segunda-feira, 30 de junho de 2014

Diabete: 16 passos para deixá-la longe.

Siga as orientações dos especialistas para deixar sua saúde distante do diabete.

Fique de olho no índice glicêmico
 
Quem quer afastar o diabete e ainda manter a obesidade a distância deve ficar de olho no IG, ou índice glicêmico. Esse índice tem relação com a velocidade da digestão da glicose e com a sua entrada nas células. Para descobrir esse número, os especialistas observam o seguinte: se depois de comer algo ocorre o aumento dos níveis de açúcar em circulação, é sinal de que o alimento está entre os itens de alto valor glicêmico. Guloseimas à base de farinha refinada são legítimas representantes desse time.

Já os alimentos lotados de fibras são considerados de baixo índice glicêmico. Não levam o açúcar para as alturas nem dão aquela vontade incontrolável de cair de boca nos doces o tempo todo. Trocar uma massa feita com farinha refinada por outra integral, por exemplo, faz com que a glicose fique mais estável na corrente sanguínea. Tudo se passa sem atropelos, o que garante saciedade e mantém a balança em dia.

Fracione as refeições


Os especialistas recomendam não passar mais de três horas sem comer. Mas espera aí! Aumentar o número de refeições ao dia não significa se entupir de comida, e sim intercalar pequenas porções de lanches balanceados entre o café da manhã e o almoço e entre o almoço e o jantar. 

Exemplos: Uma fatia de pão de aveia com duas colheres de queijo cottage + 1 pera. Ou um cappuccino light com dois biscoitos água e sal. Ou ainda um copo de iogurte desnatado e uma barra de cereal.

Quando a barriga fica vazia por muito tempo, a tendência é o exagero à mesa. Então, conforme chega aquele monte de comida, sobem os níveis de glicose no sangue. Para botar todo esse açúcar nas células, se faz necessário um caminhão de insulina. E quem é que produz todo esse hormônio? O pobre pâncreas, que tem de trabalhar em dobro. Só que a fadiga da glândula favorece o diabete. Se o organismo for suprido de forma fracionada, no entanto, a glicose vai cair devagar na circulação e será absorvida na medida certa, sem sobrecarregar ninguém.

Acerte nas combinações de alimentos


Um vitaminado copo de suco de frutas no meio da tarde é uma delícia. Agora, se ele vier acompanhado de uma fatia de queijo magro, tanto melhor. Está aí um belo truque para afastar a fome especialmente aquela que faz o corpo pedir algo doce. A combinação de boas fontes de carboidratos ou açúcar caso das frutas, dos pães e dos biscoitos com itens cheios de proteína, como os laticínios, desacelera a digestão. Assim, a absorção da glicose se torna mais lenta e a energia é disponibilizada aos poucos.

Invista em fontes de proteína magra, como a ricota e o peito de peru. Aposte no pão de centeio e em vegetais como o tomate. E varie o suco de laranja com o de morango, abacaxi, melão...

Coma mais e mais fibras


Está mais do que comprovado que essas substâncias combatem a obesidade e o açúcar nas alturas. Um dos motivos é que elas tornam o processo digestivo mais demorado, contribuindo para a saciedade. Ou seja, os ataques à bombonière são bem menos frequentes. Para completar, esses nutrientes tendem a aparecer em alimentos que somam poucas calorias: frutas, leguminosas, aveia, verduras, grãos e farelos.

A dica é incrementar o café da manhã com cereais integrais, lotar o prato de saladas de folhas cruas no almoço e no jantar, devorar frutas nos lanches e nas sobremesas. E não se esqueça de que casca e bagaço são pra lá de fibrosos e devem ser consumidos sempre que possível.

Não exagere nas gorduras


Quando sobra gordura no prato, o corpo engorda. E, quando o corpo engorda, o indivíduo tende a sentir mais vontade de devorar opções açucaradas. Por causa desse ciclo, é necessário reduzir tanto o consumo de doces como o de frituras se a intenção for equilibrar as taxas de insulina, aquele hormônio que bota a glicose para dentro das células.

