segunda-feira, 30 de setembro de 2013

10 mitos sobre a alimentação.

Alimentos como leite, ovo e maionese já entraram na lista de itens proibidos na cesta do supermercado de muitas pessoas, apesar de serem inocentes e até benéficos se consumidos com moderação. Descubra mitos e verdades sobre uma dieta saudável:

1) Café deixa as pessoas mais aceleradas: Verdade

A cafeína atua como estimulante, e a ingestão em excesso pode provocar irritabilidade, ansiedade, agitação, dor de cabeça e insônia. No caso da dor de cabeça, mais de três xícaras por dia podem fazer mal.

2) Leite faz bem para os ossos: Verdade

Segundo o Ministério da Saúde, o leite é a melhor fonte de cálcio, mineral essencial à saúde dos ossos. Adultos devem preferir o tipo desnatado. Três porções de leite e derivados por dia são suficientes.

3) Leite piora alergias e asma: Mito

Apenas pessoas com intolerância à lactose ou com recomendação médica não devem consumir leite.

4) Maionese industrializada tem gordura demais e é muito calórica: Mito

Não há problema se o consumo for moderado, porque a maionese é feita à base de gorduras vegetais.

5) Chocolate tem gordura, mas pode fazer bem e dar sensação de felicidade: Verdade

O consumo moderado do chocolate escuro já é aceito por médicos e nutricionistas, principalmente por causa da presença de antioxidantes, que previnem doenças e retardam o envelhecimento. Também estimula a produção de serotonina, que atua sobre o bem-estar.

6) Azeite de oliva é uma gordura ruim: Mito

Até uma colher de sopa diária é aceitável. Ao contrário das gorduras saturadas, as insaturadas presentes no azeite não causam problemas de saúde, exceto quando consumidas em grande quantidade.

7) Castanha de caju é gordurosa, mas diminui o colesterol: Verdade

Consumida com moderação (uma colher de sopa por dia), pode ajudar a reduzir as taxas do colesterol ruim, o LDL.

8) Castanhas contribuem para reduzir o risco de doenças cardíacas e diabetes: Verdade

Castanhas contêm gorduras monoinsaturadas, magnésio e zinco, além de vitaminas e minerais que favorecem o equilíbrio do organismo e evitam doenças. O ideal é consumir uma colher de sopa por dia, sem sal.

9) Ovo aumenta os níveis de colesterol: Incerto

Ovos têm muitas proteínas, gorduras insaturadas, vitaminas do complexo B e colesterol, mas não há evidências de que o consumo afete negativamente essas taxas. Até dois ovos cozidos por dia são aceitáveis, substituindo a carne.

10) Chá verde ajuda a queimar calorias e emagrecer: Verdade

O principal composto do chá verde tem antioxidantes e ativa a queima de gorduras. O recomendado é fazer o chá com as ervas naturais e tomar até 3 xícaras por dia. O chá só não deve ser consumido por quem tem hipertensão, hipotireoidismo ou insônia.

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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Dormir mal aumenta o consumo de alimentos de alta caloria.

Estudos científicos já haviam comprovado até aqui que dormir mal não apenas desacelera o ritmo do metabolismo como faz com que o organismo sinta mais fome — o que contribui para o aumento de peso. Mas os efeitos da insônia podem inferferir ainda mais do que se imaginava nos hábitos alimentares.

Isso porque a falta de sono é capaz até de afetar os hábitos de compra de alimentos  — levando aqueles que dormem mal a adquirir uma quantidade maior e mais calórica de comida.  Isso, alertam os autores do estudo, seria ainda pior do que um simples aumento da fome, já que, a depender do tamanho da despensa, o insone teria à disposição durante dias uma enorme quantidade de alimentos calóricos.

Pesquisas anteriores revelaram que a falta de sono afeta a capacidade de tomar decisões e raciocinar no longo prazo. Foi justamente isso o que provocou a curiosidade dos estudiosos da Universidade de Uppsala, na Suécia: a equipe decidiu pesquisar de que maneira isso poderia afetar o hábito de compra de alimentos. "Nós trabalhamos com a hipótese de que o impacto da privação de sono sobre a fome e a tomada de decisão criaria uma ‘tempestade perfeita’ no cérebro, deixando-o incapaz de evitar compras calóricas impulsivas", afirmou o neurocientista Colin Chapman.

