele


O mel é rico em antioxidantes, como ácidos fenólicos, os flavonoides e os carotenoides. Por isso, o alimento contribui para a diminuição dos radicais livres e assim previne o envelhecimento precoce e contribui para a pele mais bonita e saudável. O mel pode ser ingerido ou utilizado em cosméticos como sabonetes e cremes. 

Ao ser passado na pele algumas pesquisas, observaram que o mel pode agir como cicatrizante de feridas e em casos de úlceras, queimaduras e abscessos na pele. Os micro-organismo staphylococcus aureus e salmonela typhimurium, ambos causadores de infecções em ferimentos, são sensíveis a ação antibacteriana do mel. 

Ação antioxidante


Isto faz com que o mel ajude a diminuir os radicais livres e assim contribua para evitar o envelhecimento celular, proporcionando uma pele mais bonita e saudável e prevenindo doenças como o Alzheimer, cardiovasculares, entres outras. 

As substâncias presentes no alimento que proporcionam este benefício são: ácido glucônico, os ácidos fenólicos, os flavonoides, certas enzimas, como a glicose oxidase, catalase e peroxidase, ácido ascórbico, hidroximetilfurfuraldeído e carotenoides.

Diminui os riscos de infecção urinária


Alguns estudos apontaram que bactérias causadoras de certas doenças são sensíveis a ação antibacteriana do mel. 

Melhora o sono e ajuda a relaxar


O mel estimula a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar. O alimento é um carboidrato fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, que é o hormônio responsável por baixar os níveis de estresse do organismo, melhorando o bem-estar. O mel tem uma função importante como regenerador da microbiota intestinal, quando combinado aos lactobacilos presentes no intestino.

Sabe-se que mais de 90% da serotonina é produzida no intestino, portanto o mel ajuda a manter a integridade intestinal colaborando com uma melhor regulação neuro-endócrina, com mais serotonina e mais disposição e sensação de prazer.  

A verdade sobre as barras de cereais.

Barras de cereais tem a imagem da comida ideal: carregam nutrientes que ajudam a eliminar a barriga, uma verdadeira mão na roda quando você não tem tempo de comer algo mais elaborado e, de quebra, algumas delas têm gosto de sobremesa. "Mas muitas delas são mais calóricas do que um tablete de chocolate e escondem óleos hidrogenados, gordura saturada e açúcar", alerta a nutricionista americana Samantha.

Como você saberá se a sua barra é saudável ou não? 

Escolha uma unidade que tenha no máximo 200 calorias e os seguintes ingredientes.

Proteína

Muitas barras são formuladas para atletas e, por isso, esse nutriente é a estrela de algumas das marcas. Afinal, fornecem rapidamente a proteína necessária para esculpir músculos. Elas também abastecem a queima calórica conhecidas como metabolismo e saciam a fome entre refeições, pois promovem uma digestão mais lenta do que outros nutrientes.


Procure por

Whey, a proteína do soro do leite, que tem uma ligeira vantagem sobre outras formas de proteína na construção muscular. De acordo com uma pesquisa, a whey também ajuda a eliminar gordura abdominal e emagrecer.

Carboidrato

Não tenha medo dele. O nutriente fornece energia de rápida absorção e reabastece o glicogênio (açúcar estocado que dá um gás no exercício) perdido depois da atividade física intensa. Ele também é responsável pela secreção de insulina, que auxilia os músculos a se alimentarem de aminoácidos e se reconstruírem.


Procure por
 
Grãos integrais e frutas secas (35 g ou menos do total de carboidratos, dos quais não mais do que 19 g devem ser de açúcar). "Mantenha distância de açúcares difíceis de digerir, que podem desencadear problemas gástricos", afirma Samantha.

Gordura

Se você quer que suas coxas não tenham gordura, suas barrinhas precisam ter. Um pouco de gordura do bem dá sabor ao alimento e promove saciedade.


Procure por

A versão não saturada e boa para o coração, que vem de castanhas e sementes (8 g ou menos). Elas apaziguam sua fome sem prejudicar suas artérias, como fazem as versões saturadas.

Fibra

A maioria de nós não consome os 25 g recomendados por dia comer mais fibras fará bem ao seu intestino. Ademais, estudos relacionaram o consumo de fibra a um aumento na expectativa de vida e redução do risco de ter câncer de mama.


