quinta-feira, 27 de junho de 2013

O que bebemos durante as refeições influencia nos alimentos que comemos.


Aquilo que bebemos durante as refeições pode influenciar na escolha e na quantidade dos alimentos que comemos. Com base em um estudo realizado por pesquisadores das Universidades de Oregon e do estado de Michigan, nos Estados Unidos, enquanto quem bebe refrigerante escolhe mais alimentos calóricos, a água está diretamente associada a uma maior quantidade de vegetais ingeridos.

A pesquisa foi dividida em duas partes. Em uma delas, foram avaliados todos os hábitos alimentares de 60 americanos de 19 a 23 anos. Na outra etapa do estudo, 75 crianças com idades entre três e cinco anos participaram de testes para que os especialistas avaliassem o papel das bebidas no consumo de vegetais. Com isso, a equipe observou que quando os adultos bebiam refrigerantes, eles comiam mais alimentos calóricos e ricos em sal do que vegetais. As crianças, por outro lado, se alimentavam mais de vegetais quando bebiam água, em comparação com quando consumiam refrigerantes ou outra bebida com açúcar.

Como explica uma das autoras do estudo, Bettina Cornwell, essa pesquisa sugere que se as pessoas deixassem de beber refrigerante durante as refeições, talvez seus hábitos alimentares melhorassem, e muito, a longo prazo. Isso poderia ser conquistado, segundo a pesquisadora, com uma mudança na atitude dos pais, por exemplo. “A preferência de uma pessoa por determinado sabor ou tipo de comida é fortemente influenciada pela exposição repetida aos alimentos e pelos hábitos desenvolvidos em casa”, diz. "Se a bebida sobre a mesa define a probabilidade de um indivíduo comer vegetais, então talvez seja hora de fazer com que essa bebida seja a água", finalizou.

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terça-feira, 25 de junho de 2013

Beber bastante água é bom para a pele: Mito ou realidade?

É muito comum ouvirmos dizer que para mantermos nossa pele saudável e fresca é fundamental beber bastante água. As quantidades recomendadas variam. Nos Estados Unidos, por exemplo, a orientação é que se beba oito copos de água por dia.
Mas independente do volume indicado, o princípio por trás do conselho continua o mesmo: beber água mantém sua pele hidratada. Em outras palavras, a água acaba funcionando como uma espécie de hidratante que age de dentro para fora. Você talvez se surpreenda, mas a verdade é que existem pouquíssimas evidências para confirmar essa teoria.

Uma forma óbvia de verificarmos o efeito da ingestão de água sobre a pele seria separarmos um grupo de voluntários em duas metades. Uma receberia instruções para beber água o dia inteiro, a outra seria orientada a beber quantidades normais.

Um mês depois, a condição da pele dos participantes poderia ser avaliada para estabelecermos se beber mais água resultou, ou não, em peles mais suaves e saudáveis. Na prática, estudos como esse são raros, em parte porque, como a água não pode ser patenteada, é difícil encontrar-se alguém disposto a financiar esse tipo de pesquisa - ela não produziria nenhum remédio ou cosmético capaz de cobrir os custos do financiador.

Uma pesquisa feita pelo dermatologista Ronni Wolf, do Kaplan Medical Centre, em Israel, encontrou apenas um estudo sobre os efeitos, a longo prazo, da ingestão de água sobre a pele. Os resultados do trabalho, no entanto, foram contraditórios. O estudo tentava avaliar os efeitos, sobre a pele, da ingestão de água mineral em comparação à água de torneira. Após quatro semanas, o grupo que bebeu quantidades adicionais de água mineral apresentou diminuição na densidade da pele. O grupo que bebeu água de torneira apresentou um aumento na densidade da pele.

Mas independentemente do tipo de água que é ingerido, o estudo não encontrou qualquer diferença na quantidade de rugas ou na suavidade da pele dos participantes. Porém, isso não quer dizer que a desidratação não exerça qualquer efeito sobre a pele. Podemos avaliar, em parte, as consequências da falta de água sobre a pele ao medirmos sua elasticidade. Para tanto, basta beliscarmos uma porção da pele e observarmos quanto tempo o tecido demora para voltar à posição inicial.