Os pesquisadores analisaram também o comportamento de 14 voluntários homens em duas situações: depois de uma noite normal de sono e após uma noite sem poder dormir. Na manhã seguinte aos dois eventos, os voluntários receberam um orçamento fixo de 50 dólares para gastar em um supermercado falso criado pelos pesquisadores. Os homens foram instruídos a escolher entre quarenta produtos: vinte alimentos de alto valor calórico e vinte de baixa caloria. Os preços dos alimentos foram distribuídos de forma variada, de modo a permitir que os voluntários fizessem sua escolha livremente, e não apenas pelo custo.

Antes das compras, os homens receberam um pequeno café da manhã, para minimizar os efeitos da fome imediata em suas decisões. Como resultado, os voluntários privados de sono compraram uma quantidade maior de alimentos que os outros. Suas compras pesaram, em média, 18% a mais. Mais que isso, a comida que eles compraram era 9% mais calórica.

Impulsividade

Os pesquisadores também realizaram exames de sangue nos voluntários, em busca do nível de grelina, um hormônio que aumenta a fome. Segundo o estudo, os níveis estavam, de fato, maiores entre os indivíduos que foram privados de sono, mas não foi encontrada nenhuma relação direta entre o nível do hormônio e as diferenças de consumo entre os membros desse grupo.

Isso sugere que o mecanismo que levou à alteração no padrão de compra não foi apenas a fome, mas também uma dificuldade de tomar decisões pensando no longo prazo. "Nossa descoberta fornece uma forte justificativa para que os pacientes com preocupações em relação à ingestão calórica e o ganho de peso mantenham um horário de sono saudável", finalizou Chapman.

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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A importância da fibra alimentar

O que é?

A fibra alimentar compreende as partes comestíveis dos vegetais que o nosso intestino delgado é incapaz de digerir e absorver, passando assim para o intestino grosso intactas. Entre elas, podemos incluir polissacarideos não amilóides (por exemplo: celulose, hemicelulose, gomas e pectinas), os oligossacarideos (por exemplo: inulina), a lenhina e substâncias derivadas das plantas (por exemplo: ceras, suberinas). O termo fibra alimentar inclui também um tipo de amido conhecido como amido resistente (encontrado nas leguminosas, sementes e grãos parcialmente moídos e alguns cereais de pequeno almoço), uma vez que resiste à digestão a nível do intestino delgado e atinge o intestino grosso inalterado.




Fontes de fibra alimentar

A fibra alimentar pode ser encontrada em frutas (maçã, pêra, morango, amora, framboesa, groselha e laranja), legumes (couve de bruxelas, alcachofras, cebola, alho, milho, feijão verde e bróculos, etc), leguminosas (lentilhas, grão, feijão, ervilhas, etc) e nos alimentos à base de cereais integrais (farelo de trigo, flocos de aveia integral, pão integral ou de mistura, etc).

Tipos de fibra alimentar

Muitas vezes, a fibra alimentar é classificada de acordo com sua solubilidade, em fibra solúvel e insolúvel. Ambos os tipos estão em diferentes proporções nos alimentos que contém fibra na sua composição. Por exemplo, a aveia, cevada, frutas, verduras e legumes são boas fontes de fibra solúvel, enquanto que, os cereais e os pães integrais são ricos em fibra insolúvel.


Fibra alimentar e saúde

A fibra alimentar consumida atravessa o intestino grosso, sendo neste local parcialmente ou totalmente fermentada pelas bactérias intestinais. Durante o processo de fermentação, vários subprodutos são formadas, como ácidos gordos de cadeia curta e gases. Os efeitos benéficos para a saúde da fibra alimentar é proveniente do efeito combinado da fermentação com subprodutos formados.

