quinta-feira, 29 de maio de 2014

Ficar sem comer engorda. Você sabia?

Uma pesquisa apontou que, quanto maior o número de horas sem colocar nada na boca, mais avantajada a circunferência abdominal tende a ficar. O achado é fruto de uma análise de hábitos e características de 379 mulheres de 10 a 75 anos de idade - umas mais cheinhas, outras em forma.


De acordo com Roberta, o principal motivo que faz do jejum prolongado um inimigo da cintura é que a refeição montada após esse período de escassez costuma ser um exemplo de desequilíbrio calórico e nutricional - na pesquisa, geralmente o jejum ocorria durante a tarde. "Quando tem acesso à comida, o indivíduo, guiado pela voracidade, não faz escolhas saudáveis", justifica a especialista. Ao ser privado de energia, o organismo aciona todo um mecanismo que favorece a compulsão alimentar.

Descubra a seguir por que jejuar regularmente dá barriga e compromete a saúde.

Hora do almoço


Depois dessa refeição, o organismo está nutrido. Pense, na melhor das hipóteses, em uma refeição equilibrada - com arroz, feijão, carne e salada. Ela fornecerá proteínas, gorduras e carboidratos, além de vitaminas e minerais.

As primeiras 4 horas após a refeição

Nesse período, praticamente todas as substâncias ofertadas pelo almoço são absorvidas. Depois desse tempo, os nutrientes vão sumindo da circulação.

Jejum


Se depois de quatro horas o estômago continuar vazio, uma série de alterações metabólicas começa a ocorrer. Uma das principais diz respeito à glicose, que está em falta. Além de buscar alternativas para fornecê-la ao cérebro - órgão vital que depende da substância para funcionar - o corpo passa a liberar mais grelina. Esse hormônio, produzido no estômago, dispara o sinal de fome. Assim, a falta de glicose e a abundância de grelina na circulação propiciam os ataques de gula.

Com o tempo

Passar por essa situação sempre jejum seguido de um apetite voraz aumenta o risco de encrencas sérias, como gordura no fígado, obesidade e diabetes tipo 2.

Opções de lanche para quebrar o jejum entre as refeições:

Iogurte + linhaça + aveia


Trata-se de uma combinação adequada para o início do dia. Fonte de proteínas, gorduras boas e fibras, o lanche é levinho, levinho.

Morango + biscoitos integrais


A fruta é pobre em calorias e rica em antioxidantes. Já os biscoitos reúnem fibras. O melhor de tudo: a dupla cabe na mochila.

Biscoitos integrais + cream cheese + 1 suco de laranja


Nesse combo, que pode ser devorado em poucos minutos, tem fibras, proteínas, cálcio e vitamina C. São muitos benefícios e pouca complicação.

Mamão + 2 colheres de sopa de aveia


Tanto a fruta quanto o cereal são riquíssimos em fibras. Caem bem de manhã, dando saciedade até a hora do almoço.


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Afinal, tomar aquele cafezinho faz bem ou mal para a saúde?

Quando se afirma que o café é a bebida mais popular em território verde-amarelo, acredite, não é mera força de expressão. Em uma recente pesquisa foi constatado que o brasileiro toma de 4 a 5 xícaras todos os dias, o que leva o líquido à base do fruto do cafeeiro a liderar a lista que avalia a média de consumo per capita de vários alimentos. Só para ter uma ideia, o feijão e o arroz, outros itens comuns à nossa mesa, ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente. No resto do mundo, o consumo também surpreende. Enquanto aqui cada pessoa ingere cerca de 6 quilos do grão por ano, em países nórdicos, como Finlândia, Noruega e Dinamarca, esse número chega aos 13 quilos anuais.

Aqueles que cultivam esse hábito mandam para dentro do organismo uma série de substâncias. Entre elas, a cafeína se sobressai, célebre por sua ação estimulante. Porém, os que aparecem em grande e maior quantidade são ácidos clorogênicos, compostos antioxidantes. A xícara ainda concentra vitamina B3 e minerais como potássio, manganês e ferro. Tal combinação vem à tona constantemente nos laboratórios de cientistas planeta afora. No universo das pipetas e buretas, ela não é uma unanimidade. 

Fato é que o pretinho básico de todas as manhãs segue gerando contradições - as mais curiosas você conhece abaixo.

Fertilidade: Segundo cientistas, mais de cinco doses diárias de café reduzem em 50% a chance de sucesso no tratamento de fertilização. "Ainda não há estudos clínicos comprovando o efeito", avalia Adriana Farah. "Mas alguns trabalhos relacionam um alto consumo de cafeína, como acontece nos países nórdicos, à malformação fetal", completa. 



