sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Com a chegada do verão, seja saudável e ganhe uma barriga sarada com isso!


Com a chegada do verão e das festas de fim de na, está mais do que na hora de você começar a pensar no biquíni ou uma roupa mais curta, certo?

Porém, acima de tudo isso, o importante é se sentir bem e com saúde - isso deve estar em primeiro lugar.


Há sempre algo que incomoda no nosso corpo, e a barriguinha saliente é a campeã de reclamações em homens e mulheres. Dificilmente você vai encontrar alguém que esteja satisfeito, que não queira eliminar medidas e as famosas gordurinhas.

Muitos estão na luta há anos para conquistar uma barriga sarada e, com muito sacrifício, conseguem diminuir medidas localizadas nessa região. Por outro lado, outras pessoas tem a sorte de conseguir bons resultados quando elimina apenas alguns quilinhos.

A diferença está no metabolismo de cada um. Organismo e genética também tem uma grande influencia.
Portanto, você deve respeitar o seu corpo como ele é.
Apesar disso, há como deixar a sua barriga com uma melhor aparência.

Basta fazer a sua parte, isso por meio de uma boa alimentação e com a prática frequente de exercícios. Se você estiver com o peso acima do adequado, também é necessário emagrecer.
Veja algumas dicas que vão te ajudar a se sentir bem melhor com sua barriga:

O que aumenta a barriga?

Consumir em excesso alimentos que causam flatulência (gases), como: refrigerantes, feijões, frituras, enlatados, carne vermelha, frios e embutidos.


Não mastigar corretamente. Mastigar bem também evita o acúmulo de gases.


Alimentos que retém líquidos, ricos em sódio, alimentos industrializados de forma geral, embutidos, sal de cozinha em excesso, evite.


E quais alimentos ajudam a ter uma barriga retinha?
Fibras e líquidos: Beba bastante água, líquidos como chás, suco de frutas naturais, água de coco, etc.

Consuma diariamente alimentos ricos em fibras: verduras, legumes, frutas, alimentos integrais, aveia, farelo de trigo, semente de linhaça e outros. Isso vai favorecer um bom trabalho intestinal.

Alimentos considerados diuréticos: chás, suco de limão, melancia, morango, abóbora, agrião, escarola, folhas de beterraba, pepino.


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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Conheça 11 causas comuns para sentir tontura

A terceira queixa mais comum em consultórios médicos do Brasil é a tontura. O sintoma só fica atrás de dor e febre. E assim como os outros dois, a tontura pode ter uma série de razões ocultas. Mais de 300 quadros clínicos podem levar a essa sensação.

Uma coisa é certo: quem ainda não teve, em algum momento da vida, terá sinais como falta de equilíbrio, sensação de possível queda ou de que a cabeça está girando.


De modo geral, as causas estão relacionadas com o labirinto, uma estrutura localizada no ouvido interno que está relacionada à audição e equilíbrio. Quando ele é afetado por um dos fatores, (que podem ser infecciosos, inflamatórios e neoplásicos decorrentes de tumores), pessoa fica com a sensação de ter perdido o equilíbrio. O ideal é que um médico seja procurado assim que o sintoma aparecer.

Segundo Fernando Ganança, otorrinolaringologista da Sociedade Brasileira de Otologia (SBO), mais de 90% das pessoas apresentam melhora parcial ou total depois de iniciar um tratamento. Outra boa notícia é que raramente a tontura indica um problema neurológico mais sério, como um derrame, hemorragia cerebral ou esclerose múltipla.

Abaixo, 11 causas comuns para a tontura:

Anemia: Quando o corpo não possui ferro suficiente para produzir hemoglobina, que é a proteína que transporta oxigênio no sangue, a pessoa pode ter tontura, entre outros sintomas, se não houver tratamento.

Gripe: Pode obstruir a cavidade nasal. Com o nariz congestionado, outras áreas são afetadas e podem trazer consequências diretas ao labirinto, causando a tontura.

Enxaqueca: As dores de cabeça podem vir acompanhadas de náuseas e sensibilidade à luz. Em alguns casos, a enxaqueca pode vir junto com tontura.

Síndrome metabólica: Problemas como diabetes ou colesterol alto também podem causar tonturas. No caso do colesterol, por exemplo, há um engrossamento do sangue que prejudica a oxigenação do labirinto — fazendo com que o sintoma ocorra.

Transtornos de ansiedade: Sintomas como respiração ofegante, taquicardia e tontura podem ser sintomas de uma crise de ansiedade.

Distúrbios hormonais:  A menopausa ou distúrbios na tireoide comprometem o labirinto. Nesse caso, a tontura pode não ser permanente, mas recorrente.

Distúrbios neurológicos:
Entre 10 e 15% das tonturas tem origem neurológica, como por exemplo tumores que envolvam o próprio labirinto ou os nervos que saem dele, além de doenças degenerativas.

Lesões: Uma pancada forte na cabeça pode afetar o labirinto. Um trauma acústico também - por exemplo, se uma pessoa ficar próxima de uma caixa acústica potente poderá ter tontura. Outro tipo de lesão é o barotrauma, que é ligado a pressão no interior do corpo. O problema pode ocorrer ao decolar no avião ou durante um mergulho na água.

Medicamentos: Alguns medicamentos têm a tontura como efeito colateral. Por isso, é importante questionar o médico sobre as reações adversas dos remédios.

Distúrbios na visão:
Problemas visuais, como distúrbios de refração (como miopia, hipermetropia, astigmatismo), e alterações na pressão intraocular podem dar a falsa sensação de movimento, causando tontura.

Doenças cardiovasculares: Arritmias, hipertensão e alterações dos vasos que levam o sangue para o ouvido, como é o caso da aterosclerose, alteram o fluxo de sangue que vai até o labirinto.

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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Onze maneiras de controlar a vontade de comer doces.

Doces estão vinculados a uma ideia de felicidade. Eles são presença certa em comemorações e ajudam a apaziguar os ânimos em momentos estressantes, principalmente depois de um dia difícil no trabalho, é comum se considerar merecedor de uma generosa fatia de bolo de chocolate.