Conheça alguns dos principais efeitos fisiológicos atribuídos à fibra alimentar:

Função Intestinal

A fibra alimentar, particularmente a fibra insolúvel, ajuda na prevenção da obstipação intestinal, aumentando o peso das fezes e reduzindo o tempo de trânsito intestinal. Esse efeito é ainda maior se o consumo de fibra for acompanhado por um aumento da ingestão de água.
Os ácidos gordos de cadeia curta produzidos durante a fermentação da fibra, pelas bactérias intestinais, são uma grande fonte de energia para as células do cólon, podendo inibir o crescimento e proliferação de células cancerígenas a nível do intestino. Ao melhorar a função intestinal, a fibra alimentar pode reduzir também o risco de doenças e outras perturbações, tais como a doença diverticular ou hemorróidas, podendo inclusive ter um efeito protector contra o cancro do cólon.

Níveis de glicose sanguíneos

A fibra solúvel pode retardar a digestão e a absorção dos hidratos de carbono, reduzindo desta forma o aumento da glicose sanguínea, que ocorre após a refeição (pós prandial), assim como a resposta da insulina. Esta situação pode ajudar pessoas diabéticas a terem um melhor controlo dos níveis de açúcar no sangue.

Colesterol sanguíneo

Resultados de diversos estudos epidemiológicos revelam um outro papel de fibra alimentar na prevenção da doença coronária, ao melhorar o perfil lipídico sanguíneo, e os ensaios clínicos vieram confirmar as conclusões desses estudos. A consistência viscosa das fibras, como a pectina, o farelo de arroz ou aveia, reduz os valores séricos de colesterol total e de colesterol LDL (lipoproteína de baixa densidade ou “mau” colesterol). As investigações continuam a demonstrar simultaneamente que uma dieta rica em fibra alimentar de origem mista também protege contra doença coronária.

Outros efeitos

Embora a prevenção da obstipação intestinal, a melhoria dos níveis de glicemia e do perfil lipídico no sangue sejam as principais vantagens de uma alimentação rica em fibra alimentar, existem outros efeitos positivos que merecem ser salientados. Por exemplo, dado que a fibra alimentar aumenta o volume da dieta, sem adicionar calorias, pode ter um efeito saciante, contribuindo para o controlo de peso.

Para beneficiar de todos os efeitos da fibra alimentar é importante variar as suas fontes de origem na dieta. A alimentação rica em frutas, legumes, lentilhas, feijão e cereais integrais não só fornecer fibra alimentar, como também nutrientes e outros componentes dos alimentos essenciais para a saúde.

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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Confira os mitos e verdades sobre a carne vermelha.

Você acredita que os humanos não precisam de carne vermelha para viver bem? Ou que o ferro da carne não pode ser substituído por nenhum outro alimento? Para responder essas e outras dúvidas, o nutrólogo André Veinert desvenda os principais mitos e verdades sobre a carne vermelha.



Confira.

Quem está de dieta não pode consumir carne vermelha: Mito.

A carne pode ser consumida por qualquer pessoa, salvo aqueles com alguma patologia específica que impeça a ingestão. Mesmo em planos alimentares restritivos ela sempre está presente. A carne vermelha faz mal à saúde quando é consumida em excesso e quando contém gordura, ou seja, rica em colesterol. Prefira sempre os cortes mais magros, como patinho ou lagarto. Deixe a picanha e o cupim para as ocasiões especiais, como o churrasco do fim de semana.

O ser humano não precisa de carne vermelha para viver bem: Verdade.

A carne é uma excelente fonte proteica e de vitaminas, mas não é a única. Todos os alimentos possuem características benéficas, mesmo em diferentes escalas. Vegetarianos podem viver muito bem, desde que consigam ingerir os alimentos em variedade e qualidade corretas para substituir a carne.

Não existe substituto para a carne vermelha: Mito.

Quem deseja reduzir o consumo de carne vermelha ou excluir o alimento do cardápio deve estar bem atento ao que irá colocar no prato. É preciso consumir fontes proteicas variadas e em quantidades significativas, como frutas, leguminosas, castanhas e grãos, incluindo soja, feijão, grão de bico e ervilha. O grande segredo para ser um vegetariano saudável está na diversificação dos alimentos, que é o maior responsável pela melhora da oferta de aminoácidos na dieta. É importante acompanhar junto ao seu médico de confiança se os níveis de ferro e vitamina B12 estão normais. Em caso de alterações nos exames, pode ser necessário repor os nutrientes com medicamentos para evitar a anemia.