Câncer de pele: Depois de acompanhar mais de 110 mil pessoas por 20 anos, pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, descobriram que o café está inversamente associado ao tipo mais comum de tumor de pele. "Qualquer alimento antioxidante, caso do café, pode auxiliar na prevenção. Mas é cedo para indicá-lo com essa finalidade", analisa a dermatologista Flávia, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. 

Expectativa de vida: Uma investigação do Instituto Nacional do Câncer, nos Estados Unidos, mostra que beber de 3 a 4 xícaras faz você viver mais o ganho na expectativa de vida é de 10% para homens e 13% para mulheres. "O resultado não surpreende. Afinal, o café é uma das maiores fontes de antioxidantes na dieta", ressaltou Adriana Farah. 

Problemas no coração: As pesquisas que se dedicaram a analisar a relação entre o café e a incidência de insuficiência cardíaca - condição em que o coração não consegue bombear quantidade suficiente de sangue para o corpo - sempre geraram dados discrepantes. A pesquisadora Elizabeth, da Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, decidiu conduzir uma revisão sobre o tema. Nela, foram avaliados mais de 140 mil indivíduos, dos quais 6 522 mil tiveram o mal. Percebemos que quatro doses diárias de café diminuíram em até 11% o risco de ter o problema, conta a cientista. 

Os compostos da bebida - o destaque vai para os antioxidantes - provavelmente estão por trás da benesse. Ao afastar o diabete tipo 2, eles também protegeriam contra essa doença cardíaca, raciocina. Já o consumo além da conta deixou o coração na corda bamba. E não é só o excesso que abala o peito. Está comprovado que duas substâncias presentes nos grãos, o “cafestol” e o “kahweol”, são capazes de elevar os níveis de colesterol no sangue, quadro que pode ser o pontapé inicial para várias complicações cardiovasculares. Mas, quando se usa o filtro de papel ou o coador de pano para preparar o café, consegue-se reter boa parte dessas substâncias, ensina Rosana Perim, gerente de nutrição do Hospital do Coração, na capital paulista. Dilema resolvido.


Tremores do Parkinson: Quantas vezes você já ouviu alguém alegar que está mais acelerado porque bebeu café? Isso acontece por causa da cafeína. A exposição à substância gera estímulos cerebrais, especialmente nas áreas que controlam as atividades motoras e o sono, explica a nutricionista Camila Leonel, da Universidade Federal de São Paulo. Para um paciente com Parkinson, doença caracterizada por tremores no corpo, é de supor que a cafeína piore o quadro, certo? Errado. Em estudo realizado, observou-se que ela ameniza o sintoma. 

Para chegar ao achado, os cientistas acompanharam 61 pacientes. Enquanto uma parte recebeu placebo, uma pílula inócua, a outra ganhou uma cápsula com 100 miligramas de cafeína duas vezes ao dia, por três semanas. Nos 21 dias seguintes, o valor passou para 200 miligramas - dose encontrada em cerca de 2 xícaras de café. A melhora motora entre aqueles que ingeriram a substância foi semelhante à de remédios indicados na fase inicial da doença, comenta o neurologista Renato, coordenador da Associação Paranaense dos Portadores de Parkinsonismo, em Curitiba, e um dos autores do trabalho. O efeito parece contraditório, mas a bebida só causa agitação em pessoas que não estão acostumadas a consumi-la ou que exageram, pondera. Na dose adequada, a cafeína contribuiria para o funcionamento da dopamina - e é a falta desse neurotransmissor que abre as portas para o Parkinson.  

Alucinações: Conhecido por incitar a atenção, deixando-nos mais preparados para cumprir as tarefas do dia a dia, o café ganhou a inusitada fama de alucinógeno na Universidade La Trobe, na Austrália. Isso aconteceu depois que os estudiosos recrutaram 92 voluntários e os submeteram a altos ou baixos níveis de estresse e consumo de cafeína. Depois, eles foram orientados a escutar uma mistura de sons e avisar cada vez que ouvissem determinada música. Detalhe: a canção nunca foi tocada. Só que as pessoas mais apreensivas ou com bastante cafeína na circulação - o correspondente a mais de cinco doses de café - se mostraram bem propensas a cair na pegadinha. Alguns estudos relatam que o estresse contribui para a liberação de cortisol, hormônio que favorece experiências alucinatórias. 

E isso parece ser potencializado ao ingerir alimentos estimulantes, como o café, informa a nutricionista Mônica Pinto, da Associação Brasileira das Indústrias de Café. Mas esse efeito só acontece quando se exagera na cafeína, declara. Para a especialista, é importante evitar o uso desenfreado de qualquer item. A noz-moscada usada como tempero, por exemplo, não é prejudicial. Mas, se você comer uma inteira, alucinará por dias. Consumido com moderação, o café só tende a auxiliar na concentração e na capacidade de aprendizagem.


