terça-feira, 30 de julho de 2013

Aprenda a controlar seu apetite em oito passos.

A loucura da vida moderna acaba nos sugando todo o tempo livre e a comida fácil, rápida ou pronta como as redes de fast-food, ricas em gordura, sal e açúcares, ganha mais espaço nas prateleiras de supermercados, fachadas de lojas e deliverys, sempre pronta para nos fazer ganhar mais tempo com sua rapidez e praticidade.

Isso sem falar nas propagandas com imagens deliciosas e altamente tentadoras que nos fazem, quase sem querer, sair do sofá para um rápido ataque à geladeira. Pensamos em comida quase o tempo todo - é um estímulo atrás do outro, e que nos faz comer cada vez mais e com pior qualidade, tornando-nos propensos ao sobrepeso, obesidade e desenvolvimento de doenças ligadas à má alimentação, como diabetes, hipertensão, colesterol alto, entre outros

Como controlar seu apetite em oito passos:
- Invista em atividade física, ela é fundamental para sua saúde e qualidade de vida. Ela ajudará você a emagrecer e se manter magro.

- Mantenha uma alimentação balanceada, com todos os grupos alimentares, proteínas, gorduras boas e carboidratos de baixo índice glicêmico. Mudanças de estilo de vida são muito eficazes no tratamento de emagrecimento.

- Aposte em alimentos termogênicos, capazes de aumentar o gasto calórico do organismo. Nessa lista, você encontra pimenta, chá verde, gengibre e outros.

- Faça check-ups periódicos, pois seu corpo precisa estar em equilíbrio para que você possa emagrecer sem riscos, e só fazendo os exames médicos da parte clínica, nutricional e hormonal você poderá detectar os entraves metabólicos que emperram a perda de peso.

- Aumente a ingestão de fibras, que além de melhorar o trato intestinal aumenta a sensação de saciedade.

- Use medicamentos quando necessário, como no caso da obesidade, que é uma doença de causa multifatorial e complexa, que em muitos casos necessita ser tratada com diversas estratégias, inclusive com o uso de medicamentos, que devem ser usados de maneira criteriosa e após avaliação detalhada do histórico do paciente.

- Diminua o estresse, pois estudos demonstram que o ganho de peso e os níveis de cortisol (conhecido como hormônio do estresse) estão intimamente ligados, ou seja, quanto maior o estresse, maior é o nível do cortisol e maior é a facilidade com que o indivíduo ganha peso. A má alimentação e sedentarismo fazem parte do círculo vicioso em que o indivíduo está inserido e para interromper este ciclo é necessário a adoção de hábitos e atividades que melhorem a qualidade de vida, como atividades ao ar livre, caminhadas e atividades lúdicas.

- Diminua o consumo de açúcares e gorduras, pelos motivos descritos acima na matéria e segundo a Associação de Neurociências do Canadá, existem pessoas que são mais vulneráveis a se viciarem em alimentos pouco saudáveis, como os ricos em açúcares e gorduras, portanto evite-os!

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quinta-feira, 25 de julho de 2013

A fé pode ajudar muito no tratamento e na cura de doenças.


Acreditar no tratamento, no médico, em si mesmo e na recuperação é absolutamente importante e pode ajudar inclusive no resultado e na cura de diversos problemas.

Como defenderam alguns médicos, a fé pode ser uma grande aliada da saúde, faz bem para a imunidade, melhora a resposta a processos de quimioterapia ou radioterapia, por exemplo, e ainda pode ajudar a combater depressão, ansiedade e problemas de sono.

Para comprovar essa tese, um trabalho do Instituto Dante Pazzanese, com quase 250 artigos de todo o mundo, concluiu que a prática regular de atividades religiosas - sejam elas quais forem - pode reduzir o risco de morte em até 30%.

Isso porque ter uma religião promove bem-estar psicológico, menos pensamentos e comportamentos suicidas, menos consumo de álcool e drogas e um maior incentivo a hábitos saudáveis. O estudo mostrou ainda que a religião contribui também para reduzir a carga viral em pacientes com HIV, além de reduzir mortes por AVC e problemas cardíacos.

Por isso, ao se descobrir uma doença, é muito importante que o paciente não se entregue e sempre escolha a opção de acreditar na recuperação, ser otimista e se empenhar mentalmente e fisicamente para reverter a situação.

E não precisa necessariamente se apegar a um poder superior, mas acreditar em si mesmo e nos outros – por exemplo, eleger um “anjo da guarda”, uma pessoa confiável, pode ajudar bastante a dividir os sentimentos em relação à doença, além de melhorar a disciplina do paciente em relação ao tratamento.