A gordura é um dos grandes responsáveis pelo acúmulo de tecido adiposo na região abdominal, e alguns estudos mostram que a cintura larga tem estreita relação com a fabricação de um monte de substâncias, entre as quais isso mesmo! a insulina. A desordem provocada pela gordura abdominal na produção desse hormônio confunde o organismo e, acredite, detona o desejo por doces. Então, a sábia dica de não abusar de receitas gordurosas deve ser levada muito a sério.

Cuidado na hora de escolher o doce


Apesar da ameaça em potencial, você não precisa se privar do prazer de visitar uma loja de doces. É melhor se deliciar numa loja de doces do que estocar guloseimas em casa. Mas não se perca diante das opções tentadoras. Prefira algo sem chantilly. E não se iluda com as sobremesas diet. Apesar de não conter açúcar, elas podem trazer gordura aos montes. Além de entupirem as artérias, as moléculas gordurosas se transformam em glicose no sangue, pondo em risco a saúde de todo mundo, diabético ou não.

É melhor comer um doce convencional. Convide um amigo para ir com você à loja e divida aquele pedaço de bolo. Dê preferência a porções pequenas. Até mesmo se o objeto do desejo for compotas de frutas, que podem vir carregadas de açúcar. Duas últimas dicas: após o almoço, com a barriga cheia, a avidez por doce é menor e pedir água para acompanhar a guloseima ajuda a dar a sensação de saciedade.

Saiba o que olhar no rótulo


Não caia na ilusão de que um alimento light ou diet é mais magro. O produto dietético, por exemplo, tem que estar isento de alguma substância, que pode ser sódio, proteína ou, claro, até glicose. No entanto, se a restrição é o açúcar, o doce pode acabar mais calórico. É que a retirada da sacarose da fórmula costuma levar junto parte do sabor e os fabricantes tentam muitas vezes compensar essa ausência com gordura.

Para os produtos light, que têm que apresentar a redução de 25% de algum ingrediente, vale a mesma atenção. Veja na tabela nutricional se não ficou mais gorduroso. Quando o produto é diet, verifique também se possui algum tipo de açúcar, como frutose ou glicose. Claro que você deve deixar o produto na gôndola se busca evitar a substância.

Use adoçantes com inteligência


É preciso saber usá-los para não ficar com aquele gosto amargo na língua. A sacarina sódica é a mais indicada para bebidas quentes, como o cafezinho. Em compensação, não cai bem em sucos, especialmente naqueles ácidos. O que vai bem nesses casos é o aspartame. Ele, por outro lado, é desastroso no calor. Enquanto a sacarina resiste a temperaturas elevadas, o aspartame não só perde boa parte de sua capacidade de adoçar como ainda libera compostos tóxicos na bebida quente.


Abuse dos sabores cítricos


Aquele gostinho do adoçante pode ser mascarado ao adotar um macete bem simples na hora de preparar uma receita light. Acrescente à massa do bolo, por exemplo, um pouco de raspas da casca de laranja, limão ou fava de baunilha. O ácido cítrico presente ali sobressai ao amargo do edulcorante. Tudo porque as papilas gustativas são mais sensíveis a sabores ácidos e apimentados.

Beba com moderação
 


A bebida alcoólica não é proibida, mas há que ter muita cautela no consumo, principalmente quando o paciente é diabético. Isso porque o álcool é capaz de bloquear a liberação de glicose pelo fígado e assim levar à hipoglicemia, que causa tontura e fraqueza. Além disso, cada grama de álcool fornece sete calorias. Só para comparar, os carboidratos oferecem 4 calorias na mesma porção. Então, fique atento à dose.
Uma tulipa de cerveja, por exemplo, oferece 122 calorias, enquanto uma taça de vinho tinto, 86. E, claro, vale ficar atento aos acompanhamentos para diminuir ainda mais o risco de engordar. Substitua o amendoim pelos picles, por exemplo.

Caminhe


Trinta minutos de caminhada, cinco vezes por semana, é a medida básica para quem deseja saúde. Andar aumenta a frequência cardíaca e amplia a capacidade respiratória. De quebra, auxilia no aproveitamento da glicose pelas células. Para praticar essa atividade, que virou uma mania nacional, o primeiro passo é escolher um tênis bem confortável, que ajude a absorver impactos e ganhar estabilidade. Os diabéticos precisam de ainda mais cuidado com os pés para evitar bolhas e machucados. Nada de forçar demais o ritmo: quem está começando agora deve andar cinco ou dez minutos e ir aumentando o ritmo.


