quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Câncer de mama aumenta entre as mais jovens.


A incidência do tumor na mama avançado entre mulheres com idade entre 25 a 39 anos nos Estados Unidos aumentou nos últimos 30 anos, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira. A pesquisa, que foi publicada no "JAMA" desvendou que os casos passaram de 1,53 por 100 mil habitantes em 1976 para 2,9 por 100 mil habitantes em 2009.

Segundo os mesmos, tal dado representa um aumento médio de 2,07% por ano, durante um período de aproximadamente 34 anos.

"A tendência não mostra sinais de diminuição e pode indicar um aumento da importância epidemiológica e clínica", escreveram os autores do estudo que foi dirigido por Rebecca Johnson, da Universidade de Washington e do Hospital Infantil de Seattle.

As estatísticas utilizadas para o estudo tiveram origem os registros de três institutos nacionais de vigilância, epidemiologia e resultados finais de câncer.

"A trajetória da tendência da incidência prevê que um número cada vez maior de mulheres jovens nos Estados Unidos apresentará câncer de mama metastático em um grupo de idade que já tem o pior prognóstico, rotinas de detecção não recomendadas, um seguro mínimo de saúde e a maior quantidade de potenciais anos de vida", segundo os autores do estudo.

Foi descoberto também que o maior aumento ocorreu entre as mulheres de 25 a 34 anos, com progressões cada vez menores entre as mulheres de mais idade medidas em intervalos de cinco anos. "Não houve aumento estatisticamente significativo da incidência em mulheres com mais de 55 anos", escreveram.

Para as mais jovens, o aumento foi estatisticamente significativo em mulheres negras e brancas não hispânicas desde 1992, quando as informações de raça e origem étnica começaram ser disponibilizadas nos dados utilizados.

"Quaisquer que sejam as causas -- e é provável que exista mais de uma -- a evidência observada do aumento da incidência do câncer de mama avançado em mulheres jovens exige corroboração e pode ser melhor confirmada com os dados de outros países", completaram os autores.

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

NY proíbe venda de refrigerantes de 2 litros.

A Prefeitura de Nova York optou por proibir a partir do dia 12 de março, o comércio de refrigerantes e de outras bebidas açucaradas em embalagens maiores de 473 ml em restaurantes e lanchonetes com o objetivo de estacionar os crescentes números nos casos de obesidade.

Quem deixar de cumprir esta nova medida deverá pagar uma multa no valor de US$200. Somente suco de frutas totalmente naturais e água estarão isentos á essa nova medida.


Esse veto foi proposto pelo prefeito Michael Bloomberg e aprovada em setembro pelo Conselho de Saúde da cidade, por unanimidade.

Os grandes copos oferecidos nas principais redes de fast-food são mundialmente conhecidas. A gigante Coca-cola é uma das empresas queterão que se adaptar á essa nova regra da Prefeitura.

Saúde: Segundo a própria Prefeitura de Nova York, os problemas relacionados á obesidade matam em até 6 mil pessoas por ano, mais comuns em comunidades consideradas de baixa renda. Um relatório formulado pela Fundação Robert Wood Johnson e pela Trust for America's Health, divulgado em 2012, apontou que metade da população considerada adulta nos Estados Unidos será composta por obesos até o ano de 2030.

Com a obesidade, o risco de muitas outras doenças se tornam cada vez mais presentes na vida das pessoas, como o diabetes tipo 2, ou seja, isso significa mais pessoas doentes e um custo médico mais elevado.

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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Conhecendo o câncer infantil.

Sintomas: Os pais devem estar sempre alertas para o fato de que a criança não invente sintomas. Notando alguma anormalidade, levem seus filhos á pediatra para uma melhor avaliação. Na maioria das vezes, os sintomas estão muito relacionados a doenças comuns da infância, mas isso não deve ser motivo para descartar a importância da visita ao médico.

Conheça algumas formas de apresentação dos tumores da infância:

Na leucemia: Na invasão da medula por células consideradas anormais. Com isso, a criança fica mais sujeita a infecções, pode ficart pálida, ter sangramentos e sentir dores ósseas.

No retinoblastoma: Um sinal considerado de extrema importancia é o chamado "reflexo do olho do gato", embranquecimento da pupila quando exposta à luz. Pode ser apresentado também através de fotofobia (sensibilidade exagerada à luz) ou estrabismo (olhar vesgo). Geralmente, acomete crianças antes dos 3 anos.