Procure por

Fibras solúveis e insolúveis. As barras em geral não informam a variedade de fibra do produto, mas muitas possuem as duas. Ambas ocupam espaço no aparelho digestivo e a mantêm saciada.

Vitaminas e minerais

O verso da embalagem pode conter itens como os poli vitamínicos: muitas são ricas em antioxidantes e contêm nutrientes como potássio, ferro, folato e vitaminas A, C e D.


Procure por
 
Cálcio. Esse mineral essencial para a saúde dos ossos e as funções musculares pode turbinar seu desempenho na malhação, despachar gordura e prevenir fratura por stress. Como as mulheres têm dificuldade de obter cálcio somente pelos alimentos, as barrinhas são um auxílio.

Seis culpados pela obesidade que você nem imagina.

Além da comida e do sedentarismo, pesquisas mostram outros fatores surpreendentes no ganho de peso.
A receita para emagrecer continua a mesma do passado – alimentação adequada e prática de exercícios físicos. Porém, pesquisas recentes encontram culpados cada vez mais diversificados para explicar a epidemia mundial de ganho de peso.

Separamos estudos que encontraram seis responsáveis pela obesidade que são surpreendentes. A presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade reitera que ainda é preciso mais evidências científicas para categorizá-los como determinantes na obesidade, mas no futuro talvez eles já façam parte do pacote de orientações para quem quer fazer as pazes com a balança.

Vírus, bactérias e inflamações


Os seres microscópicos já foram relacionados à obesidade em humanos. De acordo com a médica especializada em obesidade, Rosana, há evidências contundentes de que os obesos têm um tipo de inflamação crônica em todo organismo, o que explicaria esta condição andar de mãos dadas com outras doenças, como infarto e diabetes.

Estudos norte-americanos também concluíram que as bactérias presentes na flora intestinal determinariam como o corpo reage aos alimentos, fazendo com que algumas pessoas engordem mais do que as outras. Além disso, um estudo identificou a presença de um vírus em adolescentes obesos, chamado de adenovírus.
Foram avaliadas 124 crianças, com média de idade de 13,6 anos, sendo 54% obesas e 46% delas não obesas. Uma avaliação minuciosa mostrou que entre os estudados que estavam com peso em excesso, 22% tinham o adenovírus. Já na parcela sem obesidade, apenas 7% tinham o organismo no corpo, uma diferença de 15 pontos porcentuais.

Ficar com a luz acesa durante a noite


Uma série de pesquisadores que levantaram a bola para a influência da luz constantemente acesa, ainda que fraca, durante a noite, na obesidade.

Os especialistas analisaram o comportamento de ratos durante oito semanas, divididos em dois grupos. No período, os animais receberam a mesma alimentação, mas uma parte ficou em completa escuridão durante a noite e a outra metade ficava com uma luz fraquinha acesa. O ganho de peso no intervalo de análise chegou a ser 50% maior nesta segunda parcela e a hipótese dos pesquisadores é que a luminosidade atrapalha a ingestão de alimentos e compromete as funções metabólicas.

A alimentação da mãe durante a gravidez


Indícios cada vez mais contundentes são colecionados para afirmar que a obesidade na vida adulta começa já na gravidez da mãe. Em 2009, os pesquisadores na Universidade de Medicina da Geórgia apuraram que a alimentação rica em gordura e açúcar chega aos fetos via placenta e já faz com que eles nasçam com excesso de peso. Ano passado, durante o Congresso Mundial de Diabetes realizado no Brasil (Salvador), os endocrinologistas ressaltaram que os nove meses de gestação são fundamentais para prevenir diabetes, obesidade e outras doenças metabólicas na vida adulta. Os bebês grandes, que nascem com quase cinco quilos, têm risco aumentado de três a cinco vezes de serem obesos no futuro.

Poluição e calorias químicas


Os gases tóxicos e os poluentes já são influências confirmadas em doenças cardiovasculares e na dificuldade de engravidar. O mecanismo de ação da poluição é que ela eleva a pressão arterial e também compromete a circulação nos vasos sanguíneos, o passo inicial para infarto e acidente vascular cerebral (AVC).
As pesquisas mais recentes falam ainda em “calorias químicas”.

Estas calorias extras seriam provocadas pelo bisfenol, substância presente em pesticidas, cosméticos, embalagens e até em mamadeiras.

