segunda-feira, 28 de outubro de 2013

O perigo do Diabetes no Brasil.

Um estudo da Sociedade Brasileira de Diabetes revelou que 34% das pessoas diagnosticadas com a doença não sabem se sofrem de diabetes tipo 1 ou 2 – um dado muito preocupante, já que ambos os problemas têm causas, complicações e tratamentos diferentes um do outro.


O diabetes é uma doença cada vez mais prevalente no mundo. Só no Brasil afeta cerca de 13,4 milhões de pessoas — o país é o quarto no mundo com o maior número de diabéticos, ficando atrás somente da China, Índia e Estados Unidos. Mesmo assim, muitas características da moléstia ainda são pouco conhecidas – e muitas vezes compreendidas de forma errada.  Além disso, a maior parte dos entrevistados revelou desconhecer que o risco e o agravamento do diabetes tipo 2 estão relacionados ao sedentarismo e ao tabagismo. A maioria das pessoas associa a enfermidade apenas ao consumo de açúcar.

O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, isto é, que acontece quando o corpo passa a atacar o próprio organismo. Nele, o pâncreas deixa de produzir quantidade suficiente de insulina, o hormônio que ajuda a controlar a taxa de açúcar no sangue. Pessoas com a condição precisam medir seus níveis de glicose várias vezes ao dia e repor a insulina por meio de injeções.

O tipo 2 da doença, por outro lado, não é um defeito do sistema imunológico, mas sim consequência principalmente do excesso de peso. O fator genético, ou seja, o histórico da moléstia na família, também aumenta o risco da condição. Segundo Luiz Turatti, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, manter um peso saudável, praticar atividades físicas e não fumar são as melhores formas tanto de diminuir o risco da enfermidade quanto de evitar que ela se agrave.

"Não existem alimentos que provocam diretamente a doença. O principal causador é a obesidade, que é uma consequência do consumo de alimentos calóricos", disse Turatti. "O açúcar sozinho não causa o diabetes, mas sim o hábito de consumir muitas calorias", disse Balduino Tschiedel, que é o presidente da sociedade.

A falta de conhecimento: Durante o levantamento, foram entrevistadas 1.106 pessoas de 18 a 60 anos que moravam em seis capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Recife. Entre os participantes, 9% disseram ter diabetes. Quando questionados sobre qual tipo da doença tinham, 37% afirmaram sofrer do tipo 1; 29%, do tipo 2; e 34% não souberam responder. "Seguramente os pacientes estão fazendo uma confusão. O diabetes tipo 2 representa cerca de 90% de todos os casos", disse o presidente Tschiedel.


A maior parte dos entrevistados (85%) disse acreditar que o diabetes tipo 2 tem prevenção. Para eles, a principal forma de evitar a doença é reduzir o consumo de açúcar: 87% consideram que cortar o alimento diminui o risco da condição. Em seguida, foi apontado o menor consumo de gordura com forma de prevenir o diabetes tipo 2, mas somente 37% das pessoas se lembraram dessa medida. Os entrevistados também listaram praticar atividade física (30%), manter um peso saudável (21%), seguir uma dieta rica em fibras (13%) e não fumar (11%).

Somente 28% dos participantes consideraram que os exercícios físicos podem controlar o diabetes em pessoas que já têm a enfermidade – e nenhum deles se lembrou do tabagismo como um dos fatores capazes de piorar o quadro do diabetes tipo 2. "Manter o peso saudável e praticar exercícios deveriam estar no topo da lista dos principais fatores que previnem o diabetes e ajudam a tratar a doença", disse Tschiedel. O médico lembra que reduzir o peso não cura a doença, mas sim ajuda a melhorar a resistência à insulina, o que impede que a moléstia se agrave e evita o uso de mais medicações.

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Hidratação e proteção solar para evitar problemas nos lábios.

Os lábios são responsáveis por uma série de funções importantes do corpo, como sugar, envolver alimentos, falar e deglutir, por exemplo. Por isso, é importante tomar alguns cuidados para mantê-los saudáveis, como alertaram a dermatologista Márcia Purcel.



Entre os principais inimigos dos lábios, estão o cigarro e o sol. Segundo a dermatologista, o fumo pode criar rugas e a exposição ao sol pode ressecar os lábios e aumentar também o risco de câncer nessa região. Caso apareçam algumas casquinhas, é preciso tomar cuidado – a médica explica que isso se chama queratose acnítica e pode ser um indício de câncer. Além disso, qualquer ferida que não cicatriza depois de um mês deve ser investigada. Para evitar, a dica é sempre proteger os lábios do sol, com cremes, batons ou até pomadas cicatrizantes e caso apareçam essas casquinhas ou pele, não retirá-las ou puxá-las.

É preciso também observar a cor dos lábios: se eles estiverem vermelhos, por exemplo, significa que os vasos sanguíneos estão mais visíveis.