Aumento do volume ou do surgimento de massa no abdômen pode ser sintoma de tumor de Wilms (que afeta os rins) ou neuroblastoma.

Tumores sólidos podem se manifestar pela formação de massa, visível ou não, e causar dor nos membros. Esse sintoma é frequente, por exemplo, no osteossarcoma (tumor no osso em crescimento), mais comum em adolescentes.

Tumor de sistema nervoso central tem como sintomas dores de cabeça, vômitos, alterações motoras, alterações de comportamento e paralisia de nervos.

Prevenção: Para tumores da infância e adolescência, até o presente momento, não existem evidências científicas que deixam claro a associação entre a doença e seus fatores ambientais. Ou seja, a prevenção é um desafio para o futuro. A ênfase atual deve ser dada ao diagnóstico precoce e orientação terapêutica de qualidade.

Tratamento: Diferentemente do câncer do adulto, o câncer infanto-juvenil geralmente afeta as células do sistema sanguíneo e os tecidos de sustentação. Por serem predominantemente de natureza embrionária, tumores na criança e no adolescente são constituídos de células indiferenciadas, o que, geralmente, proporciona melhor resposta aos tratamentos atuais.

O tratamento do câncer começa com o diagnóstico correto. Para isso, é necessário um laboratório confiável e o estudo de imagens. Pela sua complexidade, o tratamento deve ser feito em centro especializado. Compreende três modalidades principais (quimioterapia, cirurgia e radioterapia), sendo aplicado de forma racional e individualizada para cada tumor específico e de acordo com a extensão da doença.

O trabalho coordenado de vários especialistas (oncologistas pediatras, cirurgiões pediatras, radioterapeutas, patologistas, radiologistas, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos) também é determinante para o sucesso do tratamento.

Tão importante quanto o tratamento do câncer em si, é a atenção dada aos aspectos sociais da doença, uma vez que a criança e o adolescente doentes devem receber atenção integral, no seu contexto familiar. A cura não deve se basear somente na recuperação biológica, mas também no bem-estar e na qualidade de vida do paciente.

Neste sentido, não deve faltar  ao paciente e à sua família,  desde o início do tratamento, o suporte psicossocial necessário.

Fonte: INCA
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Dieta rica em fibras inibindo o câncer de próstata.

Para os pacientes que já estão diagnosticados com o câncer na próstata, uma ótima alternativa pode ser a ingestão de mais alimentos com fibras. Elas reduziriam a progressão da doença, com base em um estudo que foi realizado na Universidade do Colorado e publicado recentemente no periódico Cancer Prevention Research.

O índice de diagnósticos dados como positivos na Ásia por exemplo, é bem parecido com os países ocidentais, porém, o tumor na próstata tende a evoluir mais o Ocidente. A diferença pode sim, ser na dieta em fibras. Esse teste foi realizado com ratos de laboratórios, no qual um grupo ingeria substâncias da fibra e o outro não.

"Os resultados foram marcantes. Percebemos uma redução drástica dos tumores", diz Komal Raina, uma das responsáveis. Basicamente, o ingrediente da fibra impediu que o tumor formasse os vasos sanguíneos que ele necessitava para receber energia e crescer.

"Há muito tempo pesquisa-se a razão da diferença na evolução do câncer de próstata entre Oriente e Ocidente, e talvez seja um fator de alimetnação, e não genético", diz Komal.

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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Plantas brasileiras inibem 10 tipos de câncer.

Espécies de plantas consideradas comuns no Brasil, como a Croton e Astrae, mostraram uma atividade antioxidante e antiproliferativa de linhagens de células cancerígenas em experimentos que foram realizados no Instituto de Biociências da USP.

As plantas, que foram pesquisadas pela bióloga Daniela Carvalho apresentaram extratos que possuem uma capacidade muito grande de inibição de linhagens tumorais, como o câncer de mama, leucemia e o de pulmão, com potencial para utilização no desenvolvimento de novos medicamentos.

A pesquisa buscou também amplicar o seu conhecimento químico assim como avaliar o potencial de seis espécies herbáceas consideradas nativas da flora brasileira: Astraea comosa, Astraea lobata, Croton lundianus, Croton glandulosus, Croton campestris e Croton triqueter.