Dor de cabeça: Está aí um tópico que rende pano para mangas. Geralmente, a confusão começa com a dificuldade de estabelecer se a bebida é realmente o estopim da dor de cabeça ou se as pessoas que sentem o incômodo a veem como válvula de escape. Para esclarecer a dúvida, diminua aos poucos a ingestão de cafeína, até tirá-la da dieta, recomenda a pesquisadora Adriana Farah, da UFrj. Lembre-se de que alguns chás e refrigerantes também carregam a substância.

Daí, se a dor não sumir, procure um médico. Em muitos casos, a cafeína é a salvação. Prova disso é que está na fórmula de analgésicos. Algumas cefaleias são caracterizadas pela vasodilatação cerebral. Por deixar os vasos mais estreitos, a cafeína pode atuar como coadjuvante no tratamento.

O benefício dos alimentos funcionais.

Azeite de oliva, soja, peixes e iogurtes fazem parte de uma poderosa lista. Cada vez mais pesquisas relacionam o consumo desses e de outros itens à prevenção de doenças cardíacas, câncer, envelhecimento, problemas intestinais e até sintomas da menopausa. Por causa desses estudos, tais alimentos ficaram conhecidos como funcionais.

"São ingredientes que, além da função nutricional básica, podem alterar seu metabolismo e produzir efeitos benéficos à saúde", diz a professora de nutrição do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição da USP. "Não é cápsula, não é tablete, é alimento."

Não estamos sugerindo montar um cardápio lotado apenas de azeite e peixe, o que seria uma grande loucura! Primeiro, porque os mesmos alimentos diferem entre eles. O tomate de uma região é diferente da outra. Conta também o seu modo de vida. Isso influencia na maneira como os alimentos agem no seu corpo. Ou seja, os alimentos só são capazes de oferecer benefícios quando a dieta é correta.

Veja tudo o que você precisa saber sobre o que os principais "ingredientes" desses alimentos. Fica a dica: antes de incluir ou excluir itens no cardápio, procure um nutricionista que vai analisar o seu perfil e criar uma dieta personalizada.

Peixes marinhos


Não à toa, O principal "ingrediente" dos peixes, o ômega 3, virou moda. Eles melhoram da gordura do sangue, têm ação antioxidante e melhoram o funcionamento do sistema imunológico. O maior benefício mesmo é para a saúde do coração. É que eles ajudam a reduzir os níveis de triglicérides e as placas de gordura nas veias e artérias, que são responsáveis por causar doenças. Há evidências de que o ômega 3 não apenas ajuda a prevenir arritmias, aterosclerose e infartos em pessoas saudáveis como também reduz a incidência de eventos cardíacos e de mortalidade em pacientes com doenças preexistentes.

Quantidade recomendada: 180 g por dia, o equivalente a dois filés pequenos.

Como incluir na dieta: Assados ou cozidos, eles trazem mais benefícios para o coração do que fritos, salgados ou secos.

Soja


Diversas substâncias presentes na soja estão relacionadas à saúde e ao bem-estar feminino. É o caso das isoflavonas. Elas têm a estrutura química semelhante à do estrógeno humano e são também chamadas de fitoestrógeno. Quando absorvidas, atuam como estrógenos fracos e atenuam os sintomas da menopausa, como fogachos, irritabilidade, insônia, depressão, ressecamento vaginal. Elas também contribuem para a manutenção da saúde do sistema nervoso. E tem mais: reduzem os riscos de câncer de útero, ovário e mama, e aumentam a eficácia da radiação para exterminar o câncer de pulmão.

Quantidade recomendada: 150 g de grãos de soja diários ou uma xícara. (chá).

Como incluir na dieta: utilize a proteína como substituto da carne animal ou, dependendo do produto, como se fosse leite.

Suco de uva integral


A uva escura possui substâncias antioxidantes principalmente em sua casca e sementes. O resveratrol e a quercetina estão relacionados à redução do risco de doenças cardiovasculares e à inibição da formação de câncer, coágulos e inflamações. Também vale lembrar que a uva é fonte de vitamina C e também dos minerais ferro e potássio, portanto combate o envelhecimento precoce, e tem uma ótima quantidade de fibras, que contribuem para o bom funcionamento do intestino.

Quantidade recomendada: 300 ml ao dia, o equivalente a um copo e meio.

Como incluir na dieta: beba nos lanches (da manhã ou da tarde).

Frutas vermelhas


Framboesa, amora, mirtilo e o bom e velho morango. Ricas em vitamina C, superimportante para manter a pele jovem e saudável, elas têm ácido elágico, potente para o sistema imunológico. Outra: essas frutas têm flavonoides, compostos com efeito antioxidante, ou seja, que tem ação sobre a formação de radicais livres e a diminuição dos níveis de LDL, o colesterol ruim.

Quantidade recomendada: Uma ou duas xícaras. (chá) das frutas, 300 ml do suco e uma colher. (sopa) de geleia por dia.