Estudos apontam também que os pacientes que recebem orações, mesmo sem saber, têm melhora no quadro de doenças em comparação aos que não recebem, como explicou o oncologista Fernando Maluf. Porém, mesmo quem não quer rezar, pode meditar, um exercício cerebral que direciona o pensamento, traz conforto e tranqüilidade da mesma maneira.



terça-feira, 23 de julho de 2013

Pular café da manhã aumenta risco de infarto nos homens.















Os homens que não se preocupam com a primeira refeição do dia tendem a ser os mais jovens e aqueles que são "fumantes, solteiros, menos ativos fisicamente, mais consumidores de álcool e trabalhadores em tempo integral".

"Pular o café da manhã pode levar a um ou mais fatores de risco, como obesidade, pressão arterial alta, colesterol alto e diabetes, que, por sua vez, podem levar – com o tempo – a um ataque cardíaco", disse o principal autor do estudo e pesquisador Leah Cahill.


Os homens que acabam não tomando café da manhã têm risco até 27% maior de sofrer um ataque cardíaco, revelou uma pesquisa feita pela Universidade Harvard, nos EUA. O estudo sobre alimentação, realizado entre 1992 e 2008 com quase 27 mil participantes de 45 a 82 anos, mostrou que aqueles que não comiam nada pela manhã tinham mais chances de ter um ataque do coração ou morrer por doença coronária, em relação àqueles que faziam o desjejum.

Os homens que disseram tomar café da manhã também comiam mais por dia em comparação àqueles que não tinham o hábito, o que sugere que as pessoas que omitem a primeira refeição não a compensam mais tarde.

No estudo, 97% dos homens que participaram eram brancos e de ascendência europeia. Mas os pesquisadores disseram que os resultados podem ser aplicados a outras origens. "Não se deve pular o café da manhã. Tomar café está associado a um menor risco de ataque cardíaco", finalizou Cahill.

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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Antes de começar a dieta, faça um aquecimento!


Emagrecer, praticar alguma atividade física, deixar de fumar: mudar um hábito, mas especialmente mantê-lo a longo prazo, pode ser muito difícil. Por conta disso é muito comum que ao ingressar em uma dieta, uma pessoa consiga perder alguns quilos, mas volte a engordar após certo tempo. Para pesquisadores nos Estados Unidos, porém, há uma solução: a perda de peso pode ser mais duradoura se o indivíduo passar a seguir determinados hábitos saudáveis, como se alimentar corretamente e caminhar com frequência, antes de tentar, de fato, emagrecer. Esse "aquecimento" vai treinar e preparar o organismo para a dieta — o que, a longo prazo, é mais eficaz para manter o peso perdido no programa de emagrecimento.

A pesquisa selecionou 267 mulheres maiores do que 21 anos que tinham sobrepeso ou obesidade. As participantes foram, então, divididas em dois grupos. Metade delas passou a seguir imediatamente um plano de emagrecimento durante 20 semanas, seguido de um programa de manutenção de peso de oito semanas. O restante das participantes, por outro lado, passou as oito primeiras semanas recebendo instruções sobre como ter hábitos mais saudáveis e as formas de manter o peso.

Para ‘se acostumar com os altos e baixos de uma dieta’, as participantes do segundo grupo foram aconselhadas a, algumas vezes, consumir alimentos calóricos e gordurosos. Somente nas 20 semanas seguintes elas se engajaram a emagrecer. O método de perda de peso foi o mesmo para os dois grupos.

Manutenção: Após 28 semanas, as mulheres de ambos os grupos emagreceram uma média de 7,5 quilos (ou perderam 9% do seu peso inicial). Porém, um ano após o fim do estudo, quando essas participantes tiveram que manter o peso por conta própria, as mulheres que tentaram perder peso logo no início da pesquisa recuperaram uma média de 3,2 quilos, enquanto as participantes do outro grupo ganharam apenas 1,3 quilo.

Segundo os pesquisadores, essas oito semanas de ‘treinamento’ foram fundamentais para que as pessoas mudassem suas crenças em relação ao emagrecimento. No entanto, eles acreditam que outras pesquisas precisam ser feitas para definir quais são os efeitos da abordagem a longo prazo, já que o estudo acompanhou as participantes somente durante um ano após o término da pesquisa.

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terça-feira, 16 de julho de 2013

De que maneira o gene aumenta risco de obesidade.

Uma variação do gene chamado "FTO", presente em uma a cada seis pessoas, faz com que seus portadores tenham risco 70% maior de se tornarem obesos. Mas, até agora, cientistas não sabiam por que o gene tinha esse efeito. Segundo informações da Reuters, uma pesquisa, conduzida por cientistas britânicos, concluiu que os portadores do gene não apenas têm níveis maiores de grelina, o “hormônio da fome”, como também tem uma sensibilidade maior a essa substância no cérebro.