Fortaleça os músculos


A musculação, desde que bem orientada, é uma grande aliada. Isso porque esse tipo de exercício favorece o equilíbrio da insulina em circulação, o que poupa todo o organismo.

Mas é importante caprichar no alongamento e no aquecimento antes do treino. Assim a musculatura fica bem preparada para o esforço. As lesões também passam longe se você obedecer ao limite de carga sugerido pelo professor de educação física. E atenção! Só faça essa atividade depois de uma detalhada avaliação do médico.


Beba mais água


Quanto de água você já tomou hoje? Se não tem ideia da resposta, é melhor começar a ficar atento, já que o líquido compõe de 60 a 75% do nosso peso e faz muitas coisas pelo organismo. Para citar algumas: estabiliza a temperatura do corpo, transporta nutrientes para dentro das células e põe os produtos indesejáveis para fora. Tudo isso sem fornecer uma única caloria.

Diferentemente dos calóricos carboidratos - que forçam o aumento da produção de insulina e levam o cérebro a disparar a vontade de mais e mais doces -, a água dá e prolonga a saciedade. Esse benefício é obtido com a ingestão de 1 litro e meio a 2 litros por dia. O ideal é ir bebericando os copos de água ao longo do dia e não se encharcar de uma só vez.

Durma bem


Está provado: uma boa noite de sono é capaz de mandar para muito longe aquela imensa vontade de se acabar numa caixa de bombom. A explicação é que o sono aumenta a liberação de serotonina, a substância responsável pela sensação de bem-estar. Assim, ela aplaca os sintomas de tristeza, estresse e ansiedade e corta a compulsão por doces. Para espantar a insônia, evite café depois do anoitecer. 

Desligue TV e computador, pois a luz atrapalha a produção de melatonina, hormônio que avisa o cérebro que é a hora de dormir. E, antes de ir para a cama, faça uma massagem sem pressa nos próprios pés. Isso ajuda muito a se livrar do nervosismo.

Relaxe


Quando uma pessoa está estressada, é como se precisasse de mais combustível, ou seja, maior quantidade de glicose, obtida rapidamente dos alimentos açucarados. Por isso, tudo o que você puder fazer para levar a vida com mais calma ajudará no equilíbrio da dieta. Quem medita, por exemplo, aprende a lidar melhor com situações adversas, não se agita tanto e necessita de menos doce.

Quer aprender uma técnica no mínimo saborosa de meditação? Experimente comer vagarosamente cada bocado de alimento, sentindo profundamente o aroma, o gosto e a textura. Suas refeições nunca mais serão as mesmas.

Confira alguns cuidados para garantir uma Copa do Mundo sem sobressaltos.

O estresse gerado durante um jogo tem o poder de elevar a pressão arterial a níveis estratosféricos. Para quem não sofre de doenças cardiovasculares, é absolutamente normal ter hipertensão temporária em situações de ansiedade. Já quem tem o coração fraco ou com outros problemas, o resultado pode ser catastrófico: infarto agudo do miocárdio, AVC isquêmico e hemorrágico, arritmias cardíacas e até mesmo a morte.


Mas, quem tem problemas no coração e está em constante acompanhamento com um cardiologista tem riscos pequenos, explica Rogério de Moura, cardiologista intervencionista do Hospital Balbino do Rio de Janeiro. “Se o paciente já está sendo medicado e acompanhado por um cardiologista, não é preciso tomar medicamento extra só para os jogos”, explica.

Alguns cuidados: Para aqueles cardiopatas que não visitam o cardiologista há mais de seis meses, é melhor evitar grandes emoções durante os jogos e até mesmo não assisti-los. “Uma pessoa que chega ao consultório e me diz que tem dor no peito quando faz exercícios físicos muito provavelmente terá problemas diante de um estresse de jogo, pois o mecanismo acionado é o mesmo", finalizou Moura.


Quais são os principais sintomas de infarto?

De acordo com especialistas, os sintomas de infarto são divididos em típicos e atípicos. Os sintomas de infarto típicos são aqueles que ocorrem na maioria das vezes e o principal deles é uma dor bem forte no peito, que pode se estender para outras regiões próximas do corpo, também podendo estar acompanhada de algum mal-estar, enjoo, suor, palidez e, talvez, dificuldades para respirar.