De fato, os doces fornecem energia ao organismo e estimulam a produção de um hormônio ligado ao bem-estar, a serotonina, provocando uma sensação de prazer quase tão viciante quanto uma droga, ou seja, o corpo quer sempre mais. E é por isso que as guloseimas, calóricas e muitas vezes cheias de gordura, estão entre as piores vilãs de qualquer dieta.

Porém, é possível enganar o cérebro para reduzir o apetite por doces.

Segundo a endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Cintia Cercato, o maior aliado nessa tarefa é o exercício físico. "Estudos já mostraram que, logo após praticar uma atividade física, as pessoas tendem a ter menos vontade de comer açúcar, gordura e carboidratos", explica. E além disso, controlar fatores como o stress e a ansiedade também ajudam a diminuir a ânsia pelas guloseimas.

Confira agora algumas orientações para driblar o desejo por açúcar:

Diminua o consumo aos poucos: Para a maioria das pessoas, cortar doces de uma vez pode provocar uma espécie de abstinência, que levará a um posterior abuso de açúcar. Por isso, o ideal é parar gradativamente: comer doces por cinco dias na primeira semana, três na semana seguinte, até atingir a cota de um dia da semana. Para quem tem compulsão alimentar semelhante a um vício em drogas, porém, a recomendação é cortar o açúcar de uma vez.

Beba pouco líquido durante as refeições: Tomar líquido durante a refeição faz com que a comida se mova mais rapidamente do estômago para o intestino. Como a presença de comida no estômago é o que promove a sensação de saciedade, misturar líquido com sólido pode causar fome. Comer devagar, mastigando bastante os alimentos, também contribui para que o organismo se sinta satisfeito e esqueça qualquer vontade de comer doces.

Pratique atividade física: É comprovado: além de todos os benefícios que traz à saúde e à estética, a atividade física ainda diminui a vontade de comer doces. Estudos mostraram que, logo após se exercitar, as pessoas se sentem menos propensas a comer alimentos ricos em carboidratos, açúcar e gordura. Isso porque a atividade física estimula a liberação de hormônios responsáveis pela sensação de bem-estar no organismo, que é o mesmo efeito causado pelo consumo de doces.

Evite olhar para os doces: O simples fato de ter um doce apetitoso ao alcance do olhar já é suficiente para despertar no organismo o desejo pela guloseima. Por isso, manter os doces longe do campo de visão ou simplesmente não tê-los em casa, pode ser uma boa ideia.

Estabeleça um horário para as refeições:
Ficar muitas horas em jejum faz com que o organismo busque uma fonte rápida de energia para manter seu funcionamento – com fome, dispara a vontade de comer carboidratos e açúcares. O ideal é alimentar-se de forma fracionada, com pequenas refeições a cada três horas.

Aposte nas fibras e nas proteínas: Alimentos ricos em fibras e proteínas ajudam a prolongar a sensação de saciedade no organismo, ou seja, são aliados no combate à vontade de engolir doces. Consuma fontes proteicas como ovos, peixes e carnes magras, e fibrosas como frutas, legumes e verduras.

Prefira comer doces logo após a refeição:
Se a vontade por um doce for incontrolável, a recomendação é comer uma sobremesa na próxima refeição. O perigo de exagerar é menor: o organismo já estará saciado e ficará satisfeito com poucas colheradas de açúcar.

Consuma carboidratos com moderação: A ingestão de alimentos ricos em carboidrato, como pães e massas, libera insulina no sangue. Esse hormônio ativa a região cerebral responsável pela sensação de fome, aumentando o apetite.

Tome café da manhã: Pular o café da manhã pode aumentar o desejo por guloseimas. Como a refeição é a responsável por fornecer energia para o organismo começar o dia, ignorá-la pode fazer com que o organismo busque outras fontes rápidas de energia, como o doce.

Troque um doce por uma fruta: O açúcar dos doces é chamado de sacarose, e o das frutas, frutose. Enquanto a sacarose tem absorção rápida, pois é fácil de ser quebrada, a frutose demora mais para ser absorvida pelo organismo, o que prolonga a sensação de saciedade. Por isso, sempre que possível, é melhor trocar um doce por uma fruta.

Controle a ansiedade e o stress:
Doces liberam serotonina, hormônio que causa a sensação de bem-estar. Assim, muitas vezes acabam sendo usados como antidepressivos. Controlar a ansiedade e o stress, praticando atividades que possam servir como fonte de prazer, pode ajudar a diminuir o desejo por açúcar.

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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O que é o câncer relacionado ao trabalho?

A pesquisadora da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho, Dra. Claudia Carla Gronchi, tirou algumas dúvidas sobre o câncer ocupacional - representado por neoplasias que se relacionam à exposição do trabalhador a agentes cancerígenos presentes no ambiente de trabalho.


Para a Dra. Claudia, os casos de câncer de pele relacionado ao trabalho são subestimados, devido à dificuldade de relacionar a doença à exposição ocupacional. A pesquisadora menciona que "Cabe ao empregador adotar medidas de controle da exposição, informar o trabalhador sobre o risco e capacitá-lo para exercer suas atividades com segurança”.
Confira a entrevista realizada pelo Instituto Oncoguia:

Para começarmos, o que é câncer ocupacional?
Dra. Claudia - Câncer ocupacional é aquele relacionado com a exposição do trabalhador, durante a sua vida laboral, a agentes cancerígenos presentes no ambiente de trabalho. Este tipo de câncer pode aparecer no organismo do trabalhador mesmo após a cessação da exposição.


Qual a diferença entre câncer ocupacional e câncer relacionado ao trabalho?
Dra. Claudia - As "Diretrizes para a vigilância do câncer relacionado ao trabalho” de 2012 do INCA descrevem o câncer ocupacional como aquele que possui uma relação direta com as condições de trabalho, e o câncer relacionado ao trabalho como resultado da exposição do trabalhador a substâncias no seu ambiente de trabalho que aumentam o risco de desenvolver um câncer.