Como incluir na dieta: o suco pode ser consumido nos lanches, a geleia no café da manhã e nos lanches e as frutas a qualquer hora (inclusive na forma de picolés e doces).

Chá verde


O chá verde contém catequinas, antioxidantes que combatem os radicais livres. Ele também protege contra Alzheimer e demência. Associado à cafeína presente no chá, ajuda a acelerar o metabolismo, o que contribui para a perda de peso. Além disso, melhora a função celular do sistema circulatório. E tem mais: estudos recentes mostram que ele pode proteger contra o glaucoma e outras doenças da visão.

Quantidade recomendada: de 4 a 6 xícaras por dia.

Como incluir na dieta: Beba quente ou frio, no café da manhã, lanches, ceia ou alguns minutos após as refeições.

Aveia


Cuida do coração, combate o envelhecimento precoce e turbina o corpo com minerais e vitaminas. Ela possui um tipo de fibra solúvel chamado betaglucana, que reduz a absorção do açúcar. Reduz também os níveis totais de colesterol, bem como o LDL e sem efeitos adversos no HDL. Mais vantagens: a aveia carrega poucas calorias e gorduras, além de fornecer vitaminas, especialmente do complexo B, e minerais, como manganês, selênio, fósforo e magnésio, e contém compostos que têm função antioxidante.

Quantidade recomendada: 40 g de farelo de aveia por dia.

Como incluir na dieta: basta salpicar em iogurtes e frutas ou usar no preparo de bolos e biscoitos.

Linhaça


A linhaça reúne muitos minerais (ela possui mais potássio que a banana!), proteínas e vitaminas, inclusive a E, que combate o envelhecimento precoce e doenças degenerativas. Também contem fibras, turbina a saúde cardíaca e também é rica em ômega 3. Para completar, a linhaça possui uma substância chamada “lignana”, que funciona como uma versão "falsa" do hormônio estrógeno, o que ajuda no controle de peso na época da menopausa.

Quantidade recomendada: 1 col. (sopa) cheia por dia.

Como incluir na dieta: prefira a versão dourada e adicione a sucos, vitaminas e iogurte. Compre a semente e triture para ter os benefícios.

Probióticos


Adicionados a iogurtes e leites fermentados, esses micro-organismos chegam vivos ao intestino, onde se reproduzem. O intestino trabalha como um reloginho. Mas os probióticos vão além: fazem um bem danado ao sistema imunológico, porque eles impedem que bactérias e outros organismos nocivos se reproduzam e comprometam a saúde. Já foi comprovada sua eficácia no tratamento de pneumonia, síndrome do intestino irritável, úlceras e rotavírus.

Quantidade recomendada: pelo menos, três vezes por semana.

Como incluir na dieta: consuma iogurtes e leites fermentados com os micro-organismos.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Confira 10 revelações médicas que podem mudar sua vida.

Dizem que a ciência é um campo de verdades transitórias. Não à toa, na bolsa de valores da saúde, algumas recomendações entram em alta, enquanto a cotação de outras despenca. Selecionamos reviravoltas que em algum momento vão influenciar seu dia a dia.

Você deveria comer mais ovo


Por décadas, ele permaneceu à margem daquilo que é considerado um cardápio saudável. A má reputação parecia ter motivo: o ovo era encarado como um poço de colesterol. Tempos depois, cientistas descobriram um composto especial em sua fórmula: a lecitina. "Trata-se de um emulsificante natural de gordura, que inibe a absorção do colesterol no intestino", explica Rosana Perim, gerente de nutrição do Hospital do Coração, na capital paulista. Mas atenção: como a gema é rica em colesterol, recomenda se não exagerar todo dia, especialmente se a dieta já for composta de carne, leite e queijos gordurosos. Três unidades semanais já são um prato cheio para a saúde.

Quem tem doença séria precisa malhar


"Sob a alegação de que o corpo deveria guardar suas energias, já foi padrão prescrever repouso absoluto em casos como câncer ou infarto", relata Moisés da Cunha Lima, fisiatra do Hospital Nove de Julho, em São Paulo. Mas trabalhos científicos ao redor do globo derrubaram essa tese. "Obviamente há restrições e cuidados especiais logo após o diagnóstico, mas manter-se em movimento, hoje, é parte integrante do tratamento de vários males considerados graves", reforçou o Presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, em Salvador. Uma das razões para essa quebra de paradigma é que as atividades físicas aplacam as dores, a fadiga, o estresse e a perda de massa muscular, sintomas pra lá de comuns quando um problema sério dá as caras. Aliás, elas são cada vez mais vistas como um remédio eficaz para atuar diretamente nas enfermidades, já que fortificam o sistema imunológico, regulam os batimentos cardíacos, promovem emagrecimento...