O bisfenol está no alvo das pesquisas, sendo apontado como vilão de problemas de saúde graves, como câncer, e também um contribuinte para obesidade. Sobre estes achados, a médica presidente da Associação afirma que os resultados são controversos e ainda não há uma unanimidade sobre esta influência.

Falta de sono


Não dormir horas suficientes durante a noite pode repercutir diretamente na balança. No total, 3311 adolescentes foram acompanhados e foi identificado que aqueles que dormiam menos de 8 horas por noite tinham índice de massa corpórea (IMC) maior. Esta não é a única evidência científica sobre a influência do sono no peso. 

Seus genes


O código genético não define apenas a cor dos olhos, a estatura e a tonalidade da pele. Estudiosos do mundo todo já identificaram que os hábitos de vida, em especial os nocivos à saúde, interferem no DNA e podem condicionar a pessoa a ser mais vulnerável à obesidade. Também por responsabilidade dos genes, a população pode ter mais dificuldade em emagrecer ou aderir aos programas de dieta.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Conheça os benefícios que o consumo de peixe proporciona à saúde.

O peixe deveria estar mais presente no cardápio brasileiro. Ele é tão rico em proteínas como em carne bovina. Portanto, substituir a carne de boi ao menos duas vezes por semana pelo pescado significa fornecer ao organismo os mesmos nutrientes.

Além disso, o peixe tem grande quantidade de minerais (como cálcio e fósforo) e vitaminas. O tão conhecido e bem falado ômega-3 (tipo de gordura encontrada em espécies como sardinha, atum e bacalhau) ainda ajuda a controlar a pressão, reduz o risco de doenças cardíacas, arteriosclerose (endurecimento das artérias) e o nível de colesterol e triglicérides. E a melhor notícia: ele é pouco calórico. 

Aproveite e prepare pratos deliciosos.

Você sabia?

Nos últimos sete anos, o consumo anual de peixe cresceu 40% no país. Cada brasileiro come hoje 9 quilos por ano. Ainda é pouco: a Organização Mundial da Saúde recomenda 12 quilos por pessoa. E o fato de não termos atingido a meta não está no preço do pescado: É muito mais uma questão cultural do que de preço, disse um economista.

Os 12 tipos de peixe mais consumidos:

Cação


Muito macio, pode ser assado, em postas, peixadas ou ensopado.

Cavalinha
 

Carne um pouco mais gordurosa, também é usada para ensopados ou frita.

Dourado


Considerado o peixe mais saboroso dos rios brasileiros, pode ser preparado assado, recheado com farofa, ou em postas.

Linguado


Carne branca e magra, Tradicionalmente preparada em filés.

Merluza


Carne branca e salgada, pode ser preparada em filé ou espetos na grelha.

Namorado


Carne branca e magra, sem espinhos, pode ser preparada assada, cozida ou ensopada.

Pacu


Tem pouco espinho e pode ser preparado grelhado ou assado.

Pescada


Carne branca com pouco espinho, pode ser feita assada, frita ou em filés.

Pintado



Sem espinhos, pode ser grelhado, assado ou frito.

Porquinho


Carne branca e sem espinhos, de tamanho pequeno, pode ser preparada frita.

Sardinha




Carne escura e com espinhos, pode ser assada, grelhada ou frita, com bastante tempero.


terça-feira, 29 de julho de 2014

10 tópicos que te ajudam a parar de fumar aos poucos.

Você sabia que agosto é o mês do combate nacional ao fumo?

E pensando nisso, a Singular Medicamentos apontou 10 tópicos que ajudam a parar de fumar aos poucos.

Confra:


Desassociar o cigarro do prazer


O fumante associa o cigarro a momentos de prazer, como a pausa no trabalho e a cerveja no bar com os amigos. Para quebrar esse padrão, a hora de fumar deve deixar de ser agradável. "A pessoa deve passar a fumar sozinha e, se possível, de maneira desconfortável, como em pé na área de serviço", sugere a cardiologista diretora do Programa de Tratamento do Tabagismo do Instituto do Coração da USP (Incor). "Só assim ela vai realmente entender que é dependente, porque vai perceber que teve de levantar do sofá, onde estava sentada confortavelmente, para ir à área de serviço fumar."