Que tipos de câncer estão dentro do grupo do câncer ocupacional?

Dra. Claudia - A Portaria do MS/GM nº 1.339, de 1999, reconhece 11 tipos de câncer como decorrentes da exposição ocupacional. Dentre eles e de acordo à Classificação Internacional de Doenças (CID), encontra-se a neoplasia maligna da pele cujo fator de risco de natureza ocupacional é a radiação ultravioleta.


As diretrizes brasileiras para a vigilância do câncer relacionado ao trabalho estão em concordância com aquelas pontuadas por países que desenvolvem ações efetivas em torno do tema?
Dra. Claudia – Sim. A Diretriz brasileira está em consonância com o movimento internacional para controlar a exposição ambiental e ocupacional a agentes cancerígenos.


Fale um pouco mais desse movimento internacional. Este olhar maior para a questão representa algo novo?
Dra. Claudia - Eu não sei dizer se é algo novo ou não, mas está acontecendo a nível internacional, por países que estão mais conscientes da situação. No Brasil, com a globalização, com as tecnologias que fazem a informação circular tão rapidamente, está havendo um forte movimento de conscientização.


Falando sobre isso, que país ou que países a senhora acredita que estão mais avançados?
Dra. Claudia - De uma maneira geral, os países desenvolvidos possuem políticas públicas voltadas para o câncer relacionado ao trabalho. Na Austrália desde a década de 60 são realizadas campanhas de esclarecimento e prevenção dos riscos da radiação ultravioleta solar. Essas ações contribuíram para diminuir a incidência de câncer de pele, principalmente o melanoma, que é uma neoplasia maligna que se não for diagnosticada cedo pode ser letal.

E nós, onde estamos? Há políticas públicas em andamento no país?
Dra. Claudia - No Brasil existem estudos, pesquisas e campanhas de conscientização na área de saúde pública. Mas, precisamos, também, ter mais ações voltadas à prevenção do câncer de pele de origem ocupacional. A publicação das Diretrizes para a vigilância do câncer relacionado ao trabalho representa um passo importante para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas à prevenção do câncer ocupacional no país.


Falando sobre câncer de pele relacionado ao trabalho, como se dá a exposição ocupacional? Quais os agentes e fatores de risco da exposição?
Dra. Claudia - A exposição ocupacional ocorre quando o trabalhador ao desenvolver suas atividades está exposto à fonte de radiação ultravioleta sem nenhum tipo de controle efetivo de caráter coletivo ou individual. Os efeitos à saúde do trabalhador dependem da duração e da frequência da exposição, da intensidade da radiação solar e do fototipo da pele.


No caso do câncer de pele relacionado ao trabalho. Há registros de casos suficientes (tais como ocupação e atividades econômicas mais atingidas) para a definição e desenvolvimento de políticas públicas?
Dra. Claudia - No Brasil, os casos de câncer de pele ainda são subestimados devido à dificuldade de relacionar a doença com a exposição ocupacional.


A Sra. disse que é difícil relacionar o câncer de pele à exposição ocupacional. Fale mais sobre isso, por favor.
Dra. Claudia – O diagnóstico do tumor, geralmente, é feito independente de ser ou não ocupacional. Não se leva em consideração à ocupação dos trabalhadores e pode-se encontrar nos prontuários dos pacientes informações genéricas. Mas, em função do aumento do número de casos de câncer de pele, acredito que hoje há uma preocupação maior e cuidado em se traçar o nexo causal, o que no passado era mais difícil.


Em que ramos de atividades econômicas estão os profissionais mais vulneráveis aos fatores de risco do câncer de pele melanoma e não melanoma?
Dra. Claudia - Os trabalhadores da agricultura, da mineração a céu aberto, da construção civil e da pesca, dentre outras, estão expostos a Radiação Ultravioleta (RUV) solar e dependendo da estação do ano, da latitude e altitude da região em que desenvolvem suas tarefas, estão expostos a altos índices de RUV.


Pensando nos setores produtivos que colocam os trabalhadores em situação de risco (tais como construção civil, gaseificação de carvão, pesca, produção de coque, trabalho rural, refinaria de petróleo, indústria de produtos minerais não metálicos, indústrias têxteis), em sua opinião, deveria ser uma responsabilidade, também, de gestão ‘proteger’ os seus colaboradores?
Dra. Claudia - É responsabilidade do empregador em proporcionar um ambiente de trabalho seguro e saudável, com a implantação de medidas de controle seja de caráter coletivo, individual ou administrativo. O empregador deve também assumir o papel de sensibilizar os seus colaboradores sobre a questão. Isso, sem dúvidas, é a sua obrigação.


Há alguma ação que vale destacarmos com relação às medidas de controle que uma empresa tenha implementado ou possa implementar?
Dra. Claudia - Há muito incentivo ao uso do protetor solar, isso é muito positivo. Mas alguns pontos devem ser levados em consideração sobre este tipo de proteção. Por exemplo, quantas vezes esse protetor deve ser usado durante o dia? Qual a quantidade necessária que devemos aplicar na pele? E se o trabalhador trabalha sob o sol e transpira excessivamente? Essa situação diminui a eficiência da proteção. O ideal seria o fornecimento de roupa confeccionada com uma trama bem pequena que impede a passagem de radiação ultravioleta, chapéus de abas largas e óculos com lentes de proteção a radiação ultravioleta.

O que são os EPIs (equipamento de proteção individual) quem regulamenta e fiscaliza seu uso?
Dra. Claudia - A norma regulamentadora 6 da Portaria nº 3.214 do Ministério do Trabalho, define que EPI é todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.
Essa norma dispõe que todo equipamento de proteção individual, de fabricação nacional ou importado, só poderá ser posto à venda ou utilizado com a indicação do Certificado de Aprovação - expedido pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego.