Cuidado com o excesso de exames


O problema é que, além de expor as pessoas à radiação nos exames de imagem, pecar pelo excesso atrapalha a busca pelo diagnóstico porque pode desviar o foco inicial da investigação ou gerar resultados falsos positivos - quando acusam uma doença inexistente. "Assim como remédios, os exames têm indicações específicas e contraindicações", afirma o clínico-geral do laboratório Fleury, na capital paulista. "Conhecer bem o paciente e seu histórico corresponde a 90% do diagnóstico", disse o clínico-geral da Universidade Federal de São Paulo. O excesso não é bom.

Tratar problemas antes de aparecerem


Pré-diabete, pré-hipertensão... Houve uma época em que, na ausência desses nomes criados para designar um estágio que antecede o problema propriamente dito, o médico esperava o diagnóstico e, só aí, traçava o plano terapêutico. Hoje, as mudanças no estilo de vida e, se necessário, a prescrição de medicamentos são cobradas antes de os exames cravarem os valores da doença em si. "Os pré-diabéticos têm só metade do seu pâncreas produzindo insulina, e os estudos mostram que, entre eles, as taxas de mortalidade são mais altas", exemplifica o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto. "Não por menos já receitamos a esses pacientes remédios para melhorar a ação da insulina", diz.

Limpeza demais prejudica


Criar o pequeno em ambientes muito limpos propicia uma situação indesejada: o sistema imune da criança fica destreinado para enfrentar germes e, pior, tende a disparar reações alérgicas diante de substâncias inócuas. É o que propõe a "teoria da higiene" (veja o quadro ao lado), que ganha força com um estudo da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Ao deixar ratos - cujas células de defesa são parecidas com as nossas - em um local estéril, observou-se que esses animais apresentavam mais doenças inflamatórias no intestino e nos pulmões do que os largados em habitat normal. Lógico que ninguém defende conviver com a sujeira 24 horas por dia. "Cuidados como lavar as mãos após as brincadeiras devem ser mantidos", orientou a alergologista da Universidade Federal de São Paulo.

Vício por comida deve ser tratado


Embora a compulsão alimentar tenha sido descrita há algumas décadas, só agora passará a integrar o manual que serve de referência internacional das desordens psiquiátricas. A condição é marcada por ataques periódicos e recorrentes de gula, com direito a iguarias estranhas. "Entre os obesos que procuram tratamento para o excesso de peso, a prevalência da compulsão é de 30%", conta o psiquiatra Adriano Segal, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Esse quadro requer orientação especializada. "Podemos indicar sessões de terapia cognitivo-comportamental e receitar remédios como inibidores de apetite e antidepressivos", esclareceu a psiquiatra.

Todo mundo tem que consumir gordura


O nutriente tão censurado em regimes da moda deve, sim, fazer parte da dieta. Com bom senso, é claro. O primeiro passo para um consumo inteligente é entender que há mais de uma versão de gordura dando sopa por aí e cada uma merece seu espaço no dia a dia (confira no quadro ao lado). A mono e a poli-insaturada, por exemplo, têm prioridade. "A primeira evita a formação de placas nos vasos e, por isso, auxilia a prevenir complicações cardiovasculares", informa a nutricionista Samantha, professora do Centro Universitário São Camilo, em São Paulo. "Já a segunda combate inflamações, melhora o controle da pressão e contribui para a integridade do sistema nervoso." A saturada demanda mais controle. "Em excesso, ela coloca o coração em risco", avisa Ana Paula Chacra, cardiologista do Instituto do Coração de São Paulo. O perigo maior mora na trans - aquela dos alimentos industrializados. É que, além de elevar os níveis do colesterol ruim (LDL), ela derruba os do bom (HDL). Esta é melhor esquecer.

Videogame pode ser saudável


Os novos consoles exigem do jogador muito movimento e preparo físico. Se antes era necessário deslocar somente os dedos, sentado confortavelmente no sofá, agora o desafio é superar os obstáculos do jogo remexendo o esqueleto. E isso, para começar, resulta num belo gasto de calorias. "Ao se exercitar com o videogame em intensidade moderada por um tempo prolongado, já é possível melhorar o condicionamento", atesta o cardiologista Daniel Kopiler, chefe do Serviço de Reabilitação Cardíaca do Instituto Nacional de Cardiologia. Se os golpes, corridas e danças virtuais ainda não substituem em 100% os esportes tradicionais, no mínimo afastam o sedentarismo e promovem bem-estar, sobretudo para os idosos. "Os games aperfeiçoam o caminhar e o equilíbrio em pessoas com idade avançada", confirma o geriatra Virgílio Garcia Moreira, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Hoje, eles já são usados inclusive como ferramenta na recuperação de pacientes que sofreram baques como um derrame.