Parar gradualmente (grau de dependência alto)


A nicotina estimula a produção de dopamina, um neurotransmissor associado à sensação de prazer. Por isso, um dos sintomas da abstinência é o mau humor. Diminuir gradativamente o fumo ajuda a minimizar o sofrimento. "A pessoa deve se planejar para abandonar o vício completamente em quatro semanas", diz Jaqueline. A recomendação é reduzir o número de cigarros em 25 a 30% a cada sete dias. Se a pessoa está acostumada a fumar vinte cigarros por dia, deve diminuir para quinze na primeira semana, dez na segunda e cinco na terceira, até parar na quarta.


Parar de uma só vez (graus de dependência leve e moderado)


A interrupção abrupta é a mais utilizada por quem decide abandonar o vício por conta própria, sem acompanhamento médico. "A pessoa geralmente para de uma vez ao descobrir ter uma doença ou, se for mulher, estar grávida", disse a especialista. Nesse método, a manifestação dos sintomas de abstinência costuma ser maior do que em quem larga o cigarro gradualmente. Por isso, as chances de sucesso da parada abrupta são maiores nos fumantes com nível de dependência leve ou moderado.

Distrair-se


A abstinência do cigarro se manifesta por meio do que os médicos chamam de fissura, episódios que duram de dois a três minutos em que parece ser impossível continuar sem fumar. "Nesse momento, é preciso se distrair: tomar água, chupar uma bala (manter a boca ocupada ajuda), dar uma volta e pensar que essa fissura só dura minutos", afirma Jaqueline.

Evitar álcool e cafeína


Ingerir álcool desencadeia uma série de processos químicos que aumentam a vontade de fumar. "Se a pessoa sente desejo de fumar ao ver outros fumantes, é melhor evitar o álcool e as áreas abertas de bares e restaurantes, onde o cigarro é permitido”, diz Jaqueline. O mesmo acontece com o café: durante o tratamento, é recomendável trocar a bebida pura pela versão com leite, e diminuir a quantidade. "Eu costumo sugerir, no máximo, quatro xícaras de café com leite por dia", diz Jaqueline.

Exercitar-se


A prática de atividade física, além de liberar os mesmos neurotransmissores associados à sensação de bem-estar que a nicotina, é associada a um estilo de vida saudável. "Nos momentos em que uma pessoa tem vontade de fumar, ela pode fazer uma caminhada, por exemplo, que vai se sentir melhor sem o cigarro. Claro que não é viável se exercitar o dia inteiro, mas manter uma frequência diária já ajuda", disse o coordenador do Núcleo de Prevenção e Cessação do Tabagismo da Unifesp.

Listar os motivos que justificam a decisão


"Mais do que querer e ter força de vontade, encontrar uma razão para deixar de fumar é essencial", diz José Roberto Jardim. Essas razões podem incluir, por exemplo, evitar uma doença grave, poupar dinheiro ou dar exemplo para o filho. Listar os motivos mais significativos ajuda nos momentos em que resistir ao cigarro parece impossível. "A pessoa pode escrever essa lista, guardar em algum lugar e consultar quando quiser se lembrar do motivo de ter tomado aquela decisão", finalizou.

Contar com o apoio dos familiares e amigos


Anunciar a decisão de parar de fumar para as pessoas próximas costuma ajudar. Primeiro, porque reforça o compromisso consigo próprio. Segundo, pelas palavras de incentivo. "Mas as pessoas devem estar preparadas para dar apoio. Se você sabe que elas vão desestimular a decisão, é melhor não contar". "Familiares e amigos devem entender que você estará passando por um momento difícil e que, por isso, talvez fique mal humorado ou desanimado."

Fazer tratamento médico


"Tabagismo não é um hábito, é uma doença, e precisa ser tratado como tal", diz a cardiologista. Parar de fumar por conta própria pode ser difícil por causa dos sintomas ligados à abstinência da nicotina. O tratamento feito com medicamentos que atuam nos receptores de nicotina ou nos neurotransmissores estimulados pela substância, como a dopamina, ajuda a atenuar os sintomas. "Primeiro, tentamos o tratamento usando apenas um tipo de remédio. Se após duas ou três semanas a pessoa não melhorar e os sintomas persistirem, podemos combinar duas drogas, o que geralmente garante bons resultados”, diz Jaqueline.

Usar adesivos ou mascar gomas de nicotina



Ao contrário dos tratamentos com remédios que atuam no cérebro, para fazer uso de adesivos ou gomas com nicotina não é necessário acompanhamento médico – basta seguir as instruções da bula. Esse tipo de produto oferece ao usuário uma pequena dose de nicotina, que ajuda a impedir as crises de abstinência. Os adesivos e gomas de nicotina só são recomendados para aqueles que fumam menos de vinte cigarros por dia: caso contrário, seria preciso usar uma quantidade muito grande do produto para surtir efeito, além do gasto financeiro também ser alto.
 