Se você estiver desidratado, haverá uma perda de elasticidade da sua pele e ela demorará mais tempo para recuperar a forma normal após um teste como esse. Contudo, se é verdade que beber menos água do que o necessário é ruim para a pele, isso não quer dizer que beber quantidades excessivas seja bom. Isso equivaleria a dizermos que, porque a falta de alimento leva à desnutrição, então comer demais deve ser bom. Ou, como disse Wolf, seria o equivalente a dizermos que, como um carrro precisa de gasolina, então quanto mais gasolina, melhor.

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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Comer mais carne vermelha pode levar ao diabetes tipo 2.


O consumo de carne vermelha já foi associado a diversos problemas de saúde, especialmente ao maior risco de doenças cardiovasculares e de tipos de câncer, como o renal. Porém agora, um extenso estudo feito na Universidade Nacional de Singapura, com base nos dados de quase 150.000 pessoas, mostrou que aumentar o consumo do alimento citado pode causar o diabetes tipo 2 também.

Segundo os iniciadores do trabalho, outros estudos já mostraram certa relação entre carne vermelha e diabetes tipo 2, porém eles foram feitos durante um curto período de tempo, insuficiente para se afirmar algo. Isso acaba limitando os resultados, já que os hábitos alimentares das pessoas estão em constante mudança, acreditam os pesquisadores.

A nova pesquisa foi feita a partir dos dados de três estudos sobre hábitos alimentares feitos na Universidade Harvard, nos Estados Unidos, que avaliaram, ao todo, 149.143 homens e mulheres. E foi concluído que aumentar o consumo de carne vermelha ao longo de quatro anos já é suficiente para elevar o risco de diabetes tipo 2.

De maneira mais específica, comparadas a pessoas que passaram quatro anos sem alterar o seu consumo de carne vermelha, aquelas que aumentaram a ingestão do alimento em meia porção a mais por dia apresentaram um risco 48% maior de ter diabetes tipo 2. Diminuir meia porção da quantidade total de carne vermelha consumida em um dia, por outro lado, reduz em 14% as chances da doença em um período de quatro anos.

Por conta do estudo ser realizado de maneira observacional, não foi possível que os autores descobrissem de que forma a carne vermelha age no organismo, elevando o risco do diabetes tipo 2. "Nossos resultados confirmam a solidez da associação entre carne vermelha e diabetes tipo 2 e adiciona evidências de que reduzir o consumo do alimento durante o tempo confere benefícios à prevenção da doença", concluiram os autores do estudo.

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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Segundo pesquisa, vegetarianos vivem mais.

Um grupo de pesquisadores americanos concluiu após avaliar mais de 70 mil voluntários, que o vegetarianismo acrescenta alguns anos na expectativa de vida de uma pessoa. Foi observarvado também que, em um período de seis anos, o número de morte entre os vegetarianos foi 12% menor do que entre os indivíduos que comiam carne. Esse efeito positivo foi observado em todos os tipos de dieta vegetariana, como, por exemplo, a conhecida como "ovolactovegetariana", que é quando se consome ovos e leite, e o "veganismo", que é quando se exclui todos os produtos de origem animal.

Esses dados fazem parte de um estudo feito na Universidade Loma Linda, localizada na cidade de Loma Linda, na Califórnia. Os 73.308 indivíduos que participaram da pesquisa responderam a um questionário sobre alimentação e com base nas respostas foram incluídos em um dos cinco grupos — o dos não vegetarianos; o dos semi-vegetarianos (comem frango e frutos do mar em quantidades reduzidas); os pescovegetarianos (que comem frutos do mar); os ovolactovegetarianos; e os vegans.

