quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Confira os perigos de quem é fumante passivo.



Antes o incômodo fosse apenas o cheiro forte impregnado nas roupas e no cabelo. Mas os problemas são bem mais graves para quem convive com a fumaça do cigarro dos outros. 
 
"O fumante passivo corre tantos riscos quanto o dependente em tabaco. Muitas vezes até mais do que o próprio fumante", afirma o pneumologista Sergio Ricardo Santos, presidente da Comissão de Tabagismo da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT). "Não importa quem acendeu o cigarro, o que interessa é quem inalou a fumaça". Se você é fumante, veja os riscos que as pessoas à sua volta sofrem por causa disso. E, caso não fume, fique atento à qualidade do ar que você inala.

Irritações: Algumas reações como irritação nos olhos, tosse, coriza, dor de cabeça, agravamento de doenças respiratórias e náuseas são os chamados sintomas de curto prazo para os fumantes passivos. Com base na especialista em tabagismo Sabrina Presman, da Associação Brasileira de Estudo do álcool e outras drogas (Abead), esses riscos aumentam quando os fumantes concentram-se em lugares fechados ou pequenos, como festas ou dentro do carro.  

Doenças pulmonares: A especialista Sabrina Presman afirma que crianças expostas diariamente à fumaça do cigarro têm chances 50% maiores de desenvolver alguma doença crônica, como bronquite e asma. Nos adultos que já sofrem com esse tipo de problema, a intoxicação agrava os sintomas e provoca crises frequentes de falta de ar. 

Câncer: Você está muito enganado se acha que só os fumantes correm risco de ter câncer. O ambiente onde uma pessoa acabou de fumar contém as mesmas substâncias inaladas pelo dependente. E pior: em maior quantidade. Os cânceres relacionados à inalação da fumaça do cigarro são os de pulmão, vias aéreas e brônquios, fígado e bexiga. 

Piora da saúde mental: A exposição à fumaça do cigarro, para fumantes ou não fumantes, pode aumentar os riscos de doenças psiquiátricas. Estudo da University College London, no Reino Unido, avaliou os níveis de cotinina (substância indicadora de exposição ao fumo) na saliva de 5,5 mil não fumantes e 2,7 mil fumantes sem histórico de doenças mentais e constatou: a maior exposição ao cigarro aumentava em 50% as chances de aparecimento de algum tipo de sofrimento psicológico, como depressão e transtornos de ansiedade. E este número aumenta conforme aumenta a exposição aos gases tóxicos.

Afeta a aprendizagem de crianças: Rebeldia, irritação e dificuldades de relacionamento e na escola são comuns em crianças expostas à fumaça do cigarro. Uma pesquisa da Academia Americana de Pediatras, feita com mais de 55 mil crianças de até 12 anos, mostrou que cerca de 6% delas estava exposta ao fumo passivo dentro de casa e sofriam as consequências disso. Os resultados mostraram que crianças que fumavam passivamente tinham 50% mais chances de desenvolver problemas de comportamento e aprendizagem, tanto na escola quanto na relação com os pais.  

Sinusite crônica: A fumaça do cigarro é um dos principais gatilhos para a sinusite crônica, de acordo com estudo da Universidade de Brock, no Canadá. Para chegar a esse resultado, a pesquisa avaliou 306 adultos que não são fumantes que desenvolveram sinusite e 306 que não são fumantes saudáveis. O acompanhamento desses voluntários permitiu descobrir que a exposição à fumaça do cigarro triplicou as chances de desenvolver a doença crônica. A incidência da doença é maior em pessoas que já apresentam algum sintoma de sinusite. "Os sintomas da sinusite são agravados quando você é fumante passivo. Por causa disso, a doença eventual pode acabar se tornando um problema crônico", afirma Sabrina Presman.