Se estiverem roxos, pode indicar falta de oxigenação, problema bastante comum no frio por causa da vasoconstrição e também um sinal de alerta nas crianças, que mostra que elas não estão respirando bem. Quando a pessoa passa mal ou toma um susto, os lábios ficam brancos e pálidos já que o sangue corre para outras áreas mais necessárias do corpo, como músculos, cérebro e coração.

É preciso hidratar sempre os lábios. No entanto, se eles continuarem secos apesar da hidratação, é importante procurar um médico já que pode ser um sinal de doença autoimune ou de uma reação a algum medicamento. Caso apareçam bolinhas brancas, pode ser ainda sinal de sapinho ou baixa imunidade.

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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Especialistas dão dicas para evitar erros ao comer fora e dentro de casa.


Muita gente costuma comer fora com a correria do dia a dia, mas por outro lado, há também quem consiga fazer suas refeições em casa com a família. Seja qual for a sua situação, é importante evitar alguns erros na hora de se alimentar, como alertaram o endocrinologista Alfredo Halpern e também a nutricionista Sônia Tucunduva Philippi.

Uma das principais diferenças entre a refeição dentro e fora de casa é a oferta de alimentos. Comer em restaurantes pode ser mais tentador e, por isso, quem come fora geralmente escolhe alimentos menos saudáveis e mais calóricos.

Além disso, há ainda a opção do couvert, que chega antes do prato principal, com aperitivos como pães com manteiga e azeitona, por exemplo. É muito comum as pessoas comerem esses petiscos de entrada sem perceber.

Para evitar excessos, a nutricionista aconselha equilibrar - se o prato principal for muito calórico, peça uma sopa ou salada de entrada e dispense o couvert; caso queira beliscar algum petisco, escolha só um.

De maneira geral, começar a refeição pela salada ou uma fruta para só depois comer o prato principal é uma maneira muito eficaz de aliviar a fome e evitar excessos dentro e fora de casa, como explicaram os especialistas. Porém, nos restaurantes, há ainda a opção da sobremesa - a dica, nesse caso, é preferir uma fruta ou se for um doce, dividir com alguém. Sobremesas com cremes e caldas são muito calóricas e devem ser evitadas.

EM CASA

Existem outros obstáculos que podem atrapalhar a refeição, como por exemplo, o tablet ou o celular. Comer no sofá, em pé ou mexendo nesses aparelhos faz com que a pessoa coma rápido e sem prestar atenção. Por isso, quem mora com a família ou mesmo quem mora sozinho deve ter o hábito de arrumar a mesa, sentar e apreciar a comida.

A nutricionista Sônia Tucunduva disse ainda que existem pessoas que têm o costume de comer aquele restinho de comida que fica na panela ou nos pratos das crianças - para evitar isso, o correto é colocar menos quantidade no prato dos pequenos e, se eles pedirem mais, acrescentar. Essa regra vale também para os adultos - segundo a nutricionista, é importante colocar no prato a porção correta para não repetir.

Porém, se a pessoa ficar satisfeita antes da comida acabar ela deve respeitar seu estômago e não comer até o fim.

A especialista acrescentou ainda que é melhor usar o resto da comida para preparar outros alimentos do que consumir naquele momento, o que gera um ganho de peso desnecessário.

CEREAIS, RAÍZES, BATATA E MASSAS: Carboidratos são à base do cardápio. São alimentos que dão força e energia para enfrentar as atividades diárias. A falta desses alimentos podem causar fraqueza, tontura e fome.
DICA: Prefira os integrais.

FRUTAS E SUCOS: Fundamentais para uma dieta saudável e são fontes de vitaminas, minerais e fibras. Não consumi-los pode provocar problemas intestinais e a deficiência nos nutrientes.
DICA: Troque o suco pela fruta.

LEGUMES E VERDURAS: É o grupo menos calórico de todos. São fundamentais para uma alimentação equilibrada. Deixar de consumir esse tipo de alimento também causa uma grande deficiência no intestino e no corpo de maneira geral.
DICA: Prefira os coloridos e crus.

LEITE E DERIVADOS: Fonte de proteína animal e cálcio e muito necessário para o fortalecimento dos ossos.
DICA: Opte pelo leite desnatado e queijo branco.

FEIJÃO E SEMENTES: Esse é o grupo das proteínas permanentes, que são as que devem estar sempre na alimentação. Ótimas fontes de minerais, que ajudam no combate contra a obesidade.
DICA: Combine o feijão com o arroz.

CARNES E OVOS: Fonte de proteína animal e são necessárias principalmente para crianças, gestantes e idosos.
DICA: Coma um pedaço de carne do tamanho da palma da sua mão.

ÓLEOS E GORDURAS
: Mesmo tendo um alto potencial calórico, ajudam no sistema digestivo e na absorção e vitaminas no corpo.
DICA: Use-os como tempero, não em frituras.

AÇÚCARES E DOCES: Grupo muito calórico, mas ainda sim muito importante para a dieta. São alimentos que dão a sensação de bem estar e prazer. Ficar sem consumir por muito tempo pode aumentar o nível de irritação e alterar completamente o humor.
DICA: Divida a sobremesa em duas partes.