"Elas pertencem ao mesmo gênero do sangue-de-adave ou sangue-de-dragão, espécies conhecidas por seu látex de cor avermelhada", afirma Daniela. "Praticamente todos os ecossistemas brasileiros possuem representantes do gênero".

Plantas anticâncer: Os extratos das folhas e dos caules de todas as espécies, em especial a Croton triqueter, apresentaram capacidade de sequestro de radicais livres, com mais eficiência nas folhas. "Para as atividades antiproliferativas, 11 dos 12 extratos demonstraram atividade contra as dez linhagens de células cancerígenas analisadas e nenhum foi tóxico à linhagem de controle, composta por células normais", destaca Daniela.

As linhagens celulares utilizadas na pesquisa foram de câncer de mama, melanoma, glioma, cólon, ovário resistente a múltiplos fármacos, pulmão, próstata, rim, ovário e leucemia. Espécies de plantas dos gêneros Croton e Astraea, muito comuns no Brasil, demonstraram atividade antioxidante e antiproliferativa de linhagens de células cancerígenas em experimentos realizados no Instituto de Biociências (IB) da USP.

A pesquisa buscou ampliar o conhecimento químico e avaliar o potencial de seis espécies herbáceas nativas da flora brasileira: Astraea comosa, Astraea lobata, Croton lundianus, Croton glandulosus, Croton campestris e Croton triqueter.

"Elas pertencem ao mesmo gênero do sangue-de-adave ou sangue-de-dragão, espécies conhecidas por seu látex de cor avermelhada", afirma Daniela. "Praticamente todos os ecossistemas brasileiros possuem representantes do gênero".
 
Benefícios dos gêneros Croton e Astraea: Como o trabalho se concentrou nos extratos brutos, as substâncias responsáveis pelas atividades não foram isoladas.

"Trata-se de um estudo preliminar, para identificar se as espécies possuem ou não potencial para investimentos, públicos e privados, e maiores investigações", afirma a bióloga. "Muitos experimentos são necessários para que uma das substâncias vire um medicamento, é difícil prever o tempo que será necessário até que o fármaco esteja disponível".

De acordo com Daniela, diversas espécies dos gêneros Croton e Astraea possuem atividade comprovada pelos cientistas.

"O látex vermelho de Croton lechleri apresenta atividades antibacteriana e inibidora da proliferação de células da leucemia e os extratos aquosos e etanólicos de Croton schideanus têm atividade vaso-relaxante e anti-hipertensiva", conta. "Na Croton cajucara, comprovaram-se efeitos hipolipidêmico e hipoglicêmico, além de antiestrogênico e antitumoral".

Fonte: Agência USP.

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Os 10 mitos sobre parar de fumar.

Foram reunidos 10 principais mitos considerados persistentes sobre parar de fumar e a verdade sobre cada um.

1) Seus outros hábitos saudáveis podem compensar o fato de ser fumante: Alguns fumantes justificam o consumo do tabaco insistindo que a nutrição saudável e muito exercício físico são suficientes para manter uma alta qualidade de vida. Isso não é verdade. Uma série de pesquisas mostram que tanto exercícios físicos quanto uma dieta saudável não são suficientes para reduzir os riscos das doenças ligadas ao tabagismo. Fumar afeta todos os órgãos e sistemas do corpo, e pensar que vai neutralizar esses efeitos com as práticas citadas não possuem um embasamento científico. O que realmente é recomendado é abandonar o cigarro o quanto antes e com isso sim, manter as práticas citadas da melhor maneira possível.

2) Mudar para cigarros 'light' diminui o seu risco: Fumantes que mudam para marcas 'light' compensam esses baixos níveis de nicotina e de alcatrão inalando fumaça mais vigorosa e profundamente. A grande maioria das pessoas que se utilizam desses cigarros acabam inalando a mesma quantidade de componentes ou até mais, já que nesse caso podem acabar fumando mais.

3) Você fumou por muito tempo, o dano já está feito: Os danos que são causados pelo tabagismo são acumulativos, ou seja, quanto mais tempo uma pessoa fuma, maior é o risco de acumular uma doença potencialmente fatal. Parar de fumar a qualquer momento traz sim benefícios á saude.