E os profissionais, como podem, eles mesmos, protegerem-se? Onde informar-se, orientar-se?
Dra. Claudia - Atualmente existe muita informação sobre o risco e medidas de proteção sendo disseminada nos meios de comunicação, mas cabe ao empregador adotar medidas de controle da exposição, informar o trabalhador sobre o risco e capacitá-lo para exercer suas atividades com segurança.
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Câncer de pulmão: Fatores de risco vão além do tabagismo.

O primeiro e maior fator de risco para o câncer de pulmão é o tabagismo, e a ‘gigantesca’ incidência de casos comprova: 90% dos diagnósticos da neoplasia são feitos em tabagistas. Isso porque, na fumaça do cigarro existem 5 mil substâncias químicas, das quais 50 são cancerígenas.


Porém, outros fatores de risco são associados ao tipo de câncer que atinge 18 a cada 100 mil homens e 10 a cada 100 mil mulheres.

Tabagismo Passivo: Define-se por tabagismo passivo à inalação de fumaça de derivados do tabaco (cigarro, charuto, cigarrilhas, cachimbo e outros produtores de fumaça) por indivíduos não fumantes, que convivem em ambientes fechados. Pessoas não fumantes diagnosticadas com câncer de pulmão revelam que seu histórico de vida foi demarcado pelo fumo passivo, dentro de casa ou no trabalho.

Combater o fumo passivo é missão que deve começar dentro de casa. Evitando o consumo de tabaco no ambiente doméstico, pais estarão ajudando a reduzir os riscos da neoplasia no futuro de seus filhos. Em 2011, o Presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que proíbe o fumo em locais fechados, inclusive nos chamados ‘fumódromos’, áreas em locais públicos como shoppings e aeroportos destinadas ao consumo do tabaco. 

Asbesto: Conhecido também como AMIANTO, este é um material constituído por fibras longas e finas, facilmente separáveis umas das outras e capazes de produzir um pó de minúsculas partículas que, inaladas por uma pessoa, podem chegar aos pulmões, afetando suas células e aumentando o risco de câncer. Utilizado na construção naval, mineradoras, instalação de isolantes térmicos e consertos de freios, o asbesto é classificado como cancerígenos para seres humanos.

Trabalhadores que lidam com o amianto, têm risco aumentado para o câncer de pulmão. Caso o profissional seja tabagista, seu risco aumenta ainda mais, já que o fumo potencializa o efeito nocivo das fibras no organismo. A legislação brasileira determina que os trabalhadores que têm contato com o amianto devem usar equipamentos de proteção industrial e que a empresa deve seguir todos os procedimentos de segurança recomendados, para utilizar-se do produto. 

Poluição: A poluição do ar passou a ser classificada publicamente como um fator cancerígeno pela OMS. A inclusão da poluição atmosférica entre os fatores de risco para os cânceres de pulmão e bexiga foi feita após a revisão de uma série de estudos que apontavam para este fato.

No Brasil, um recente artigo apontou que até 2050 a poluição do ar será a principal causa de mortes prematuras por câncer. O artigo diz ainda que países em desenvolvimento, como o Brasil, são os mais vulneráveis ao problema de ordem global. A poluição atmosférica causada principalmente pela queima de combustíveis fósseis, é um grave problema em algumas cidades brasileiras, como São Paulo (SP). Estudo recente estima que a poluição atmosférica seja responsável por 7 mil mortes prematuras na região metropolitana por ano.

Os já conhecidos: Como para quaisquer outros tipos de câncer, os hábitos de vida podem representar fatores de risco ou preventivos para o câncer de pulmão. Obesidade, alimentação desregrada e rica em gorduras e falta de exercícios físicos, são fatores de risco que devem ser considerados.

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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Alimentos com gordura trans que não deveriam estar na sua despensa.

O anúncio feito pela Agência de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) de que as gorduras trans não são consideradas seguras para o consumo abriu caminho para as autoridades proporem a proibição do uso deste tipo de substância nos alimentos produzidos no país.
A gordura trans é bastante usada em alimentos processados para aumentar a vida útil dos produtos. No entanto, nutricionistas dizem que esse tipo de lipídio é prejudicial à saúde, aumentando o risco de doenças cardíacas. A batalha para conscientizar as pessoas sobre a gordura trans começou há mais de uma década nos Estados Unidos. Desde 1999, foi proposto que os fabricantes de alimentos indicassem na embalagem o conteúdo de gordura trans. Mas a medida só entrou em vigor mesmo em 2006.

Confira abaixo a lista dos alimentos que precisarão passar por mudanças no seu processo de fabricação:

Biscoitos salgados, doces e outros alimentos assados: Esses produtos geralmente contêm gorduras trans em estado sólido, para deixá-los menos oleosos.

"As gorduras 'boas' já desempenham esse mesmo papel. Só que são mais caras para a indústria dos alimentos. Mas elas trazem menos riscos para a saúde e são mais saudáveis", diz o químico de alimentos Fidel Belmares.

Pipoca de micro-ondas: As gorduras trans sólidas são usadas nas pipocas de micro-ondas para conservar o produto por mais tempo. A alternativa, segundo especialistas, seria usar azeite líquido no lugar.

"Ela é mais líquida, mas menos manipulada e mais natural. O azeite de oliva não possui gordura trans", diz o médico Jorge Loredo.

Pizzas e salgados congelados: Alguns produtos congelados - pizzas, risolis, coxinhas - contêm gorduras trans para prolongar sua duração. Os especialistas sugerem que as pessoas comprem produtos frescos e os congelem em casa. Alguns produtos congelados sem gordura trans já são vendidos no mercado hoje.

"Há empresas que vendem batatas fritas ou outros tipos de lanches congelados e anunciam na sua embalagem que nenhum tipo de trans foi usado na fabricação do alimento", diz Loredo.

Manteiga vegetal e margarina em barra: Loredo sugere que se use manteiga em vez de margarina, porque a origem animal do produto é mais bem assimilada pelo metabolismo do corpo. Melhor ainda seria, segundo ele, o uso de gorduras líquidas – como azeite de oliva – em vez de gorduras sólidas – como manteiga ou margarina.