Os sintomas de infarto atípicos são aqueles que muitas pessoas acabam não dando a devida atenção, mas que podem também estar alertando para a ocorrência de infarto: quando as dores estendem-se para a mandíbula ou para as costas, e nos casos em que as náuseas ou dor de estômago estejam acompanhadas de uma sensação de garganta obstruída.

Sintomas de infarto em homens e mulheres

Pesquisa feita nos Estados Unidos, avaliando aproximadamente 1 milhão de americanos que foram vítimas de infarto, mostra que há diferenças nos sintomas de infarto entre homens e mulheres.
Embora não se saiba o porquê, a conclusão foi de que, nas mulheres, os sintomas de infarto, muitas vezes, não são tão claros como nos homens, já que nem sempre incluem a característica e conhecida dor no peito.

Os estudiosos concluíram que, nas mulheres, os sintomas de infarto mais evidentes são semelhantes aos de uma forte indigestão, como se houvesse algo incomodando na garganta, além de dores nas costas e alguma dificuldade para respirar. Isso principalmente naquelas que têm menos de 55 anos de idade.

Portanto, se você é mulher, deve ter um cuidado redobrado com os sinais enviados pelo corpo. Podem não parecer, mas é possível que eles sejam sintomas de infarto.



Diferenças entre sintomas de infarto e de AVC

Infarto e acidente vascular cerebral (AVC) assemelham-se quanto aos grupos de risco e, por isso, podem causar alguma confusão. Eles diferenciam-se quanto aos sintomas, porém.

No caso do AVC, normalmente ocorre uma fraqueza dos músculos ou da visão, formigamentos em um dos lados do corpo, dificuldades para se expressar verbalmente, algumas tonturas e, às vezes, alterações na memória. Como é fácil perceber, são bem distintos dos sintomas de infarto.


Apresentei sintomas de infarto: O que fazer?

Depois de apresentar sintomas de infarto, é importante imediatamente chamar ajuda médica. Enquanto o socorro não chega, algumas outras dicas são importantes e podem ajudar: não faça esforços físicos, dê uma afrouxada nas roupas, fique em um local com boa circulação de ar e, além disso, respire profundamente.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Você sabe o que são alimentos fitoquímicos?

Eles afastam diversas doenças e podem ser encontrados na cebola, na cenoura, no vinho...

Conheça 19 fitoquímicos e os alimentos onde eles estão.


O que são fitoquímicos?

São compostos que agregam benefícios ao corpo humano, diminuindo o risco de doenças. Ajudam a minimizar os sintomas da tensão pré-menstrual, prevenir desordens degenerativas e até retardar o envelhecimento.

Conheça a seguir 19 dessas substâncias e os alimentos onde você pode encontrá-las:

Adenosina

Onde está: alho, cebola e cogumelo.


O que faz: Ajuda a acalmar, evita a formação de coágulos na corrente sanguínea e reduz o risco de hipertensão.

Alfacaroteno

Onde está: abóbora, cenoura, damasco e vegetais escuros.


O que faz: Blinda os olhos e previne doenças degenerativas.

Antocianidina

Onde está: cascas de frutas cítricas, cranberry, açaí, berinjela, cereja, jabuticaba e repolho roxo.


O que faz: Afasta os tumores, ajuda a controlar o colesterol, previne doenças vasculares, breca a obesidade e evita o diabetes tipo 2.

Betacaroteno

Onde está: cenoura, abóbora, espinafre, manga, pimentão e rúcula.


O que faz: Fortalece o sistema imunológico, colabora para a saúde da pele e do cabelo e previne a degeneração muscular.

Capsaicina

Onde está: pimenta.


O que faz: Melhora a digestão, protege o coração, possui efeito antiflatulência, ajuda na perda de peso e afasta alguns tipos de câncer, como o de pâncreas.

Cumarina

Onde está: guaco, frutas cítricas, canela e tomate.


O que faz: Reduz a retenção de água, melhora as condições respiratórias, ajuda a combater o câncer e evita a formação de coágulos.

Daidzeína

Onde está: soja e derivados de soja.


O que faz: Previne a osteoporose, protege o coração e reduz o risco de alguns tipos de câncer, como o de mama.