Prejudica a audição de adolescentes: Muitos adolescentes expostos à fumaça do tabaco têm quase o dobro do risco de sofrer perda auditiva em relação aos que estão livres do ar tóxico, segundo estudo desenvolvido na Universidade de Medicina de Nova York, nos Estados Unidos. A pesquisa envolveu mais de 1.500 adolescentes com idades entre 12 e 19 anos, avaliados inicialmente em suas casas e, depois, submetidos a testes de audição e avaliação de amostras de sangue para determinar os níveis de substâncias que pertencem à fumaça do cigarro.

Por fim, os pesquisadores concluíram que os adolescentes expostos ao fumo passivo estão mais propensos à perda auditiva neurossensorial, problema que costuma ocorrer na velhice ou entre crianças nascidas com surdez congênita.

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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Algumas dicas de evitar a perda de memória!

A perda de memória pode ser evitada, embora a idade tenha um papel muito importante em prejudicá-la. Algumas pesquisas mostram cada vez mais que estilo de vida saudável pode reduzir muito a probabilidade de perder a memória. As informações são da Fox News.



Confira agora algumas maneiras de conservar a memória: 

Movimente-se: Estudos mostram que os exercícios retardam a perda de memória e demência. Caminhar e fazer outras atividades leves, como jardinagem, preserva a memória dos adultos por mais tempo que a dos sedentários, de acordo com pesquisas. Outro estudo recente descobriu que atividades físicas compensam o encolhimento do cérebro que acontece com a idade.

Coma frutas e vegetais: Um estudo recente descobriu que os idosos que consumiam uma dieta rica em frutas e vegetais quando 30 anos mais jovem, apresentaram menor risco de demência. Estresse oxidativo e inflamações são fatores que contribuem para desenvolvimento da demência. Frutas e verduras contêm cargas de antioxidantes e de anti-inflamatórios, o que pode proteger o cérebro contra esse dano.

Reduza fatores de risco de doenças cardíacas: Fatores de risco para doenças cardíacas, como diabetes, o estresse crônico, colesterol alto, e estar com sobrepeso ou obesos também têm implicado na demência. Alguns desses fatores, como diabetes, são particularmente potentes se eles surgem na meia-idade, ou depois. 

Informe-se: Participar de atividades culturais e de leitura também protege o cérebro. Um novo estudo descobriu que estar aberto a novas idéias também podem atrasar a demência. Estar aberto significa estar curioso, ter sede de conhecimento e capacidade para pensar sobre novas ideias. Indivíduos com maior abertura são mais ativamente engajados em atividades enriquecedoras cognitivamente e essas atividades são protetores do desempenho cognitivo, segundo estudo.

Cuide dos seus dentes: Estudos descobriram que o desenvolvimento de doença periodontal no início da vida está diretamente associado a um risco do surgimento do Alzheimer. A pesquisa mostrou em entre gêmeos o que teve maior perda de dente desenvolveu demência.

Trabalhe com atividades difíceis: O tipo de trabalho que você faz pode também proteger contra o declínio cognitivo. A pesquisa sobre gêmeos mostrou que ter um emprego que envolve trabalho complexo com, persuasão, orientação, instrução e supervisão está associado a um menor risco de Alzheimer e demência . Trabalhar com dados complicados também reduz o risco.

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Confira algumas técnicas para melhorar o seu sono!



Alguns especialistas afirmam que o sono muda ao longo da idade. Segundo o site Huffington Post, quanto mais velha a pessoa fica, mais cedo ela se cansa e com isso, acorda mais cedo. Por exemplo, os bebês podem dormir até 16 horas por dia, enquanto um adulto irá ficar na cama entre sete e oito horas por dia. E esse número segue diminuindo quando a velhice chega.



"Análises demonstraram que a quantidade de sono que temos diminui em cerca de 10 minutos por década até a idade de 60 anos, e que este declínio é mais acentuado nos homens em comparação com as mulheres", disse o pesquisador Bradley Edwards da Harvard Medical School, dos Estados Unidos.