Creme para café: Também existem versões deste produto sem gordura trans. Ainda assim, há substitutos que são ainda mais saudáveis, como leite natural ou leite de soja.

Glacê pronto para uso: Os glacês prontos para uso em doces faz com que as guloseimas fiquem mais sólidas e estáveis por mais tempo em temperatura ambiente.

Apesar de inúmeros esforços da indústria alimentícia na busca por substitutos, os especialistas asseguram que é melhor fazer o glacê desde o começo – utilizando açúcar, manteiga, leite e baunilha natural.

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Nove combinações saudáveis da nossa cozinha brasileira

Ter uma alimentação saudável pode ser mais fácil e mais prazeroso do que se imagina. O segredo é evitar produtos industrializados e incluir no cardápio comidas naturais e típicas da cozinha brasileira, como o prosaico arroz com feijão.
Celso Cukier, do Hospital Albert Einstein, concorda com a fórmula. Segundo ele, consumir o máximo possível de alimentos caseiros elimina a necessidade de qualquer suplementação. Para potencializar o poder nutritivo desses alimentos, é necessário combinar em um mesmo prato os ingredientes certos – assim, seus nutrientes interagem e os benefícios se tornam ainda maiores.

Confira nove misturas poderosas, segundo o livro "Prato Sujo – Como a Indústria Manipula os Alimentos para Viciar Você.":

Arroz e feijão

A dupla querida pelos brasileiros não deve ser separada. Juntos, o arroz e o feijão criam uma superproteína formada por dois aminoácidos – a metionina, do arroz, e a lisina, do feijão – que ajudam o organismo a reconstruir tecidos. Separados, porém, o arroz e o feijão não criam a superproteína.

Tomate e azeite

O licopeno presente no tomate possui propriedades antioxidantes, ou seja, capazes de retardar o envelhecimento e prevenir contra doenças generativas como o câncer. A gordura do azeite ajuda o organismo a absorver o nutriente.

Carne e alecrim
Durante o preparo, a carne libera algumas substâncias tóxicas que estão ligadas ao surgimento de câncer. O alecrim, no entanto, neutraliza esse efeito. A ação se deve a dois ácidos presentes no tempero: o carnósico, anti-inflamatório, e o rosmarínico, que captura os radicais livres e bloqueia a oxidação das células.

Feijão e rúcula
O ferro rico no feijão não tem fácil absorção pelo organismo. Mas, se combinado com o ácido ascórbico da vitamina C – presente na rúcula –, é aproveitado pelo intestino.

Carne de soja e batata

A proteína da soja, como todas as outras, aumenta a sensação de saciedade. E ela ainda desacelera a digestão da batata, evitando que muita insulina seja liberada de uma vez só no sangue.

Cenoura e laranja
A vitamina C da laranja, que fortalece o sistema imunológico, baixa os níveis de colesterol ruim (LDL) no sangue quando combinada com o ácido fenólico da cenoura. Além disso, as fibras da cenoura fazem com que o corpo demore mais para absorver os açúcares tanto dela quanto da laranja. Resultado: menos insulina no sangue e maior sensação de saciedade.

Atum e suco de frutas vermelhas
As frutas vermelhas têm uma substância chamada ácido elágico, que aumenta a capacidade do organismo de reter o ômega 3 presente no peixe. O ômega 3 ajuda a baixar o colesterol ruim (LDL) no sangue.

Ovo, brócolis e arroz integral


O brócolis possui cálcio, a casca do arroz integral tem magnésio e o ovo é rico em vitamina D. O magnésio e a vitamina D se unem para ajudar o organismo a fixar o cálcio, que fortalecerá os ossos do corpo.

Chá verde, limão e castanha-do-pará
O ácido ascórbico do limão ajuda o corpo a reter uma substância presente no chá verde chamada catequina, que acelera o metabolismo e facilita a absorção da vitamina E presente na castanha-do-pará.

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terça-feira, 19 de novembro de 2013

A diferença entre perder peso e perder gordura.

As atividades físicas são altamente saudáveis e devem ser feitas diariamente, mas para isso não é preciso se fazer diretamente algo que exija força física ou algo elaborado. Para que se possa, todos os dias, realizar atividades como trabalhar, viajar ou mesmo para andar de bicicleta, é importante e fundamental que se tenha disposição. Com a disposição precisamos ter um estilo de vida que poderá ser bastante saudável. Por isso a maioria das pessoas buscam por especialistas que podem ser médicos ou nutricionistas com a ideia de perder peso, tanto para um processo estético como também para um bom funcionamento dos órgãos, além do controle de enfermidades específicas.

O grande rival do peso que fica acima da média é a gordura do corpo, e por isso qual é a diferença entre perder o peso e a gordura? É o que iremos verificar a seguir.

Podemos citar também que o peso do corpo vem com uma composição de ossos, órgãos, líquidos, massa muscular e ainda massa adiposa de gordura. A gordura acaba se acumulando no organismo devido uma ingestão dos alimentos que são muito gordurosos, procurando, assim, se somar ao sedentarismo. O que é importante é se buscar por ajuda de profissionais e procurar descobrir, de forma precisa, a causa de todo este acúmulo que deverá estar acima ou abaixo do peso ideal para a sua estrutura, e ainda é importante se calcular o IMC, que nada mais é do que o índice de massa corpórea.

Para isto, basta se dividir o peso atual por sua gordura ao quadrado, caso você tenha alguns pontos específicos, está certamente acima do peso, por isso veja as indicações a seguir:

< 18,5:
Abaixo do peso
18,5 – 25:
Peso normal
25 – 30:
Acima do peso
30 – 35:
Obesidade grau I
35 – 40:
Obesidade grau II
> 40:
Obesidade grau III

É interessante deixar claro que a tabela específica de IMC é recomendada exclusivamente para adultos. Crianças e adolescentes deverão passar por uma avaliação de médicos. Para quem estiver, por exemplo, com um alto índice de massa muscular no corpo, o IMC poderá apresentar diferenças, já que o peso da massa magra poderá elevar o IMC e também a pessoa poderá não estar necessariamente acima do peso.