Depois, os pesquisadores acompanharam os participantes ao longo de seis anos e concluíram que o vegetariano tem propensão a ser mais velho, casado, a apresentar um nível maior de escolaridade, não fumar, beber menos álcool, a se exercitar mais e a ser mais magro.

Uma somatória de evidências: Essa pesquisa acabou colaborando com outros trabalhos que já haviam encontrado uma relação entre o vegetarianismo e uma menor prevalência, por exemplo, de doenças crônicas, como as cardíacas e o diabetes. Porém, esse novo estudo, assim como os anteriores, não conseguiu encontrar qual é o mecanismo responsável pela associação entre a dieta vegetariana e um efeito protetor à saúde. As pesquisas, por enquanto, apenas encontraram uma relação estatística entre esse tipo de alimentação e uma menor prevalência de doenças e mortes.

“Ainda não podemos dizer com certeza, mas uma das possíveis razões que contribuem com esses benefícios é a abstenção ou a redução do consumo de carne vermelha”, diz Michael Orlich, coordenador do estudo. "Pode ser também que o consumo de muitos alimentos de origem vegetal por si só reduza a taxa de mortalidade.”

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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Procedimentos para armazenagem de Medicamentos Especiais.

Como é essencial que os medicamentos especiais sejam armazenados da maneira correta para garantir a sua eficácia no tratamento, a Singular Medicamentos Especias mantém cada embalagem em ambiente adequado à conservação, em uma sala climatizada.

São subdivididos em duas categorias: Medicamentos Termolábeis e Não-Termolábeis.

O que são Medicamentos Especiais termolábeis? Também conhecidos como refrigerados, são produtos sensíveis a condições extremas de temperatura e a exposição a essas condições pode danificar suas propriedades farmacológicas, e logo seu efeito desejado. Enquadram-se nesse grupo os medicamentos utilizados na cura de doenças crônicas como vacinas, oncológicos, insulinas, entre outros.

Como devo armazenar tais medicamentos? Devem ser armazenados em temperatura entre 2ºC e 8°C e não é recomendado manter os mesmos na porta da sua geladeira ou próximo ao congelador, devido a mudança de temperatura frequente. O ideal é manter o medicamento no "meio" da geladeira, onde a temperatura se encontra de uma maneira estável.

E quais os cuidados para os Medicamentos Especiais não termolábeis? Também conhecidos como não refrigerados, são os medicamentos que precisam ser armazenados em um abrigo de luz e umidade. No geral, necessitam ser armazenados em temperatura de 15°C a 30°C.

Segundo o Doutor Vinícius Cruz, da Singular Medicamentos Epeciais " É essencial ter o cuidado no armazenamento dos medicamentos, pois o mesmo pode afetar a sua estabilidade e com isso, a eficácia do tratamento pode ser comprometida. Todo medicamento possui em sua embalagem a temperatura no qual o mesmo deve ser armazenado. Para maiores dúvidas e detalhes, deve-se procurar um profissional qualificado", finalizou.

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terça-feira, 11 de junho de 2013

Dieta saudável: Mais imunidade e menos risco de doenças.



Mudar a alimentação é muito importante para a saúde, em qualquer idade e momento da vida. Ter um estilo de vida saudável e uma dieta equilibrada é extremamente fundamental para aumentar a imunidade do corpo e consequentemente reduzir o risco de diversas doenças, inclusive o câncer. Por isso, ingerir frutas, verduras, legumes, proteínas, vitaminas e minerais é um hábito essencial para quem quer ter mais qualidade de vida, como alertaram a clínica geral Dulce Brito e o nutrólogo e cardiologista Daniel Magnoni.

Mesmo quem tem alguns fatores genéticos que aumentem as chances de determinadas doenças podem também se beneficiar da mudança dos hábitos alimentares, o paciente pode até desenvolver o problema, mas terá mais bem-estar e bem menos complicações. Para melhorar o sistema imunológico, o cardiologista explica que proteínas, vitaminas e minerais são os grupos que mais ajudam na produção de células de defesa.