Ele explicou ainda quais as alterações normais do sono chegam com a avançar da nossa idade. São elas: ter sono mais cedo e cochilar durante a tarde, levar mais tempo para conseguir dormir, dormir por menos tempo, acordar com mais frequência durante a noite, acordar mais cedo.

O grande problema para muitos adultos é que alguns deles não aceitam estas mudanças e, ao invés disso, "começam a se preocupar com o sono mesmo quando não tem nada de anormal quanto a isso", explica Dan G. Blazer, geriatra e psiquiatra da Universidade de Duke, também nos Estados Unidos. Ele diz ainda que as nossas preocupações são grandes inimigas do sono e que esse hábito continua sendo essencial para a saúde física e mental, mesmo com o passar das décadas.

Com tantas mudanças, a mais difícil delas é que os idosos têm uma fase avançada de sono, querendo ir para a cama por volta das 19 horas e acordando muito cedo. Assim, para as pessoas com vidas sociais mais agitadas, que têm planos de jantar com os amigos, por exemplo, este ciclo de sono pode se tornar um conflito. Assim, ficar acordado quanto está com vontade de dormir pode atrapalhar o sono o que causa a vontade de tirar um cochilo durante a tarde.

Como ter um sono melhor?

Alguns especialistas falam em higiene do sono, métodos que ajudam a melhorar a qualidade do hábito e que devem ser cuidados com o passar dos anos. 

Confira agora algumas dicas:

- Limite os cochilos ao início da tarde, caso você realmente precise deles.

- Tenha uma rotina de sono indo dormir em horários parecidos. Alterar muito o momento de ir para a cama pode dificultar o ciclo.

- Evite álcool, cafeína e tabaco. 

- Faça exercícios físicos durante o dia, mas evite a academia depois das sete horas da noite.

- Use sua cama apenas para dormir e fazer sexo. Evite trabalhar, ver TV ou estudar nela.

- Evite olhar para o relógio quando acorda durante a madrugada.

- Mantenha o quarto fresco e deixe o ar circular durante o dia.

- Evite focar nas preocupações antes de dormir.

- Mantenha o quarto escuro e, antes de dormir,  evite focos fortes de luz, como a televisão, por exemplo.

- Se a falta ou excesso de sono estiver incomodando muito, converse com seu médico, pois pode ser mais do que o avançar da idade. Dor crônica, depressão e distúrbios de sono devem ser tratados por especialistas.

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Proteja sua pele no verão!


Com os termômetros em alta, os programas ao ar livre se tornam convites inaceitáveis. Mas sem proteção, seus passeios à luz do dia podem causar alguns problemas como queimaduras, manchas e até mesmo câncer. A principal arma contra esses males é o famoso filtro solar.


"Embora as pessoas estejam mais conscientes sobre a importância do uso do protetor, elas não aprenderam a utilizá-lo de maneira correta. É comum ver pacientes com queimaduras porque não aplicaram o filtro em áreas como a parte de trás das orelhas, o pescoço, os ombros e os pés", disse o dermatologista Caio Castro, da PUC do Paraná (PUCPR).

Toda a incidência de raios solares não é a única causa dessas moléstias no verão. A combinação de umidade e de calor contribui para a proliferação de bactérias e fungos que desenvolvem uma série de doenças como as micoses. "O clima também é ótimo para os mosquitos, o que aumenta a incidência de surtos da dengue e de reações alérgicas a picadas."

Confira agora nove principais maneiras de proteger a sua pele no verão:

Consuma vegetais verde-escuros e alaranjados: Alguns alimentos como cenoura, abóbora, mamão, laranja, espinafre e brócolis são muito ricos em betacaroteno, substância que tem ação antioxidante, ou seja, previne o envelhecimento celular precoce, e estimula também a produção de melanina, que ajuda a manter o bronzeado e proteger a pele contra a incidência dos raios solares.