É bem comum que com isto a balança irá ficar mais pesada, e o aumento de massa muscular é algo benéfico para a saúde, já que o corpo começa a gastar muito mais energia e ainda faz toda a gordura necessária do corpo ter uma redução considerável.

Levando em conta os processos de perda de gordura, certamente algumas doenças como por exemplo pressão alta, diabetes, entre outras enfermidades, poderão ser fatalmente evitadas. A partir do momento que a gordura do corpo acaba diminuindo, automaticamente a massa muscular começa a entrar em evidência e o corpo parece estar mais saudável.

Para que um usuário possa perder a quantidade de gordura necessária e ainda alcançar uma classificação que fique dentro do peso ideal, é indicado se praticar frequentemente atividades físicas aeróbicas, como por exemplo podemos citar a natação, a corrida, o spinning, as aulas de step, o boxe, aulas de dança, entre outros.

Uma dica bem interessante é procurar escolher uma destas atividades praticando com bastante frequência e orientações de professores de educação física, e ainda mais importante do que todos os esforços físicos, é fundamental se ter uma alimentação saudável e bastante balanceada. Além disto, depois de iniciar as práticas de esportes, no começo é possível se ter uma variação de peso devido a todos os processos do tecido de gordura que começa a ser eliminado dando lugar para uma musculatura que certamente é muito mais saudável.

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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Seis provas de que ter bichos de estimação faz bem à saúde.

A busca por uma melhor saúde pode ser um bom motivo muito importante para levar um animal de estimação para casa. Isso porque, nos últimos anos, foram publicados muitos estudos sobre os possíveis efeitos da companhia desses bichos na saúde de seus donos. E muitos desses trabalhos revelaram que ter um cão ou um gato em casa pode prevenir doenças respiratórias, melhorar a saúde de grávidas e até ajudar pessoas com autismo.


Conheça seis provas de que ter um animal de estimação faz bem para a saúde das pessoas:

Bebês


Bebês que convivem com cães e gatos, em especial com cães, que passam mais tempo dentro do que fora de suas casas, são mais saudáveis e precisam tomar menos antibióticos do que crianças que não tem contato com esses animais. Entre 2002 e 2005, pesquisadores decidiram analisar 397 crianças desde o seu nascimento até elas completarem 1 ano de vida. O objetivo era saber se os animais interferem de alguma maneira na saúde dos bebês. Um ano depois, a equipe descobriu que esse contato está relacionado a menos casos de infecções respiratórias em crianças e também uma menor necessidade de tomar antibióticos.

Mulheres grávidas

Gestantes que têm um cachorro de estimação são mais propensos a atingir os níveis de atividade física recomendados para elas. Consequentemente, elas chegam mais perto do que as outras gestantes de ter uma gravidez saudável, evitando problemas relacionados ao excesso de peso. Cientistas da Universidade de Liverpool, Inglaterra resolveram estudar os fatores que levam as gestantes a praticarem atividade física. Para isso, a equipe se baseou nos dados de mais de 11.000 mulheres que estavam na 18ª ou na 32ª semana de gravidez e levou em consideração uma série de informações sobre elas, como peso, altura, quanto tempo de lazer usufruíam por dia e se tinham algum animal de estimação. A conclusão da análise revelou que as mulheres que tinham um cachorro apresentavam uma chance 50% maior de atingir a recomendação de 30 minutos de caminhada rápida ao dia. O estudo também descobriu que um simples passeio com o cão apenas uma vez por semana gera efeitos positivos na saúde da mulher grávida.

Pessoas com autismo
A chegada de um animal de estimação na casa de uma pessoa autista faz com que ela passe a ter um melhor relacionamento com outras pessoas.

Especialistas do Hospital de Brest que estão acostumados a atender crianças e adultos com autismo, resolveram fazer um estudo para descobrir de que forma um animal de estimação pode impactar o comportamento desses pacientes. Depois de avaliarem 260 autistas, adultos e crianças, os pesquisadores concluíram que as pessoas com a síndrome que passam a a ter algum animal de estimação a partir dos 5 anos de idade apresentaram melhora em alguns aspectos específicos do comportamento social: elas se sentiam mais confortáveis e se mostravam mais solidárias quando se relacionavam com outras pessoas do que pacientes que nunca tiveram um animal. O efeito, embora tenha ocorrido, não foi tão forte nos casos em que o indivíduo conviveu com animais desde que nasceu.

Trabalhadores Estressados
Em empresas que permitem que os funcionários levem seus animais para o trabalho, há menos stress entre os trabalhadores.

Outro grupo de pesquisadores também avaliou o comportamento de funcionários de uma empresa americana. Durante essa semana, os funcionários, se assim desejassem, poderiam levar seus cães ao trabalho. De acordo com os resultados da avaliação, os funcionários que levaram seus cães para o trabalho pareceram sofrer menos stress durante o dia do que os que não levaram os animais para a empresa ou que não possuíam animais de estimação. Além disso, os mesmos funcionários se mostraram muito mais estressados nos dias em que deixaram seus cães em casa do que nos dias em que os levaram.

Tímidos

Ter um cão de estimação por perto torna as pessoas a serem mais sociáveis e pode ajudar a diminuir a timidez de certos indivíduos.

Um estudo feito recente na Grã-Bretanha, analisou em dois momentos o comportamento de pessoas durante o dia. Em um dia, os participantes saíram e realizaram suas tarefas diárias sem a companhia de um cão e, no outro dia, saíram acompanhados do animal. Os pesquisadores observaram que estar com um cachorro aumenta a frequência com que as pessoas interagem com outras, especialmente com indivíduos desconhecidos.

Bem estar

Ter um animal de estimação, em comparação com não ter nenhum, melhora diversos aspectos do bem estar físico e mental do dono, como a sua condição física e a auto estima.