Como se manter forte em cada fase da vida:

Adulto/Homem: Evitar carne vermelha rica em gordura saturada e comer mais frutas vermelhas.
Adulto/Mulher: Evitar carne vermelha rica em gordura saturada.
Idoso: Evitar excesso de gordura e calorias na dieta.
Bebê: Tomar leite materno até os 6 meses de idade.

Alimentação: O ideal é consumir de 3 a 5 porções por dia de legumes, verduras e frutas. Com isso, ter uma dieta com proteínas, vitaminas e minerais, estimula o corpo a produzir células de defesa.

Onde encontrar:

Proteínas: Ovos, leite, peixe, frango sem pele e carnes sem gordura saturada.
Zinco: Frutos do mar, vísceras, leite e derivados.
Selênio: Nozes e castanhas.
Probióticos: Iogurtes
Ômega-3: Atum, bacalhau, cação e albacora.

Além disso, comer de 3 a 5 porções diárias de legumes, verduras e frutas também faz bem e reduz o risco de câncer, principalmente de boca, faringe, laringe, esôfago, estômago, pulmão, pâncreas e próstata nos homens. Há ainda a vitamina C, extremamente poderosa na alimentação já que é um antioxidante natural e rica em fibras e licopeno, substâncias que protegem a saúde. Entre os alimentos com essa vitamina, os campeões são a acerola e o caju.

De acordo com o cardiologista Daniel Magnoni, pessoas que fazem regime e idosos podem ter a imunidade afetada porque têm deficiência de vários nutrientes, como a proteína. Além disso, é importante lembrar que a imunidade pode diminuir por causa de vários outros motivos. Por exemplo, no caso de câncer, a quimioterapia pode destruir células boas e ruins, o que prejudica a resistência.

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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Protetor solar também é indispensável no inverno.

Forte aliado da pele no combate às machas, queimaduras e ao câncer de pele, o protetor solar é um produto indispensável para os cuidados com a pele. O problema é que muita gente acaba associando proteção solar ao verão ou aos dias ensolarados. Porém, os perigos da superexposição aos raios ultravioletas existem até mesmo nos dias nublados e em pleno inverno. Deixar de usar o filtro solar pode trazer graves problemas como câncer de pele e lesões cutâneas graves que deixam marcas na pele. "O filtro solar deveria ser visto como medicamento de uso diário", explicou a dermatologista da Unifesp, Meire Parada Brasil.

Proteção intensiva sempre: Durante o inverno, há uma diminuição considerável da incidência dos raios ultravioletas, principais causadores dos cânceres de pele, porém, os raios UVA, também nocivos, têm poder de penetração regular na pele, causando manchas, pintas, que podem virar um câncer e até o fotoenvelhecimento, envelhecimento precoce da pele por excesso de raios solares.

"Há a diminuição na produção de colágeno, atingindo a derme e causando flacidez e envelhecimento. Se uma pessoa passa a vida inteira sem usar o protetor no inverno, pode ter problemas sérios na pele", explicou a dermatologista.

Que fator de proteção se deve usar? Quando o assunto é o fator do protetor solar, as duas especialistas são taxativas: no mínimo fator 30. Os dermatologistas recomendam o fator 30 como padrão mínimo porque de modo geral nós não obedecemos ao intervalo com que deveríamos usá-lo, daí a baixa proteção da pele até mesmo no inverno. "Vale lembrar, no entanto, que a proteção dura apenas 30 minutos e que o protetor deve ser reaplicado a cada banho e situação de suor ou, em média, a cada duas horas. É importante evitar períodos de maior intensidade solar, entre 10h e 15h, que também são perigosos no inverno", diz Meire Parada Brasil.

Creme ou gel? Depende muito das características da pele de cada um, mas em geral, o mais apropriado é a textura em creme, já que no inverno a pele fica mais ressecada por natureza e o gel, à base de álcool, favorece ainda mais o ressecamento. "O gel penetra melhor na pele e é menos oleoso, só que o creme hidrata mais e deixa a pele mais macia, por isso é melhor optar por ele", explicou. 