Exercício em excesso faz mal


A resistência dos triatletas passa a ideia de que eles são extremamente saudáveis. Mas na Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo, pesquisadores avaliaram o sistema imunológico desses atletas e, depois, compararam-no com o de idosas que faziam atividades físicas leves. "Acredite se quiser: as defesas das senhoras estavam mais preparadas para combater infecções do que as dos esportistas" revela a educadora física Tânia Pithon-Curi, que coordenou o trabalho. E isso é apenas um exemplo. Se suar a camisa moderadamente traz benesses dos pés à cabeça, o exagero é um tiro pela culatra, como você verá na tabela à direita. "Daí a importância de buscar profissionais que tracem os limites segundo as características do indivíduo", salienta Jomar Souza.

Parto normal depois da cesárea


As mães de segunda viagem podem escolher o parto natural mesmo que o primogênito tenha nascido de cesariana. O grande temor, há alguns anos, era o rompimento da cicatriz uterina do primeiro procedimento. "Mas agora sabemos que é possível fazer um parto normal, com anestesia, dois anos depois da cesárea", esclarece o obstetra Luiz Fernando Leite, do Hospital e Maternidade Santa Joana, em São Paulo. É por meio de uma conversa com o médico que fica definido se o bebê pode vir ao mundo sem cirurgia. "Tudo deve ser acompanhado de perto no hospital, que está munido dos equipamentos necessários para possíveis emergências", ressalta a obstetra Márcia Maria da Costa, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista.



Tem problemas de mau hálito? Confira como eliminar o popular bafo.

O mau hálito está relacionado com problemas de estômago?

Não. Na verdade, isso é um grande mito. Luciana afirma que foi comprovado cientificamente que alterações estomacais, como a gastrite ou o refluxo, não podem ser responsabilizadas pelo mau hálito, pois temos um músculo, chamado "cárdia", que fecha a entrada do estômago. Por isso, não existe a possibilidade de o conteúdo gástrico retornar ao trato digestivo superior comunicação entre o estômago e a garganta. Segundo a especialista, a associação que pode ser feita é entre halitose e jejum prolongado, já que quando o estômago passa muitas horas vazio um odor desagradável aparece. 


Uma pessoa consegue descobrir se tem mau hálito?

Quem está na dúvida se sofre com o problema deve contar com a ajuda alheia de alguém honesto e de confiança. Isso porque nosso olfato se acostuma com odores constantes e, portanto, não conseguimos identificar o cheiro do nosso próprio hálito.

O mau hálito é aceitável em algum momento do dia?

Sim. Ao acordar, o jejum provocado pelas horas de sono e a falta da produção de saliva podem causar um cheiro pouco agradável momentaneamente. Porém, Luciana afirma que, depois do café da manhã e da higiene bucal, ele deve desaparecer. Períodos de jejum prolongado ao longo do dia também comprometem o hálito.

Como se livrar de vez do problema?

A especialista afirma que existem mais de 60 causas que levam à manifestação do mau hálito. As principais estão ligadas a problemas bucais, como higienização insuficiente e doenças da gengiva. Somente um especialista pode diagnosticar cada caso. As dicas da profissional: faça diariamente uma limpeza bucal completa (o que inclui o uso do fio dental e a limpeza da língua); mantenha uma alimentação equilibrada; ingira cerca de 2 litros de água por dia; faça pequenas refeições a cada 3 horas e visite o dentista regularmente.
 
S.O.S. Mau Hálito

Quem nunca pensou em cometer um ataque de sinceridade extrema sob o risco de colocar a amizade em risco e avisar uma pessoa que ela sofre de mau hálito? Mas o constrangimento nos leva, no máximo, a oferecer um chiclete ou uma balinha de hortelã. Quer ajudar de forma efetiva? A Associação Brasileira de Halitose oferece um serviço em seu site que é certeiro: um e-mail, ou uma carta, com o alerta sobre o problema é enviado para a pessoa com bafo. A correspondência também inclui um texto explicativo com as origens do mau hálito e como tratá-lo. A identidade de quem solicitou o serviço é mantida em absoluto sigilo, ok?

Alimentos que turbinam a sua inteligência.

O trio de nutrientes: selênio, zinco e ferro têm impacto direto na inteligência. Segundo o médico nutrólogo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Mauro Fibesrg, eles são essenciais para melhorar o desempenho cognitivo, a memória e o raciocínio.

Carne


Os alimentos de origem animal são as principais fontes de ferro. Opte por cortes mais saudáveis, como a alcatra, que é menos calórica.

Coentro

Dizem que é o segredo de todas as cozinheiras. Para os nutricionistas, o coentro diminui a quantidade de açúcar no sangue e oferece ferro ao corpo.

Castanha de caju

É calórica, mas consumida com moderação ajuda no funcionamento do intestino, da memória e na sensação de saciedade.

Hortelã

Além de agregar sabor e aroma nos pratos, a hortelã alivia o cansaço e ajuda a manter o corpo alerta.