Pesquisadores americanos aplicaram um questionário em 217 adultos de 31 anos, em média, sobre personalidade, estilo de vida e bem estar. Pessoas que tinham animais de estimação relataram ser mais felizes e saudáveis do que os que não tinham. Elas também mostraram ter uma auto estima maior, tendiam a ser menos solitárias e mais extrovertidas, além de apresentar melhores condições físicas.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Dicas para uma boa alimentação!

Confira agora dicas práticas e básicas para uma boa alimentação:

1) Procure iniciar seu dia com um bom copo de suco desintoxicante, passando a informação de que há uma cumplicidade de você para com seu corpo, no sentido de ajudá-lo a acordar e se aliviar de todos os seus venenos e toxinas.

2) Consuma variados todos os dias, para garantir todos os nutrientes necessários. Ah! E não se esqueça das sementes cruas como a de girassol, linhaça e do Pará, que são fontes de nutrição para o cérebro, todas as membranas e pele, assim como para o equilíbrio hormonal. Mas, atenção nas quantidades, pois elas são tão poderosas que o consumo diário deve ser baixo. Tipo: girassol - 1 colher sobremesa / linhaça - 1 colher sopa / castanha do Pará - 1 unidade.

3) Escolha os alimentos da época pois estão mais baratos, bonitos e plenos de nutrientes. Em geral, alimentos da época contêm menos agrotóxicos. Esse é o motivo pelo qual na cultura orgânica, você só encontra disponível no mercado as variedades da época.

4) Aumente também o seu consumo de fibras, preferindo frutas, raízes, sementes, legumes, folhas e cereais integrais crus e frescos, idealmente orgânicos.

5) Diminua o consumo de carne vermelha e, enquanto reduz o consumo de carnes opte por peixes e aves. Escolha sempre cortes magros. Tire a pele das aves: ela contém alto teor de gordura.

6) Evite todos os laticínios. Mas enquanto há consumo opte pelos desnatados. Evite sorvetes cremosos; prefira o frozen yogurt ou os sorvetes de frutas que não levam leite em sua composição.

7) Use menos sal e evite os riscos da pressão alta. Tempere com limão, ervas frescas e aprenda a apreciar o sabor natural dos alimentos. Evite alimentos­ industrializados, como sopas prontas, car­nes enlatadas, embutidos e frios, que contêm muito sal, além de conservantes e aditivos químicos.

8) Diminua o açúcar refinado e os demais açúcares (mascavo, demerara e cristal). Reduza ou elimine o consumo de refrigerantes, balas, bombons e sobremesas muito doces. Açúcar engorda sem nutrir, deprime o sistema imunológico, provoca várias doenças (anemia e osteoporose, entre elas) e estimula processos depressivos. Fique atenta para o açúcar escondido nos alimentos industrializados (pães, gelatinas, sucos, etc): leia os rótulos! Compense usando frutas frescas ou secas, que é uma fonte de açúcar integral e saudável.

9) Procure beber de 6 a 8 copos de líquidos ao longo do dia na forma de sucos desintoxicantes, chás de ervas (sem açúcar) e sopas desintoxicantes (saborosíssimas) também valem.

10) Mas, evite tomar líquidos na hora das refeições. Este hábito dilui as enzimas e líquidos digestivos, provocando atrasos e fermentações, como também expansão do volume estomacal. O ideal é tomar 1 suco desintoxicante 30 minutos antes do almoço e do jantar, para assim reduzir a compulsão alimentar como também a necessidade de beber líquidos na hora errada.

E finalmente: Todo mundo sabe que o exercício regular promove a saúde e o bem-estar, melhora a pos­tura e afina a silhueta. Além disso, está provado que o exercício contribui para diminuir o estres­se, ajuda a manter o peso ideal, aumenta a ener­gia, previne a insônia e a ansiedade e ajuda a viver muito mais. Existem variados e divertidos tipos de exercício, escolha o seu!

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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Dicas para acrescentar legumes, verduras e frutas na sua alimentação.

Frutas, legumes e verduras são muito importantes para a saúde, mas grande parte das pessoas ainda tem dificuldade em acrescentá-los à alimentação. Com isso, a nutricionista Camila Freitas deu dicas de como incluí-los diariamente na dieta de crianças e adultos. Segundo o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui, a inclusão desses alimentos no dia a dia é importante, principalmente, para evitar doenças como o câncer, já que eles eliminam substâncias nocivas do organismo.


Para quem não tem o hábito de comer, é preciso experimentar esses alimentos e começar com porções pequenas. O ideal é aumentar a quantidade diária até atingir as 6 porções recomendadas por dia - 3 de frutas e 3 de legumes e verduras. Meia fatia de abacaxi, duas colheres de sopa de berinjela cozida, ¾ de uma colher de sopa de abacate, ½ unidade de banana prata,1 e ½ colher de abóbora ou ¾ cenoura picada cozida essa meta, por exemplo. No entanto, como lembrou a nutricionista Camila Freitas, é importante variar sempre.

Aperitivos, molhos salgados, molhos para torrada, em sanduíches, grelhados, assados, omeletes, em sucos e bolos – as opções de consumo de legumes, frutas e verduras são tantas e para todos os gostos. Porém, na hora do preparo, a dica é, se possível, optar sempre pelas frutas com casca – a da laranja, por exemplo, tem 6 vezes mais fibras do que a polpa e 47 vezes mais cálcio.

No caso das crianças, que precisam manter uma alimentação saudável, é preciso experimentar esses alimentos cerca de 10 a 20 vezes para que comecem a gostar. A dica dos especialistas é que o pequeno participe dos momentos de escolhe e vá a feiras e mercados com os pais para provar as frutas, legumes e verduras. No entanto, é bom ressaltar que até os 6 meses de idade, o bebê deve ser alimentado apenas com o leite da mãe – a partir dessa idade, ele pode começar a ingerir outros alimentos aos poucos.

Uma das opções para ingerir mais frutas, verduras e legumes são os picolés – de acordo com a nutricionista Débora Guimarães, o picolé é uma maneira de aliar as propriedades desses alimentos em uma sobremesa gostosa, especialmente para as crianças. Além disso, é uma forma de ingerir opções mais saudáveis, muitas vezes sem perceber.