Você sabia que comer carne vermelha em excesso pode causar até um câncer renal?

O consumo excessivo de carne vermelha pode ter ligação com o desenvolvimento de alguns tipos de câncer do rim. De acordo com a pesquisa, adultos de meia-idade que consumiam mais carne vermelha tinham 19% mais chances de serem diagnosticados com câncer nos rins do que aqueles que faziam um consumo moderado.


A maior absorção de substâncias químicas presentes na carne grelhada ou assada na brasa também foi associada a um maior risco.

As conclusões do estudo confirmam as recomendações alimentícias para a prevenção do câncer já feitas pela Sociedade Americana do Câncer. Segundo a organização, é preciso limitar o consumo de carne vermelha e de carne processada (hambúrgueres, bacon, salsichas, carne seca e os vários tipos de embutidos). A carne vermelha pode ser consumida moderadamente sem prejuízos à saúde, desde que seja cozida ou assada no forno.


Como foi feita a pesquisa, o estudo acompanhou quase 500.000 adultos com mais de 50 anos, durante nove anos. Eles responderam questionários sobre seus hábitos alimentares, inclusive o consumo de carne.
Nesse período, 1.800 participantes - menos de 0,5% - foram diagnosticados com câncer renal.

Em média, os voluntários envolvidos no estudo consumiam entre 57 e 85 gramas de carne vermelha por dia. Já as mulheres consumiam de 31 a 57 gramas. Os participantes que consumiam mais carne vermelha - cerca de 115 gramas por dia - tinham 19% mais propensão a serem diagnosticados com câncer renal do que os que comiam até 31 gramas de carne vermelha por dia.


A análise levou em conta outros aspectos que poderiam influenciar o risco de câncer, como idade, raça, consumo de frutas e legumes, tabagismo, consumo de álcool, hipertensão e diabetes. O risco de câncer renal era agravado também entre pessoas que comiam a carne mais bem passada, o que eleva sua exposição a substâncias químicas decorrentes do preparo.

Os pesquisadores ressaltaram, contudo, que o estudo não afirma que a carne vermelha — e a carne bem passada — possam causar câncer renal. 


Daniel disse que são necessários mais estudos para compreender por que a carne vermelha parece estar associada a determinados tipos de câncer, e não a outros.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, mais de 270.000 pessoas desenvolveram o câncer renal em 2008, com 116.368 mortes no mundo inteiro.

10 dicas para ficar aquecido no frio.

Perdemos muito frio pelas extremidades do corpo. Mantê-las aquecidas ajuda o corpo a segurar calor; veja outros truques.

Quando as temperaturas baixam, é comum ver muita gente tiritando de frio por aí. Alguns truques, no entanto, ajudam a manter o corpo aquecido e, consequentemente, minimizar o desconforto daqueles que só gostam da vida quando a temperatura passa dos 25 graus.

É claro que carregar uma blusa extra na bolsa ameniza as surpresas geladas, mas alguns truques também podem entrar na conta.

Confira dicas para o inverno não ser uma época só de reclamações:

Use pantufas. 


Perde-se muito frio pelas extremidades, e um calçado quentinho te fará reter calor.


É uma ótima ideia manter uma bolsa para água quente em casa. Além de melhorar algumas dores, ela aquece no inverno.


Passar ferro nos lençóis antes de deitar deixa a cama bem aconchegante e quentinha.


Um banho quente logo pela manhã ajuda a espantar aquele frio assim que se levanta da cama. Mas lembre-se, o banho deve ser por poucos minutos.


Se não tiver aquecedor, ligue o secador de cabelo no quente por alguns minutos, dentro do quarto fechado. Vai aquecer o ar e deixar o ambiente mais aconchegante.

Use meias de lã por baixo da calça.

No caso das mulheres, prefiram usar o cabelo solto. Vai ajudar a manter o pescoço aquecido.

Se não tiver bolsa de água quente, segurar uma xícara de água quente fará com que as mãos fiquem aquecidas.


Prefira cachecóis de lã, em vez de outros tecidos.

Use gorro e luvas. Perdemos muito calor pelas extremidades do corpo, principalmente pela cabeça.