Também foram analisadas amostras de sangue dos próprios voluntários após as refeições. Os pesquisadores também fizeram estudos celulares sobre a produção do hormônio grelina, além de submeterem os participantes a exames de ressonância magnética funcional.

A pesquisadora Rachel Batterham, que liderou o estudo, afirmou que o trabalho abre caminhos para se chegar a novos tratamento, já que existem drogas experimentais capazes de suprimir a grelina que poderiam ser particularmente eficazes se aplicadas a pacientes com essa variação genética.

Pesquisas anteriores também mostram que a grelina pode ser reduzida por meio de uma dieta rica em proteínas. O pesquisador Steve Bloom, que não esteve envolvido no estudo, afirma que o gene "FTO" explica apenas uma pequena parte da epidemia de obesidade, mas a descoberta "é um passo importante" na revelação dos vários fatores envolvidos no problema.


A prevalência de obesidade está aumentando em todo o mundo, tanto em países desenvolvidos quanto em países em desenvolvimento. Trata-se de um fator de risco importante para diabetes, doenças cardíacas e alguns tipos de câncer.

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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Cigarro mata 6 milhões de pessoas por ano no mundo.

Um relatório lançado recentemente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou que cerca de 6 milhões de pessoas morrem no mundo por ano devido ao uso do cigarro. O documento, que foi chamado de "Epidemia Global do Tabaco 2013", fortalece tendências sobre o uso da substância e avanços com relação ao seu combate por todo o planeta.

Se o ritmo atual continuar, o número de mortes por cigarro deve subir para 8 milhões de pessoas por ano em 2030. O Brasil é citado no relatório como um dos principais países que mais adotaram medidas para combater o uso do cigarro, ao lado de Panamá, Irã e Turquia. Cerca de 15% da população adulta brasileira consome tabaco, ainda de acordo com a OMS.

São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador e Fortaleza estão entre as 100 cidades do mundo que atingiram os maiores níveis de sucesso para controlar o uso do fumo.

Na comparação dos países, 24 adotaram leis que proíbem completamente o uso do tabaco e de derivados. Outros 100 têm leis que impedem ou restringem o fumo de alguma forma, aponta a Rádio ONU. Já 67 entre os pesquisados no relatório não adotam qualquer proibição ao cigarro ou restrições à publicidade que incentiva seu uso.

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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Perder peso comendo com prazer.

É possível SIM emagrecer sem fazer dieta. Das saladas indo até aos chocolates, basta que se coma de maneira consciente e mastigando bastante, escolhendo produtos, de preferência em feiras de rua e começando a refeição por itens do prato que lhe dão mais prazer. A nova proposta apresentada pela neurocientista americana Darya Pino Rose é o que ela chama de uma "não-dieta".

"O que precisa ser evitado é o exagero", diz Darya, que acredita que ao pensar a comida como algo prazeroso, que deve ser degustado, acaba-se ingerindo porções menores e com isso, emagrecendo com saúde.

Depois de tentar uma série de dietas e não conseguir sucesso com nenhuma delas, Darya começou a estudar a ciência que existe por trás da nutrição. "Percebi que ser saudável é o melhor jeito para emagrecer". Manter um hábito saudável, recomendação já há muito indicada por médicos, passou a fazer sentido apenas quando o cérebro entrou na jogada. São inúmeras as funções do sistema nervoso na alimentação. Um exemplo é o ato de mastigar. Quando a pessoa come com mais calma, mastigando o número suficiente de vezes, aumentam muito mais as chances dela prestar atenção naquilo que está comendo, e se controlar.


Além disso, se alimentar mais lentamente também ajuda a entender melhor o que está acontecendo. Isso porque durante uma refeição o cérebro tem apenas um foco: preencher o estômago — o que, de imediato, não provoca a sensação de saciedade. Entre saciar o estômago e parar de sentir fome, há um processo que envolve liberação de hormônios e sinais visuais de que a refeição terminou. Esse processo demora cerca de 20 minutos, e só depois dele há a sensação de saciedade. "Se você come muito depressa, corre o risco de ingerir mais comida do que seu corpo precisa", finalizou Darya.

Criando hábitos: Entre as dicas para adotar o modo foodist (como Darya batizou seu método) de comer, uma das mais importantes é a de comer primeiro os alimentos mais saborosos do prato. Só o cheiro da comida já é o suficiente para que o metabolismo comece a agir. Segundo Darya, o pedaço de comida mais apreciado na hora da refeição é aquele que se come primeiro. "Se você começar pelo que mais gosta, fica muito mais fácil parar de comer. Você tem a certeza de que já comeu a melhor parte", explica.

Esse truque, no entanto, precisa se tornar um hábito automático. De acordo com a neurocientista, para evitar um fenômeno conhecido como "fadiga de decisões", em que o cérebro precisa usar um grande estoque de energia para tomar muitas decisões em um dia, o órgão ativa um mecanismo por meio do qual 90% das decisões diárias ligadas à comida são resultantes de hábitos, e não de ações conscientes.