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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Novembro Azul!

A exemplo do que aconteceu em outubro que foi marcado como o mês de combate ao câncer de mama, com o Outubro Rosa, o mês de novembro chega trazendo a campanha de conscientização dirigida ao público masculino sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata.

Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam que no ano passado foram identificados mais de 60 mil novos casos da doença. O instituto considera o câncer de próstata uma doença da terceira idade, porque cerca de três quartos dos casos no mundo surgem a partir dos 65 anos.


“A exemplo do Outubro Rosa, em que a fachada do hospital foi iluminada de cor de rosa, nesta semana vamos iluminar o local de azul. O homem deve começar a se preocupar a partir dos 40 anos. Quanto mais cedo ele procurar o médico mais estará se prevenindo contra a doença. Vamos alertar os homens que é importante procurar o urologista uma vez por ano. Vamos orientar os homens sobre os fatores de risco que incluem, além da idade avançada, o histórico familiar da doença, dentre outros fatores”, explica a assessoria de imprensa do Hospital Hélio Angotti.

A próstata é uma glândula presente nos homens, localizada abaixo da bexiga e à frente do reto. O câncer pode ser descoberto inicialmente no exame clínico, um toque retal, exame que enfrenta a resistência de muitos homens, combinado com o resultado de um exame no sangue. Se detectado o tumor, só a biópsia é capaz de confirmar a presença de um câncer. Quando descoberto no início, 90% dos casos de câncer de próstata são curáveis.

Segundo o Inca, no Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás do câncer de pele. Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando 10% do total de cânceres. A taxa de incidência do câncer de próstata é seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.

Na fase inicial, o câncer da próstata não costuma apresentar sintomas. Quando surgem são parecidos com os do crescimento benigno da próstata: dificuldade de urinar e necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou a noite. Na fase avançada, a doença pode provocar dor nos ossos, problemas para urinar e, quando mais grave, infecção generalizada ou insuficiência renal. O tratamento vai depender do estágio da doença, e pode ser feito com cirurgia, radioterapia, tratamento hormonal e algumas vezes apenas observação médica.

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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Os oito motivos que impedem você de emagrecer.


Quando o assunto é perder peso, os extremos nunca são bem-vindos. Comer demais ou de menos, assim como ser uma pessoa sedentárao ou viciada em malhação podem atrapalhar muito o emagrecimento. O importante é corrigir os erros, encontrar o famoso "meio termo" e aceitar que uma perda de peso saudável acontece aos poucos.



Conheça agora os oito erros que podem estar impedindo que você emagreça:

Fazer dietas muito rigorosas


Regimes restritivos estão fadados a terminar um dia. Dietas que restringem nutrientes essenciais, como carboidratos, proteínas ou gorduras, além de difíceis de serem mantidas e não funcionarem a longo prazo, são prejudiciais à saúde, já que as refeições deixam de ser balanceadas. Por esse motivo, a maioria dos médicos prefere recomendar regimes em que a pessoa coma de tudo um pouco.

Pular refeições

Médicos advertem. Pular as refeições não emagrece, causa sim a desnutrição e atrapalha a dieta. Uma pessoa que deixa de fazer alguma refeição, com certeza chegará ao fim do dia com muita fome, ansiedade e com o stress acumulado. Com isso, a pessoa fica muito mais propensa em comer grandes quantidades e mais rápido a noite, período onde o nosso organismo está "programado" para armazenar e não gastar energia. Estudos já provaram também que pular o café da manhã faz mal para o coração. Quem está em busca do peso ideal deve comer sim de 3 a 5 vezes por dia.

Traçar metas impossíveis de serem alcançadas

Perder muitos kilos em pouco tempo é uma meta muito difícil de se alcançar, e mais ainda de manter tudo isso a longo prazo. Como consequencia, as pessoas que tentam atingir esse objetivo podem se decepcionar e desistir, ou até mesmo estabelecer algumas metas mais saudável e realista. O recomendado é eliminar cerca de 1 kilo por semana, não mais que isso.

Ser obcecado pela balança

Subir na balança com frequência pode causar muita ansiedade e certo desânimo em quem quer emagrecer. A perda de peso saudável é progressiva e consideravelmente lenta, não se dá de uma hora para outra. Uma pessoa que está seguindo uma dieta e praticando exercícios físicos pode emagrecer sem diminuir o peso – o que acontece quando a gordura dá lugar à massa magra.

Exagerar na atividade física

Quem sempre foi considerado sedentário ou está fora de forma deve começar a praticar exercícios físicos aos poucos. Caminhadas regulares são a modalidade mais indicada para os iniciantes. Esportes que exijam muito do corpo podem causar leões e interromper de maneira precoce o que deveria ser progressivo. Exagerar na atividade física é perigoso também para os obesos, que muitas vezes também apresentam problemas cardiovasculares.

Dormir mal

São muitos os estudos que comprovam a relação entre as noites mal dormidas e o sobrepeso. Estudos realizados na Suiça e nos Estados Unidos apontam que dormir pouco faz o indivíduo consumir mais calorias e reduz a capacidade do corpo de queimá-las, e que também a restrição do sono interfere diretamente na atividade cerebral de tal forma que os alimentos gordurosos e calóricos pareçam mais apetitosos para pessoas que dormem mal do que aquelas que tiveram uma boa noite de sono.

Falta de ajuda profissional

Médicos, nutricionistas e educadores físicos são os profissionais adequados para orientar os pacientes sobre reeducação alimentar e prática de exercícios. Quem dispensa os profissionais corre o risco de seguir uma dieta que não funciona, prejudicar a saúde e ainda sofrer contusões decorrentes de exercícios impróprios.

"Relaxar" depois de emagrecer

Pessoas com tendência a engordar não vão perder essa característica depois de emagrecer. A alimentação saudável e a prática de atividades físicas devem sim ser seguidas para o resto da vida, independente do seu peso. As pessoas não devem se acostumar a ganhar 1 ou 2 kilos, mesmo depois de ter emagrecido 20 kilos.

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