Flavonas

Onde está: frutas cítricas, verduras folhosas e soja.


O que faz: Têm ação anticancerígena e atenuam sintomas da menopausa.

Flavonoides

Onde está: tomate, chocolate, framboesa, morango, uva e vinho.


O que faz: Favorecem a saúde cardiovascular, têm propriedades anticancerígenas e funcionam como anti-inflamatórios.

Genisteína

Onde está: ervilha, feijão, soja e derivados de soja.


O que faz: Previne a osteoporose, protege o coração e diminui os sintomas da menopausa.

Isotiocianato

Onde está: agrião, brócolis, mostarda, raiz-forte e repolho.


O que faz: Auxilia nos problemas respiratórios, estimula a produção de bile e tem ação contra o câncer, principalmente o de pulmão.

Licopeno

Onde está: goiaba, mamão, melancia e tomate.


O que faz: Afasta o câncer e diminui o risco de doenças cardiovasculares.

Polissulfeto de alila

Onde está: alho e cebola.


O que faz: Ajuda a controlar a hipertensão e reduz a formação de placas gordurosas nas artérias.

Quercitina

Onde está: frutas, cebola roxa e vinho.


O que faz: Reduz os riscos de câncer e doenças cardiovasculares, diminui a incidência de catarata, ajuda a controlar os processos inflamatóriosa e protege contra resfriados.

Resveratrol

Onde está: vinho tinto, amora, chocolate amargo, suco de uva e uva.


O que faz: Reduz o risco de desenvolver Alzheimer, ajuda a controlar os níveis de colesterol, aumenta a longevidade e tem ação sobre processos inflamatórios.

Sulforafane

Onde está: brócolis, couve, couve-flor e repolho.


O que faz: Barra bactérias culpadas por infecções gastrointestinais e diminui o risco de desenvolver câncer.

Você sabe quais são os riscos de retirar o carboidrato da sua alimentação?

Os regimes que defendem o corte de carboidrato e o aumento do consumo de proteína estão em alta, mas podem prejudicar a saúde. Conheça os perigos antes de aderir à moda.



O corpo fica sem a principal fonte de energia

O organismo precisa de energia para realizar as tarefas básicas, como sintetizar hormônios e manter o cérebro ativo - e essa energia provém do carboidrato. Por isso, quando o afastamos do prato, os primeiros sintomas que aparecem são falta de ânimo, dor de cabeça e tontura. De acordo com Fernanda, do departamento de nutrição, o corpo gasta até 600 calorias diariamente apenas para sustentar o cérebro funcionando. Órgão, aliás, que se "alimenta" basicamente de glicose, presente nos carboidratos - daí ele ser um dos que mais sofrem com essa privação. Mais: se há restrição de energia, o organismo entra em uma espécie de modo econômico, desacelerando o metabolismo para economizar calorias.

Os músculos vão e a gordura fica


"Sem a energia vinda da alimentação, o corpo precisa encontrar outro combustível. É aí que ele vai atrás do glicogênio, presente nos músculos", diz Fernanda. Resultado: com a massa magra sendo consumida, você fica mais fraca e seu metabolismo acaba diminuindo, o que inclusive dificulta a perda de peso. Outro ponto: nosso corpo é composto basicamente de água, músculos e gordura. Ao reduzir os dois primeiros, por causa do corte de carboidrato, o organismo fica com maior quantidade de gordura. "Isso quer dizer que, proporcionalmente, mesmo que você esteja mais magra na balança, a composição corporal será principalmente de gordura, o que não é nada saudável", afirma Fernanda.

O coração é ameaçado


As principais fontes de proteína (carnes e laticínios) são também carregadas de gordura, o que significa que é quase impossível aumentar a ingestão de um sem, necessariamente, subir o consumo do outro. "O problema é que essa dose extra de gordura aumenta o colesterol e, assim, eleva o risco de desenvolver doenças cardiovasculares", explica o médico Guilherme, diretor da Associação Brasileira. Sem contar que a gordura tem mais calorias que a proteína e o carboidrato (ambos têm quatro calorias por grama ante nove calorias da gordura), o que, no fim das contas, aumenta o total energético que você consome em um dia.