O ferro da carne é melhor do que aquele encontrado nos vegetais: Parcialmente verdade.
O ferro encontrado na carne vermelha tem maior taxa de absorção em comparação às fontes vegetais. Essa é a principal diferença entre as fontes animal e vegetal de ferro e tem relação com a estrutura química do mineral, que facilita a absorção do ferro animal. Porém, o ferro presente nos vegetais também é absorvido e metabolizado, mesmo que em menor proporção. As melhores fontes de ferro vegetal são: salsa, grão-de-bico, ervilha, lentilha, agrião, espinafre, beterraba crua, grãos integrais ou enriquecidos, nozes, castanhas, feijão vermelho e frutas secas.

Comer carne vermelha todos os dias pode fazer mal à saúde: Parcialmente verdade.

Estudos recentes mostram que seu consumo diário aumenta as chances de doenças cardiovasculares e risco de morte, mas esta ingestão está relacionada aos cortes cheios de gordura ou carne processada, como a salsicha. Dentro de um plano alimentar, o consumo de carne é muito individual, mas, de uma forma geral, ela pode estar presente no cardápio até três vezes por semana. Procure sempre alternar com carnes de ave, peixe ou porco. Elas possuem nutrientes diferentes e trazem outros benefícios ao organismo.

Prato de bife sem gordura, arroz e feijão pode ser parte de uma dieta saudável: Verdade.

Um filé de carne magra grelhada (com 90g) possui, em média, 200 Kcal. Com o arroz e feijão, forma um prato rico em carboidratos, aminoácidos essenciais, gorduras (não esqueça que ela também é necessária), ferro e outros minerais, além de vitaminas. É um prato nutricionalmente completo.

A carne vermelha não faz falta ao organismo: Mito.

Se os nutrientes presentes na carne vermelha não forem repostos em outros alimentos poderá levar à carência de diferentes nutrientes. A carne é fonte de proteínas, ou seja, rica em aminoácidos essenciais que nosso corpo não produz e só podemos absorver através da alimentação. Também é fonte de vitamina B12, não encontrada em alimentos vegetais, e ferro, que possui melhor qualidade e capacidade de ser utilizado pelo organismo quando comparado ao mineral encontrado nos vegetais.

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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Os 14 maiores mitos sobre saúde e alimentação!

Comer muito doce causa diabetes? Ingerir carboidratos à noite engorda? A osteoporose só atinge mulheres? São muitas as dúvidas que envolvem saúde e alimentação e diversas também as respostas para essas questões.

Confira agora as 14 maiores falácias que chegam aos consultórios e esclareça todas elas para ajudar você a levar uma vida saudável.
Tomar água em jejum emagrece: Mentira.
Beber água em jejum é um hábito saudável que deveria ser adotado por todas as pessoas, mas não ajuda a emagrecer. "Ela apenas hidrata e limpa todas as mucosas do aparelho digestivo para poder iniciar a primeira refeição do dia", aponta a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo.

Assistir televisão de perto prejudica a visão
: Mentira.
Segundo o oftalmologista Rubens Belfort Neto, membro da Sociedade Brasileira de Oncologia em Oftalmologia, ficar próximo à televisão não prejudica a saúde ocular. "Isso provavelmente surgiu porque a maior parte dos adultos teve perda da visão ao longo da vida, mas isso é um processo natural de envelhecimento", explica. O hábito é comum entre crianças principalmente porque assim elas veem as imagens ampliadas.

O estômago encolhe quando comemos menos: Mentira.
"Por se tratar de um órgão muscular, não há como o estômago reduzir seu tamanho apenas porque estamos ingerindo uma quantidade menor de alimentos", explica a nutricionista Maria Fernanda Cortez, da clínica Nutri & Consult, em São Paulo. O contrário, entretanto, pode ocorrer. Quando exageramos na dose, nosso estômago consegue se distender para poder armazenar toda a comida.