Repelente antes do protetor: No verão, as pessoas costumam passar mais tempo em áreas gramadas e abertas, e acabam ficando mais suscetíveis a picadas de insetos. Porém, se usar repelente, é preciso tomar muito cuidado: quando é aplicado junto ao protetor solar, um produto prejudica a absorção e a eficácia do outro. O recomendado é passar o repelente cerca de meia hora antes da aplicação do filtro solar, e reaplicá-lo a cada duas ou três horas para manter a proteção contra os insetos sempre ativa.

Evite a umidade: Fungos causadores de micoses – infecções que provocam coceira e manchas brancas ou vermelhas na pele – encontram no verão as condições perfeitas para se reproduzir: o calor e a umidade. Manter o corpo seco evita esse problema: procure enxugar-se bem após o banho (principalmente nas regiões das dobras, como as axilas e entre os dedos dos pés), não ficar muito tempo com roupas molhadas e vestir tecidos que ajudem na transpiração, como o algodão.

Hidrate-se: A alta exposição solar pode ressecar e queimar a pele, e por isso o uso de hidratantes é considerado indispensável. "É melhor passar o creme depois de tomar sol, nunca antes, pois ele abre algumas células da pele, facilitando a entrada dos raios solares", explica o dermatologista Caio Castro. Tomar água, 1,5 litro por dia aproximadamente, também ajuda a hidratar a pele, assim como consumir alimentos com alta concentração do líquido, a exemplo da abobrinha, o pepino e a melancia.

Use filtro solar: Se o protetor precisa ser aplicado no ano inteiro, no verão o cuidado deve ser maior ainda. O ideal é passar o produto meia hora antes da exposição solar, para que assim o corpo possa absorvê-lo da melhor maneira possível, e reaplicar de uma em uma hora. "Suor e água do mar ou da piscina removem o protetor da pele rapidamente", explicou o dermatologista Caio Castro. Para aqueles que não vão à praia ou outro lugar de exposição intensa, aplicar o filtro de manhã e após o almoço é o suficiente.

Quem quer se bronzear deve ficar atentos a alguns sinais: quando a pele começa a ficar vermelha, é hora de procurar a sombra – nesse momento, o limite de proteção da pele está sendo ultrapassado. "Os danos provocados pelos raios solares são cumulativos e podem aparecer depois de muitos anos, quando a geração que hoje tem 20 anos chegar aos 40", disse Caio Castro.

Coloque óculos escuros: A pele fina da pálpebra é um dos principais alvos e mais comuns do câncer de pele. A doença pode ser evitada com o uso de óculos escuros, de preferência modelos de armações largas. Na hora da compra, é recomendável checar se as lentes possuem proteção contra raios UVA e UVB.

Aposte em bonés e chapéus: Bonés e chapéus de abas largas ajudam a proteger o rosto contra a incidência de raios solares. Os acessórios são obrigatórios para pessoas calvas. Chapéus feitos com tecidos especiais, que protegem contra raios ultravioletas, também são boas opções.

Escolha os horários de exposição: Quem quer se bronzear deve seguir uma série de cuidados. Os melhores horários para exposição são aqueles em que o sol ainda está fraco, antes das 10 horas de manhã e depois das 3 horas da tarde. O uso de filtro solar com fator de proteção 30 ou maior continua essencial – eles protegem contra a formação de manchas, rugas e câncer de pele.

Tome cuidado com frutas cítricas: O contato entre a pele e o suco de algumas frutas cítricas, como maracujá e o limão, quando somado à exposição solar, pode ocasionar queimaduras com manchas ou bolhas escuras que levam meses para desaparecer. Após tocar essas frutas, é muito importante lavar bem a área antes de se expor ao sol.

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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Aprenda a se exercitar sem ir para a academia!



E com essa chegada do verão, o número de frequentadores das academias aumenta muito, pessoas correndo contra o tempo para tornear o corpo que vão exibir durante a estação. Porém esse ambiente não é tão agradável para muitas pessoas que querem se exercitar. "Quem procura a academia mais para os benefícios à saúde do que à estética, geralmente se frustra, porque encontra um lugar cheio de jovens com corpos esculturais", diz Bruno Modesto, educador físico da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (EEFE-USP). 