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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Outubro Rosa: O câncer de mama atingindo mulheres jovens.

Todos os anos, cerca de 8 milhões de pessoas morrem no mundo inteiro com câncer, e no Brasil, em 2012, foram registrados 518,5 mil casos. Um dado bem preocupante é que o câncer de mama matou, no mesmo período, 52.680 mil pessoas. Os números não param de assustar e crescer a cada ano. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), dos 520 mil novos casos de câncer no país esperados para este ano, quase 50 mil serão de mama.
O assunto é mais grave do que se pensa. Segundo o site da principal organização mundial que se dedica ao combate de câncer de mama em mulheres jovens (Young Survival Coalition), mais de 250 mil mulheres diagnosticadas anualmente com câncer de mama nos Estados Unidos têm menos de 40 anos e cerca de 1200 nessa faixa etária morrem. Um dos motivos seria que não existem aparelhos adequados suficientes para identificar o tumor em mamas jovens e densas. Quando se rastreia o tumor, já está em estágio avançado e com risco mínimo de sobrevivência.

PREVENÇÃO E CUIDADOS

De acordo com a oncologista Carolina Rutkowski, da Oncomed de Belo Horizonte, a melhor forma de descobrir a doença com menos de 30 anos é a ultrassonografia. “As mulheres têm ouvido e visto muito sobre a ressonância magnética das mamas. Entretanto, este exame não é recomendado para triagem suplementar devido à densidade da mama, uma vez que tem uma alta taxa de falsos positivos, levando assim a muitas biópsias desnecessárias”.

De acordo com a especialista, o exame tem indicações precisas e somente o médico mastologista pode indicá-lo. "É muito importante que todas as mulheres, busquem conhecer seu corpo e, caso identifiquem nódulos ou qualquer tipo de alteração em suas mamas, procurem imediatamente o médico especialista”, finalizou.

CASO ANGELINA

A médica explica que a mastectomia profilática, feita pela atriz Angelina Jolie, não é indicada para todas as mulheres. O procedimento consiste na retirada das duas mamas com o objetivo de prevenir uma futura ocorrência de malignidade em pacientes de alto risco.

“Esse tipo de mastectomia não consegue produzir uma proteção de 100%, por mais radical que seja, porque pequenas quantidades de tecido mamário permanecem sob a pele”, diz a oncologista. Segundo a especialista, em 2006 saiu um parecer publicado pelo Instituto Nacional do Câncer posicionando-se contra esta conduta. "Eu, particularmente, acho que deve ser sempre uma escolha de cada um, considerando que cada mulher tem riscos, angústias e histórias diferentes. Defendo que, ao aplicar a melhor interpretação dos dados científicos disponíveis, caso a caso, seremos capazes de chegar à melhor conduta para cada paciente”.

OUTUBRO ROSA

O movimento foi criado nos anos 90 na Corrida pela Cura, em Nova York, e ganhou destaque em 1997, nas cidades de Yuba e Lodi, na Califórnia. Desde então, várias cidades no mundo fazem campanhas todo mês de outubro para conscientização da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

Famosas no mundo inteiro vestem a camisa da causa, como a primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, a apresentadora Sabrina Sato e as tops Alessandra Ambrósio e Ana Claudia Michels. 
 
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Exercícios podem ser tão bons quanto remédio para coração.

Um estudo realizado recentemente por cientistas nos Estados Unidos e também na Grã-Bretanha afirma que exercícios físicos podem ser tão eficientes no combate a doenças cardíacas quanto os remédios. Eles analisaram centenas de testes que envolveram 340 mil pacientes na busca de uma comparação entre o efeito de exercícios físicos e medicamentos.


As atividades físicas obtiveram resultados muito semelhantes aos dos medicamentos para doenças cardíacas. A exceção foram os remédios chamados diuréticos. Estes tiveram melhores resultados do que a atividade física no combate a doenças cardíacas.

No caso de derrames, os exercícios tiveram uma eficácia ainda superior a dos remédios. Especialistas alertam que isso não significa que as pessoas devem abandonar o uso de remédios, em prol de exercícios. Eles recomendam que ambos sejam usados ao mesmo tempo no tratamento de doenças.

Aumento de receitas

Os estudos mostram que os adultos não estão se exercitando o suficiente. Apenas um terço da população na Inglaterra acata a recomendação médica de fazer 2,5 horas de exercícios de intensidade moderada por semana - como caminhada rápida e bicicleta. Porém, o uso de remédios com receita médica está aumentando. Em 2000, a média de receitas médicas por pessoa na Inglaterra era de 11,2. Dez anos depois, a média subiu para 17,7.


Para a especialista Amy Thompson, da Associação Cardíaca da Grã-Bretanha, é sabido que os exercícios físicos trazem benefícios à saúde, mas ela ressalta que não há provas definitivas para comprovar a tese de que as atividades podem ser mais eficazes do que remédios em tratamentos.

'Remédios são uma parte importantíssima do tratamento de condições cardíacas, e pessoas com receitas médicas devem continuar tomando seus medicamentos', finaliza.

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