Comer muito doce causa diabetes: Mentira.
A ingestão de doces não causa diabetes. A doença tem como principais fatores de risco histórico familiar, obesidade e sedentarismo. "Assim, quem tem uma capacidade normal de processar carboidratos no organismo não corre o risco de desenvolver o problema", explica a clínica geral Andrea Sette, do Hospital e Maternidade São Luiz. Entretanto, se a ingestão de doces levar à obesidade, então você aumenta a probabilidade de ter a doença.

Comer carboidratos após às 18 horas engorda: Mentira.
O que engorda não é o carboidrato e nem o horário em que é o consumido. O problema está no consumo em excesso e na alimentação desiquilibrada, portanto o segredo é a moderação. "O único cuidado que deve ser tomado por quem consome carboidratos à noite é evitar comer o tipo refinado, que promove picos de índice glicêmico e oferecem um risco maior de serem armazenados na forma de gordura", afirma Roseli Rossi. Prefira as versões de carboidratos (pães, massas, arroz) integrais.

Usar boné faz o cabelo cair: Mentira.
De acordo com o dermatologista Adriano Almeida, diretor da Sociedade Brasileira do Cabelo, as pessoas confundem quebra do fio com queda do cabelo. "O uso do boné diariamente favorece a quebra dos fios justamente na região que costuma ficar marcada pela borda do acessório", explica. Assim, quem tem o cabelo mais comprido pode apresentar diminuição do volume, mas isso não significa que os fios estejam rareando em função da calvície, que é quando os fios deixam de nascer naquela região.

Alimentos integrais não engordam: Mentira.
Todos os alimentos, inclusive os integrais, possuem calorias e, portanto, podem levar ao ganho de peso. Segundo a nutricionista Roseli, o fato de um alimento ser mais saudável não quer dizer que ele pode ser consumido sem moderação. "Exagerar na ingestão de alimentos integrais também pode aumentar a gordura corporal", complementa.

Cerveja preta aumenta a produção de leite materno: Mentira.
A cerveja preta não estimula a produção de leite materno e ainda pode ser prejudicial para o bebê, alerta a ginecologista obstetra Bárbara Murayama, membro da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). "O álcool passa para a criança através do leite e nenhum estudo ainda conseguiu estipular uma dose segura de ingestão da bebida para gestantes", aponta.

Tomar leite e comer manga faz mal: Mentira.
O mito de que consumir leite e manga faz mal provavelmente surgiu para impedir a ingestão desses alimentos pelos escravos na época do Brasil Império. Mas a nutricionista Maria Fernanda garante que não há qualquer relação de dano para o organismo em misturar a fruta com o laticínio.

Ler à noite ou com pouca luz piora a visão: Mentira.
Ler em um ambiente com pouca luz não faz mal para os olhos. "Você pode ter dificuldade de enxergar, mas isso não quer dizer que está prejudicando a visão - mesmo que você aperte os olhos para enxergar melhor", explica o oftalmologista Rubens. Segundo o especialista, a tarefa pode ficar mais difícil com a idade, mas isso está relacionado ao envelhecimento natural do ser humano e não ao hábito de ler de noite ou com pouca luminosidade.

Quem tem colesterol alto não pode consumir ovo: Mentira.
É fato que o ovo apresenta grande quantidade de colesterol em sua gema. "O que as pessoas não sabem é que apesar de aumentar o colesterol LDL (ruim), ele também aumenta os níveis de colesterol HDL (bom)", esclarece Maria Fernanda. Segundo ela, pessoas com colesterol alto podem consumir até quatro ovos por semana e, de preferência, cozidos. O ideal é evitar a versão frita, pois carrega uma gordura nociva ao organismo e que ajuda a elevar as taxas de colesterol.

Osteoporose só atinge mulheres: Mentira.
"A osteoporose é quatro vezes mais comum em mulheres do que em homens, mas isso não significa que ela seja uma doença exclusivamente feminina", alerta Andrea Sette. Segundo a especialista, isso acontece devido à diminuição do hormônio estrogênio no corpo da mulher após a menopausa, que influencia diversos processos do organismo, inclusive a absorção de cálcio. No entanto, a doença também afeta a ala masculina.