Feijão

Uma das principais fontes de ferro no cardápio do brasileiro, amplia a sensação de saciedade e turbina as funções cerebrais.

Tofu


Com poucas calorias, ele não compromete a dieta e pode ser utilizado em lanches e saladas.

Pinhão
 

Não precisa comer só na festa junina. Ele ajuda na concentração, nas defesas do organismo, e cada unidade tem só 12 calorias.

Nozes

Rica em antioxidantes e ajuda a manter o cérebro jovem e também faz bem ao coração.

Espinafre

Rico em ferro, o alimento reforça os músculos e o cérebro. A hortaliça melhora o desempenho de todas as células do corpo.

Soja

Queridinha dos nutricionistas, rica em ferro e zinco, ela ainda melhora o humor e alivia calores da menopausa.

Ervilha

Também rica em zinco, ela pode compor saladas e pratos quentes, além de colorir a refeição e facilita o consumo pelas crianças.

Grão-de-bico

A leguminosa é rica em zinco, ajuda a limpar o organismo e amplia a sensação de saciedade.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Saiba como você deve proceder em 5 situações de emergência.

Queimadura na pele: Principal ocorrência de acidentes domésticos, também é classificada em três níveis, de acordo com a gravidade:


1º grau: é superficial, provoca dor, vermelhidão e não forma bolhas. Exige socorro médico se atingir boa parte do corpo. Coloque na água corrente fria e não ponha pasta de dente ou manteiga.

2º e 3º graus: tem formação de bolhas e a dor é intensa e, no caso da de 3º grau, atinge músculos e ossos, a aparência é escura (carbonizada) ou esbranquiçada, e pode levar à morte. Coloque a área lesionada em água fria corrente para resfriar a pele e aliviar a dor. Depois, cubra com uma gaze ou pano limpo e encaminhe a pessoa ao hospital mais próximo. Caso a roupa cole à pele queimada, não puxe o tecido, porque pode machucar mais ainda.

Convulsão: Durante a crise, a pessoa se contorce toda, os lábios ficam azulados, os dentes travam e ela saliva.

O que fazer: Coloque a vítima deitada de costas num local plano e afrouxe a roupa dela. Não tente introduzir o dedo entre os dentes para que a língua não enrole (isso não causa engasgo). Deixe a vítima se debater e se preocupe apenas em tirar os objetos ao redor que ofereçam risco, como fios e objetos perfurantes.

Engasgo em adultos: Ocorre quando um objeto estranho fica preso na garganta e restringe o fluxo de ar. Sem primeiros socorros, a falta de ar pode causar danos cerebrais ou até morte.

O que fazer: Acalme a pessoa e oriente-a a tossir para expelir o objeto. Caso não resolva, deve-se aplicar a Manobra de Heimlich. Para isso, coloque a pessoa engasgada em pé e posicione-se atrás dela. Coloque suas mãos entre o umbigo e as costelas, comprimindo a parte superior do abdômen contra os pulmões, com movimentos para cima e para dentro até eliminar o corpo estranho. Não ofereça água e não tente remover o objeto sem tê-lo enxergado antes. Também não dê tapas nas costas, pois se a obstrução for parcial, há risco de fazer com que o objeto se aloje mais profundamente na garganta, causando obstrução total.

Desmaio: Os desmaios são causados pela diminuição de sangue no cérebro, seguido pela perda da consciência, que se "apaga" por alguns minutos. De modo geral, não significam algo grave. O maior problema dessa situação está na queda, em que a pessoa pode sofrer traumatismos e fraturas.


O que fazer: Se a pessoa começou a desfalecer, tente apoiá-la antes que caia. Caso o desmaio já tenha acontecido, mantenha a vítima deitada. Incline sua cabeça para trás, mantendo as vias aéreas liberadas, vire a cabeça de lado para evitar que aspire secreções que possam sufocá-la e afrouxe a roupa para melhorar a circulação. Quando retomar a consciência, não permita que se levante sozinha por pelo menos dez minutos. Não jogue água em seu rosto e não ofereça água após a recuperação, pois ela pode se afogar por falta de reflexos.

Tosse ou vômito com sangue: O vômito pode indicar problemas no estômago como, por exemplo, uma hemorragia. A gravidade depende da quantidade de sangue. Da mesma forma, a tosse com sangue pode ser um indício de uma doença no pulmão, como algum tipo de câncer ou infecção. De qualquer maneira, procure um médico para avaliação, mesmo que não haja mais sintomas.


O que fazer
: Mantenha a pessoa sentada e a acompanhe ao pronto atendimento de um hospital. Fique atenta à quantidade de sangue e de vômito, que pode levar à desidratação, mas não ofereça água em grandes quantidades. Em um cenário menos crítico, tossir sangue pode ser apenas uma ferida no nariz ou na garganta. Neste tipo de situação, há pouco sangue e não há necessidade de ações específicas.