Efeito cumulativo: O câncer de pele é resultante do efeito cumulativo dos efeitos da radiação solar, que pode aparecer, um, dois ou até 40 anos depois da exposição exagerada aos raios UVA e UVB e que por isso o uso do protetor solar no inverno é fundamental. "Independente do clima, sofremos a incidência dos dois tipos de radiação solar, UVA e UVB, embora a UVA seja mais intensa no inverno. Se uma pessoa passa a vida inteira sem usar protetor no inverno, corre o risco de perceber uma mancha cancerígena na pele sem saber porquê", explica a dermatologista Daniela Taniguchi.
A cor da pele influencia? As peles claras são mais sensíveis a ação dos raios solares do que as morenas, já que estas têm maior concentração de melanina. "As pessoas brancas devem usar o fator mais alto e se expor menos ao sol, já os morenos, têm menos propensão a ter problemas de pele", explica Daniela.

Como detectar o câncer de pele?
Existem vários tipos de câncer de pele. Os mais comuns são o melanoma, caracterizado pelo aparecimento de pintas escuras que crescem rapidamente e não cicatrizam; e os cartinomas, que se manifesta através de bolinhas avermelhadas que não somem sozinhas. "O ideal é prestar atenção na aparência das manchas que aparecem na pele e na duração do problema. Caso demore muito para cicatrizar, é melhor procurar um médico", explica Daniela.

"O problema desta doença é que não dói, não dá sinal nenhum a não ser o aspecto físico ou o sangramento em caso de infecção, por isso, é importante ficar atento a qualquer mudança na pele", alerta Meire.

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terça-feira, 4 de junho de 2013

Dieta colorida: Um bem à saúde e previne doenças.


Comer todos os dias a mesma coisa é um problema e pode interferir inclusive na saúde de adultos e crianças. Quem não come alimentos brancos, como leites, queijos e iogurtes, pode ter falta de cálcio e desenvolver osteopenia e osteoporose, por exemplo. Por conta isso, é muito importante montar sempre um prato colorido e com nutrientes diferentes para evitar até mesmo problemas de saúde e doenças em longo prazo.

Para as refeições durante a semana de trabalho, onde quase ninguém passa pelo lado das saladas e os pratos estão sempre cheios de arroz, feijão, peixes e carnes no geral, a nutricionista Lana Cavalcante diz que uma ótima dica é tentar colocar, a cada dia, um alimento diferente para que a pessoa vá acostumando e criando o hábito de comer determinado tipo de folha.

Ter a salada no prato é importante para adquirir vitamina K e evitar problemas de cicatrização.

No infográfico abaixo, estão descritos todos os problemas que a saúde pode ter pela falta de cor nas refeições:


No caso de crianças, o problema é ainda maior porque geralmente elas têm mais dificuldade para comer e acabam demorando muito para fazer a refeição. Além disso, as crianças costumam também rejeitar variedades de alimentos.

De acordo com o nutrólogo e pediatra Mauro Fisberg, normalmente, a criança precisa de 15 a 20 tentativas para se acostumar com um determinado alimento.Vale lembrar também que o hábito da criança é muito relacionado ao hábito dos pais.

De acordo com os médicos, os maus hábitos dos adultos à mesa influenciam muito na formação dos hábitos dos menores e, além disso, podem trazer diversos problemas de saúde, prejudicar a digestão e até favorecer o ganho de peso. Veja o infográfico abaixo, responda as perguntas e veja se os seus hábitos estão saudáveis:

Se você responder "SIM" para as questões 1 e 2, precisa rever o seu modo de comer. Evitar esses hábitos pode melhorar consideravelmente a digestão, diminuir o nível de estresse e até ajudar a emagrecer.

1. Você come em pé?
2. Mastiga pouco?
3. Abusa de molhos prontos?
4. Come em menos de 20 minutos?
5. Não olha a comida enquanto come?

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