Abacaxi queima gordura: Mentira.
Por ajudar no processo de digestão, muita gente associou o abacaxi à queima de gordura, mas isso não passa de mito, de acordo com a nutricionista Roseli. "Ele é fonte de vitaminas e, por isso, é muito bem-vindo na dieta, mas não tem qualquer relação com a queima de gordura corporal", explica.

Andar descalço causa dor de garganta: Mentira.
O contato dos pés com o chão, mesmo gelado, não afeta em nada as vias aéreas superiores, afirma a clínica geral Andrea. Os únicos perigos são ferimentos ou contato com alguma sujeira, o que pode favorecer um processo inflamatório.

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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Coloque em prática a boa alimentação no seu dia a dia.

Não é nenhuma novidade que comer frutas e legumes é bom para a saúde. O difícil é colocar isso em prática no dia a dia. A Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo de 400 gramas de frutas e legumes por dia, correspondente a cinco porções diárias, para prevenir doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer.
Mas como suprir essa necessidade na prática?

Aqui estão cinco principais maneiras de incluir as cinco porções por dia no seu menu diário sem fazer muito esforço.

Adicionar frutas ao café da manhã
: O café da manhã não tem que ser chato, especialmente se você adicionar frutas. "Corte uma maçã ou uma pêra, junte com blueberries, e coloque no cereal ou na farinha de aveia para obter um reforço de vitamina C e betacaroteno", aconselha a nutricionista Helen Ford.

Se você não tem tempo de tomar café da manhã, uma solução é um shake de frutas vermelhas, como morango, amora, framboesa, que são ricas em antioxidantes que estimulam o sistema imunológico. "O mais importante são as polpas das frutas, pois mastigá-las aumenta a produção dos sucos gástricos, o que auxilia o processo de digestão e absorção de nutrientes", diz Ford.

Adicionar a casca é considerado ainda melhor, porque de acordo com a especialista, ajuda a reduzir o colesterol. Para aqueles que argumentam que comer frutas os deixam inchados, a nutricionista tem um remédio.

"É melhor comer a fruta por volta de uma hora antes da refeição, ela contém açúcares simples, que não exigem muita digestão", diz Ford. "Outros alimentos, como os ricos em gordura, proteína e amido, permanecem por mais tempo no estômago, e tem uma digestão mais lenta." "Por isso, se você comer frutas após a refeição, a frutose vai ficar por muito tempo no estômago, vai fermentar e causar distensão abdominal e flatulência."
Legumes para o lanche: A nutricionista explica também que figos secos e nozes são boas escolhas para comer entre as refeições. O chef Javed Anand sugere usar suco de frutas ou de legumes para fazer um pão achatado, como pita ou o tradicional pão indiano Paratha. "Em vez de adicionar água à massa, adicione o suco", diz Anand.

"Você pode adicionar manteiga, queijo ou pickles. Esta é uma ótima maneira de incluir legumes na massa".

Sopa para substituir o sanduiche: Sopa de agrião é uma escolha ideal para o almoço, explica Ford, pois é rica em ferro e magnésio. No entanto, a nutricionista explica que, se você preferir um sanduíche, basta adicionar uma porção de folhas verdes escuras, como espinafre e agrião.
Se o problema da sopa é que dá a impressão de que não enche o estômago, você pode adicionar carne ou legumes a uma base vegetal. O chef Mathew Pennington é um especialista em sopas à base de legumes, porque são fáceis de adaptar, desde que você mantenha as mesmas proporções.

"Para uma sopa para quatro ou seis pessoas, a base é sempre 500g de cebola, 250g de cenoura e 250g de aipo. Descasque e corte os legumes em cubos e misture em uma frigideira grande, em seguida cubra-os com água". "Deixe ferver e cozinhe até que os legumes estejam macios. Tempere com sal e vinagre, e misture até ficar homogêneo. Você pode peneirar se quiser não quiser a sopa com pedaços", diz Pennington.
Mais frutas: Cozinhar a fruta lentamente usando especiarias ao em vez de açúcar também é uma boa maneira de melhorar o sabor do doce ou da compota. "Eu amo peras e pêssegos cozidos em um pouco de água com anis estrelado e canela", diz Anand. "Depois de cozido, retiro as frutas e adiciono um pouco de iogurte grego e açafrão".