Coma 7 porções de frutas e vegetais por dia e reduza risco de morte.

Comer sete ou mais porções de frutas, verduras e legumes por dia é mais saudável do que as cinco recomendadas pelos médicos e prolongaria a expectativa de vida, revela uma nova pesquisa. Cada porção contém cerca de 80 gramas, equivalente a uma fruta grande ou um punhado de frutas ou verduras e legumes pequenos.

O estudo sugere que quanto mais alimentos desse tipo as pessoas ingerirem, menos chances têm de morrer – em qualquer idade.

Entre os benefícios comprovados, está a redução do risco de câncer e de doenças cardíacas.
 

Cientistas analisaram dados do National Health Survey entre 2001 e 2008, que é uma espécie de Censo da Saúde do Reino Unido, que coleta informações sobre a saúde dos britânicos por meio de questionários e visitas médicas, além da análise da dieta alimentar e do estilo de vida dos pacientes.

Além disso, os estudiosos avaliaram a mortalidade geral, além das mortes causadas por câncer, doenças cardíacas e derrame. Eles descobriram que o risco de morte precoce provocada por qualquer uma dessas doenças caiu, ao passo que a ingestão de frutas e vegetais aumentou.

Ao longo da pesquisa, os cientistas descobriram que o risco de morte foi reduzido em:

- 14% se o indivíduo ingerir entre uma e três porções de frutas, verduras e legumes por dia.

- 29% entre três e cinco

- 36% entre cinco e sete

- 42% para sete ou mais

A pesquisa também constatou que vegetais frescos possuem um potencial maior de proteção, seguidos pelas saladas e depois pelas frutas. Já o suco de frutas não oferece benefícios, enquanto que frutas enlatadas aumentam o risco de morte – possivelmente porque elas são armazenadas em uma calda de açúcar, dizem os pesquisadores.

Segundo o responsável pela pesquisa, os benefícios para a saúde crescem à medida que mais porções de vegetais e frutas são ingeridas por dia.

Ele lembrou que mesmo pequenas frações são "melhor do que nada". A proteção que frutas e vegetais conferem ao organismo contra doenças está ligada a presença de antioxidantes, que curam os danos às células, acrescentou.

Desconfiança: Alguns especialistas, no entanto, demonstraram desconfiança em relação à pesquisa e alegaram que a queda na mortalidade do grupo analisado pode estar mais associada à mudança do estilo de vida, como deixar de fumar ou beber em excesso, do que ingerir frutas e vegetais com frequência.

Segundo o professor Tom, da Escola de, "já era sabido" que as pessoas que ingerem mais frutas e vegetais são mais preocupadas com sua saúde, mais educadas e com mais renda, o que, eventualmente, pode reduzir os riscos de morte.

"Acho temerário fazer qualquer afirmação sobre o que as pessoas devem comer baseado apenas nas informações encontradas pelo estudo", disse.

Naveed Sattar, da Universidade de Glasgow, afirmou que comer sete porções de frutas e vegetais ao dia seria um "desafio".

"Esse hábito exigiria um apoio do governo como o subsídio do preço das frutas e dos vegetais, talvez a partir da sobretaxação dos alimentos ricos em açúcar, além de tornar disponíveis produtos de alta qualidade à toda sociedade", sugeriu. Já Alison Tedstone, da Public Health England, órgão do governo britânico voltado para a saúde, diz ter achado o estudo "interessante", mas "prematuro" ao recomendar a ingestão diária de mais de sete porções de frutas e vegetais ao dia.

Ela lembrou que dois terços dos britânicos não chegam a comer nem cinco porções desses alimentos diariamente.

"Estamos trabalhando intensamente para aumentar a disponibilidade de frutas e vegetais", afirmou Tedstone.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Lasanha saudável? Será que é possível?

Lasanhas são uma delicia e cada um tem seu jeito especial de preparar. Mas infelizmente não é um dos pratos mais saudáveis, já que é sempre carregado de muito molho e queijo, só que é possível reduzir um pouco a gordura e deixar ela muito mais saudável com alguns truques básicos, mas sempre sem abrir mão do sabor.



Confira algumas dicas rápidas da Singular para transformar esse delicioso prato em um aliado para sua saúde: 


1) Troque a massa de trigo branca por integral ou por vegetais como abobrinha e berinjela.

2) Use recheios como frango, peito de peru ou carnes magras.

3) Abuse dos legumes, vegetais e cogumelos como espinafre para aumentar o valor nutricional.

4) Adicione linhaça e outras fontes de fibras em seu recheio para dar maior sensação de saciedade.

5) Procure queijos light que possuem uma boa redução de gorduras.

6) De preferência para molhos caseiros como os de tomate frescos.