Rins e fígado se sobrecarregam


Com o consumo excessivo de proteína, os órgãos responsáveis por metabolizá-la acabam prejudicados, pois trabalham mais do que o normal. Para ter uma ideia, a quantidade recomendada de proteína que uma pessoa deve ingerir por dia é de 0,8 gramas por quilo de peso. Para quem pesa 70 quilos, isso significa 56 gramas de proteína, o que equivale a um filé de bife e um de frango mais um copo de leite - algo fácil de extrapolar em uma dieta hiperproteica. 

Essa hiperação dos órgãos pode desencadear problemas como cálculo renal e também está diretamente ligada à maior liberação, na corrente sanguínea, de corpos cetônicos, ureia e nitrogênio, espécies de "lixos" derivados dessa metabolização, que deveriam ser excretados. Ao circular excessivamente pelo corpo, provocam uma mudança de pH, deixando o sangue mais ácido que o indicado. O contra-ataque do organismo, por sua vez, é neutralizar essa acidez, resgatando cálcio dos ossos - o que aumenta o risco de osteoporose.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Especial de inverno: Conheça os alimentos típicos da estação.

Estamos na estação mais fria do ano e é comum sentirmos vontade de comer todas as delícias que a estação oferece. Não é fácil resistir ao chocolate quente, massas, fondue e afins, mas é possível encontrar uma solução.

Você pode substituir os alimentos gordurosos e pesados por opções mais leves. O açúcar do chocolate pode dar a vez ao doce das frutas, por exemplo. Confira os alimentos típicos do inverno.

Frutas


Quer dar uma forcinha para o seu sistema imunológico? Aproveite para comer frutas da estação. Caju, abacaxi, melão e morango são ricos em vitamina C, além disso, são mais baratas durante o inverno. Este grupo de frutas é rico em fibras e antioxidantes. As fibras auxiliam no bom funcionamento intestinal, as propriedades auxiliam na prevenção de doenças, como o excesso de colesterol.

Chás


Quem não gosta de beber uma xícara de chá quentinho em dias frios? Vale ressaltar que os chás de boldo, hortelã, chá verde, erva-doce, camomila e erva-cidreira tendem a aumentar a secreção de suco gástrico, por isso são devem ser consumidos com moderação em pessoas que possuem problemas de estômago.

Pinhão


Mais popular na região Sul do Brasil, o pinhão é um fruto rico em gordura insaturada, ou seja, gordura “boa”, que ajuda a proteger o coração. Entre os seus principais nutrientes estão o zinco, o manganês e as vitaminas C e E. Por ser muito calórico, todas essas 30 calorias por unidade, você não deve comer mais de 100 gramas duas vezes na semana.

Canela


Em pratos doces ou salgados, a canela é sempre um ótimo tempero. Além de saborosa, a especiaria tem ação que é capaz de acelerar o metabolismo facilitando a digestão e ajudando a evitar o ganho de peso. Uma dica: não coloque canela em pratos muito quentes, isso fará com que parte das propriedades seja perdida e espere esfriar um pouco.


Gengibre


Outro termogênico, o gengibre também tem ação antinflamatória e é rico em vitamina C, capaz de melhorar o sistema imunológico. Pequenas porções ao dia podem ajudar a aumentar a resistência a gripes e resfriados.

Vinho


Converse com seu médico sobre o consumo de bebidas alcoólicas. Se não houver contraindicações, uma taça de vinho ao dia pode aumentar a expectativa de vida, desde que associada a hábitos saudáveis com práticas de exercícios.

Converse com um nutricionista: Sempre que temos dúvidas relacionadas à alimentação, é legal conversar com um nutricionista. O especialista poderá tirar todas as suas dúvidas e orientar qual a dieta mais adequada para você. Não comece regimes sem antes consultar um profissional.

Quer engordar quanto durante a Copa?

Você sabia que em um só jogo é possível fácil-fácil ingerir metade do padrão de consumo calórico diário.

Veja como minimizar o estrago causado pelo exagero sem deixar de se divertir neste mundial:

Os jogadores entram em campo, a bola rola e, na frente da televisão, milhões assistem aos jogos aflitos. Copa é emoção. E se tem uma coisa que aparenta acabar com o stress é comer compulsivamente uma batatinha, alguns amendoins, coxinha, bolinha de queijo e o que vier.