A necessidade de se criar hábitos também explica a razão pela qual Darya acredita que só é possível emagrecer quando a pessoa come o que gosta. Mas isso não significa, no entanto, que aos apaixonados por fritura, o bacon deva ser uma constante no prato. Segundo Darya, é preciso que se encontre quais são os alimentos preferidos entre aqueles considerados saudáveis. Em seguida, reforçar o gosto por essa comida. Isso por que o cérebro tem um sistema de recompensa que usa um neurotransmissor chamado dopamina. Quando fazemos coisas que gostamos — e isso inclui comer alimentos que gostamos — nosso cérebro recebe uma descarga de dopamina. "Isso reforça nosso desejo de repetir aquela ação sempre que possível. É assim que nasce um hábito", explica.

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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Dormir sete horas ou mais por dia faz bem ao coração.

Um recente estudo holandês sugeriu que sete ou mais horas de sono por dia podem trazer uma série de benefícios para o coração quando combinadas a um estilo de vida saudável.

Com base na pesquisa, seguir uma dieta saudável, não fumar, beber com moderação e fazer exercícios regularmente podem reduzir o número de mortes causadas por doenças cardiovasculares, mas mais vidas poderiam ser salvas se, junto a isso, as pessoas tivessem uma boa noite de sono.
A equipe, que é composta por membros da Universidade de Wageningen e do Instituto Nacional de Saúde Pública e Meio Ambiente da Holanda, acampanhou durante uma década o estado de saúde de mais de 14 mil homens e mulheres. Ao final desse estudo, 600 haviam sofrido de doenças cardiovasculares ou infarto e 129 haviam morrido.

Saúde Pública
: O estudo também concluiu que as pessoas que seguiam hábitos saudáveis tinham 57% menos chances de desenvolver doenças cardiovasculares e risco 67% menor de morrer desses males, porém, quando uma boa noite de sono foi somada à equação – sete ou mais horas por dia –, os analisados tinham 65% menos chances de desenvolver problemas do coração e um risco 83% menor de morrer.

Outras pesquisas já haviam indicado uma relação entre poucas horas de sono e doenças cardiovasculares, mas esta é a primeira a investigar se os hábitos de dormir bem e levar uma vida saudável podem reduzir o risco de morte por males do coração.

"O impacto que boas noites de sono e uma vida saudável podem ter na saúde das pessoas pode ser substancial", afirmam os cientistas. Ao comentar o estudo, o professor Grethe Tell, da Universidade de Bergen, Noruega, afirmou que "sob o ponto de vista da saúde pública, as pessoas devem ser encorajadas a dormir bem e, assim como qualquer outro hábito de vida saudável, isso deve ser ensinado em casa", afirmou.

Insônia: Doireann Maddock, enfermeira cardiologista da organização British Heart Foundation, disse que pessoas que sofrem de insônia não deveriam ficar assustadas com os resultados do estudo "O estudo não afirma que quem dorme pouco pode sofrer de problemas do coração", disse Maddock, acrescentando que pessoas que têm dificuldade de dormir devem evitar cafeína e refeições pesadas antes de ir para cama.

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terça-feira, 2 de julho de 2013

Maços de cigarro 'falantes' podem ajudar a combater vício.

Um grupo de cientistas escoceses desenvolveram um maço de cigarro que 'fala' e passa informações sobre os riscos do fumo à saúde. Assim que a embalagem é aberta, o maço solta mensagens em áudio alertando para o risco de infertilidade para quem fuma e também divulgando um número de telefone para quem quiser ajuda para deixar o vício.
Os pesquisadores da Universidade de Stirling dizem que os maços falantes mostraram eficiência durante testes com grupos de mulheres entre 16 e 64 anos de idade. Outro estudo ainda maior está para ser conduzido, com testes em maior escala envolvendo homens e mulheres a partir dos 16 anos.
Para Sheila Duffy, da fundação anti-fumo Ash Scotland.

A ideia principal dos pesquisadores de Stirling seria benéfica para os fumantes. "Eu avalio como bem-vinda a sugestão para que utilizemos formas criativas para levar mensagens que ajudem as pessoas a se libertar do vício", destaca Duffy.
No entanto, "nós precisamos de pesquisas mais acuradas para avaliar o potencial impacto de qualquer novo tipo de embalagem em pessoas de todas as idades".

Já Alison Cox, da fundação Cancer Research UK, disse que sua entidade financiou a pesquisa da Universidade de Stirling numa tentativa de "ver se ferramentas de marketing (típicas) da indústria do tabaco podem ser utilizadas para ajudar fumantes a deixarem o vício (em vez de serem usadas para vender cigarros)".

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