Anand diz que o anis estrelado é uma espécie muito versátil e vai bem com todos os tipos de frutas. Uma outra dica é usar menta, que adiciona frescor a uma salada de frutas ou compota. "Açafrão funciona bem com manga e laranja." conta Anand.

Além disso, diversos estudos sugerem que o ruibarbo contém níveis elevados de polifenóis, que protegem as células do organismo contra danos por radicais livres. Pesquisadores da Sheffield Hallam University, na Inglaterra, descobriram que o ruibarbo cozido de forma lenta tem um maior teor de polifenóis do que em seu estado natural.

Assim, para uma sobremesa nutritiva ou um lanche com um alto teor de vitamina C, você pode fazer uma compota de ruibarbo com gengibre e suco de laranja. "Maçãs e amoras cozidas vão muito bem com uma boa pitada de canela", diz Helen Ford. "É uma deliciosa sobremesa saudável e cheia de vitaminas".
Varie as frutas e legumes: Uma das melhores maneiras de aproveitar ao máximo as cinco porções por dia é comer de acordo com as cores do arco-íris, ou seja, diferentes frutas e legumes. "É muito importante ter uma dieta variada e experimentar pratos diferentes", diz Anand.

"Eu acho melhor comer uma variedade de frutas e legumes preparados de forma menos saudável, do que comer o mesmo legume favorito o tempo todo." Javed Anand diz que o coco, que muitos acham pouco saudável, é muito bom para a pele e o cabelo."A chef recomenda cozinhar carne com leite de coco. E complementa: "Para mim, quanto mais variada a dieta, mais saudável você está."

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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Saiba o que acontece dentro do corpo após tomar refrigerante.

Todos sabem que não faz bem à saúde tomar refrigerantes em excesso. A bebida não contém nenhum valor nutricional e está repleta de cafeína, corantes e conservantes, além de altas taxas de açúcar. As versões light, apesar de estarem livres da substância, contêm adoçantes artificiais, cujo consumo também não traz nenhum benefício ao corpo.

Os refrigerantes produzem uma verdadeira revolução no organismo e, em apenas uma hora, conseguem alterar a pressão, levar embora nutrientes essenciais para o organismo e ainda ajudam o corpo a acumular gordura. Saiba o que acontece desde o momento que a bebida entra na boca, até 60 minutos depois, explica a nutricionista Andrezza Botelho, de São Paulo.

Primeiros 10 minutos: quando se toma uma lata de refrigerante (350 ml), cerca de 10 colheres de chá de açúcar chegam ao estômago, quantidade que corresponde a 100% do que é recomendado diariamente. O doce seria extremo e poderia causar até vômitos, mas isso não acontece devido à presença do ácido fosfórico que reduz esse gosto.

20 minutos: o nível de açúcar no sangue está em excesso, forçando uma grande liberação de insulina pelo pâncreas, hormônio que facilita a entrada da energia em nossas células. Como há uma descarga grande de açúcar, ácido fosfórico e inúmeras toxinas, o fígado fica sobrecarregado, transformando o açúcar que recebe em gordura.

40 minutos: a absorção da cafeína presente na bebida está completa. As pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar no sangue. Os receptores de adenosina, que controla a energia no organismo, no cérebro são bloqueados para evitar tonturas.

45 minutos: o corpo aumenta a produção do neurotransmissor dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo. Fisicamente é a mesma reação provocada pela heroína.

50 minutos: o ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, acelerando o metabolismo. As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina.

60 minutos: as propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina. Agora é garantido que eliminará cálcio, magnésio e zinco, nutrientes essenciais para o funcionamento de vários órgãos, como coração, e ossos. Conforme vai reduzindo a satisfação proporcionada pelo açúcar e cafeína, inicia-se uma queda dos níveis de açúcar no sangue. Você começa a ficar irritadiço ou sonolento.

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