Fazer exercícios fora da academia traz tantos benefícios quanto malhar dentro, só que com a vantagem da liberdade de escolha de horário e local. "O mais importante é a pessoa descobrir alguma atividade de que goste. Só assim ela conseguirá repeti-la o suficiente para os resultados aparecerem", explica a educadora física Mara Patricia Chacon, professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Caminhe: Entre muitos benefícios da caminhada, estão a queima de calorias, que ajuda a emagrecer, e a melhora do sistema cardiovascular. O hábito de caminhar pode ser incorporado facilmente na rotina: basta estacionar o carro um pouco mais longe do trabalho do que o habitual ou levar o cachorro para passear, por exemplo. "Outra boa ideia é ir ao mercado andando. Na ida, você está sem peso nenhum. Na volta, conta com a carga das compras para forçar um pouco mais o corpo", sugere a educadora física Mara Patricia Chacon, professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Pule corda: O exercício ajuda a emagrecer e melhora a coordenação, pois exige movimentos simultâneos de diversas partes do corpo. Mas o benefício só se manifesta a partir do momento em que a pessoa consegue pular por, no mínimo, 1 ou 2 minutos sem parar. "Pode ser difícil no começo, porque envolve um padrão motor diferente do que usamos no cotidiano", explica Bruno Modesto, educador físico da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (EEFE-USP). "Vale a pena persistir: no decorrer do tempo, a atividade fica mais fácil."

Troque o elevador pela escada: Para evitar qualquer tipo de lesões, o ideal é começar com poucos lances e aumentar gradativamente o número de andares, conforme o corpo se acostumar ao exercício. Pode-se subir dois andares na primeira semana, por exemplo, e acrescentar mais um a cada sete dias. Valorize também o sentido inverso: descer degraus promove o gasto calórico e trabalha os membros inferiores do corpo, além de exigir mais coordenação e concentração do que a subida.

Transforme sua casa em uma academia: Uma esteira ou uma bicicleta ergométrica transformam a casa em seu próprio ginásio. Se o objetivo é começar a fazer musculação, a sugestão é comprar um colchonete e halteres e caneleiras de 1 a 5 quilos. "Para músculos pequenos, como o tríceps, é melhor iniciar os exercícios com 1 ou 2 quilos. Para os grandes, como as costas, comece com 4 quilos", sugere Bruno Modesto. A carga deve ser aumentada quando a última repetição de cada série ficar fácil. "Para ganhar resistência muscular, é recomendável fazer duas ou três séries com quinze repetições cada uma."

Aproveite o ar livre: São muitas as opções de exercícios que podem ser praticados em ambientes externos. Em parques, é possível pedalar, correr, patinar, andar de skate ou fazer alongamento, entre outras atividades. Para os amantes da natureza, existe a opção dos esportes radicais, como o montanhismo.

Experimente esportes coletivos: A prática de esportes coletivos oferece uma experiência bem diferente do ambiente da academia. Procurar um clube para saber quais esportes são oferecidos ou montar um time de amigos para jogar futebol, vôlei ou basquete na quadra do condomínio pode fazer bem à saúde física e mental, pois desenvolve capacidades como a habilidade de trabalhar em grupo e a competitividade.

Jogue videogame: Foi-se o tempo em que videogame era sinônimo de preguiça e sedentarismo. Atualmente, alguns aparelhos contam com sensores de movimento que exigem que o jogador saia do sofá e se mexa para cumprir as tarefas do jogo. O equipamento, porém, deve ser usado com parcimônia. "O jogo faz com que você se movimente e gaste calorias, mas não é um exercício físico completo, e, na maioria das vezes, não será praticado com regularidade. Por isso, deve ser encarado como um complemento à atividade física", afirma Bruno Modesto.

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