Mas é bom saber que se empanturrar de petiscos não minimiza o stress e de pouquinho em pouquinho a Copa engorda. Na verdade, nem tão pouquinho assim. Em duas horas de jogo mais intervalo o consumo de 100 gramas de amendoim e três latinhas de cerveja equivalem a 1011 calorias. O padrão de consumo diário é de duas mil calorias.

“Claro que duas mil calorias representam uma média. Algumas pessoas devem consumir mais e outras menos que isto, mas mesmo assim em duas horas ingerir mais de mil é sinal de que vai engordar. Além do mais são vários jogos, não é?”, diz a nutricionista Patrícia.

Pensando de maneira positiva, caso a seleção brasileira seja a campeã da Copa, serão mais dez partidas entre jogos do Brasil e disputas realizadas nos próximos três finais de semana. Levando em conta que em cada jogo é possível consumir facilmente mil calorias, seriam dez mil calorias a mais para o torcedor médio brasileiro, o equivalente a cinco dias a mais, dentro padrão de consumo diário. 


Copa engorda.

Veja abaixo as calorias de cardápios comuns para assistir aos jogos:


 Opção 1:

Três latinhas de cerveja = 465 Kcal
Amendoim torrado salgado 100g = 600 Kcal
Pipoca caramelizada (1 xícara de chá) = 140Kcal

Total: 1205 kcal


Opção 2:

Duas latinhas de Refrigerante = 280 Kcal
Pipoca com manteiga e sal (2 xícaras de chá) = 252 Kcal
“Mini” cachorro quente (duas unidades) = 240 Kcal

Total: 772 kcal


Opção 3:

Três latinhas de cerveja = 465 Kcal
Batata chips 100 g = 560 Kcal

Total: 1025 Kcal

terça-feira, 24 de junho de 2014

Você sabe o que são alimentos detergentes?

Uma boa higiene bucal está intimamente ligada a uma alimentação equilibrada. Frutas, verduras e legumes são ótimos aliados na prevenção de doenças e na manutenção da saúde bucal. Alguns alimentos, no entanto, são mais eficazes no combate ao mau hálito, à gengivite e também à cárie: são os chamados alimentos detergentes. Como o próprio nome diz, esses alimentos têm características que os fazem funcionar como uma espécie de sabão, reduzindo a gordura e a sujeira dos dentes.

“Eles são capazes de limpar a superfície dos dentes durante a mastigação, combater as cáries e remover placas bacterianas”, explica o dentista Anderson Bernal.

Os considerados mais detergentes são aqueles com talos, como o aipo, brócolis, e couve-flor. A ação deles nos dentes é mecânica, ou seja, a limpeza é realizada por meio do atrito entre as fibras desses alimentos e os dentes. Da mesma forma, alimentos consistentes, como a cenoura, a pera, a melancia e o kiwi, também são indicados para essa finalidade.

“O atrito decorrente do ato de mastigar ajuda a remover resíduos e bactérias. Além disso, a grande quantidade de fibras destes alimentos proporciona um considerável aumento na produção da saliva e eleva o PH da boca, o que reduz acidez”, explica o dentista, especialista em estética e reabilitação oral.

Acelga, pepino e maçã completam a lista dos ingredientes que podem ajudar a manter a boca limpa também.

“Eles podem ajudar, mas nunca substituem uma limpeza bucal feita corretamente. O principal é realizar uma boa escovação, independente da marca da pasta de dente. Uma limpeza completa é composta pelas seguintes etapas: passar o fio dental, escovar os dentes e passar o fio dental”, ensina o dentista.

E se alguns alimentos podem ser aliados, outros com certeza podem ser inimigos de uma boca bonita e saudável. Balas, doces e chocolate, ou seja, tudo o que tiver muito açúcar tem grande potencial de estrago. O açúcar fermenta na boca e reduz o PH da saliva, deixando-a ácida e ideal para proliferação de bactérias.

“É necessário diminuir o consumo de refrigerantes entre as refeições, o café adoçado de hora em hora, adição de açúcar em qualquer suco de frutas, pois vai ter uma ação formadora de ácido e cáries”, orienta o especialista.

MAÇÃ


PEPINO


NOZES


COUVE-FLOR



MELANCIA


SALSÃO (AIPO)


PERA


BRÓCOLIS



CASTANHAS


CENOURA