Esses benefícios começam 20 minutos após o último cigarro quando se normalizam os batimentos cardíacos, em 3 meses o risco de infarto declina e a função pulmonar começa a melhorar, em 9 meses a tosse e a falta de ar diminuem, 1 ano sem fumar o risco de infarto corresponde à metade de um tabagista, 5 anos sem fumar o risco de derrame cai de forma importante, 10 anos sem fumar o risco de câncer de pulmão é cerca da metade de alguém que nunca fumou. O mesmo ocorre com outros tipos de câncer como de boca, garganta, esôfago, bexiga, rim e pâncreas, 15 anos sem fumar o risco de doença coronariana retorna a níveis similares a de um não tabagista.

4) Tentar parar de fumar causa muito estresse e isso não é saudável: Mesmo que estressante, não existe evidência que mostre que o estresse tenha efeitos negativos a longo prazo. Na verdade, as pessoas que param de fumar começam a comer melhor, se exercitar mais, aumentam a autoestima etc.

5) O ganho de peso após parar de fumar é tão prejudicial quanto fumar: Fumantes que param de fumar, geralmente, ganham em até 6 kilos, contudo, o aumento do peso é considerado minúsculo comparado ao riscode continuar fumando.

6) Parar rapidamente é a melhor opção: Alguns tabagistas pensam que parar de fumar de forma rápida é a maneira mais eficaz para evitar voltar a fumar. Isso é parcialmente verdadeiro já que o compromisso é essencial. Mas os fumantes podem obter maior sucesso se realizam programas de cessação de tabagismo, nos quais se abordam assuntos que dizem respeito à saúde e os benefícios ao parar de fumar, e nos quais, dependendo de cada caso pode ser utilizada a reposição de nicotina através de chicletes, pastilhas, adesivos, inaladores, ou spray nasal, ou ainda medicamentos como bupropiona e vareniclina que ajudam a abandonar o cigarro. Os programas de cessação de tabagismo aumentam as chances de sucesso em 60%.

7) A nicotina é tão prejudicial quanto fumar: A nicotina é considerada segura quando usada para um propósito em específico, nesse caso, a reposição de nicotina em pessoas que estão buscando parar de fumar. Ainda usando nicotina todos os dias durante anos essa prática seria mais segura do que fumar. Afinal, produtos de reposição de nicotina liberam apenas a nicotina. Sabe-se que cada cigarro carrega mais de 4.700 substâncias das quais 60 agentes cancerígenos conhecidos.



8)  Diminuir o número de cigarros por dia já é suficiente para evitar doenças: Diminuir o número de cigarros não é uma alternativa considerada efetiva. Tabagistas que reduzem esse número inalam mais profundamente e também podem fumar mais de um cigarro seguido. Mesmo que fumem menos são as mesmas 4.700 substâncias por cada cigarro que são introduzidas ao corpo, por tanto, a melhor estratégia para parar de fumar é não acender o cigarro.

9) Você é o único prejudicado por fumar: A fumaça que é produzida pelo cigarro também prejudica as pessoas que estão ao seu redor. Os bebês têm 5 a 6 vezes mais risco para a síndrome da morte súbita infantil; crianças cronicamente expostas apresentam maior incidência de infecções do ouvido médio, redução do crescimento e da função pulmonar, aumento da frequência de tosse, aumento da ocorrência de doenças respiratórias, como pneumonia, bronquite, além do desenvolvimento e agravamento de asma, e, em adultos aumenta em 30% o risco de câncer de pulmão e 24% o risco de infarto do coração.

10) Você tentou parar e não conseguiu, por isso não adianta tentar novamente: A grande maioria dos fumantes tenta várias vezes antes conseguir para completamente. Se você falhou anteriormente, não deixe que isso o impeça de tentar novamente. Cada vez que a pessoa tenta parar, ela aprende novas coisas que poderão ser úteis para a próxima tentativa. O importante é nunca desistir e continuar tentando até conseguir, sua saúde está em suas mãos.

Fonte: Instituto Oncoguia.

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Sete dores que não devem ser menosprezadas.

Dor de cabeça: Dos 10 aos 50 anos, é geralmente causada por algumas alterações na visão ou até mesmo nos hormônios, mais comum entre as mulheres. E esses casos são justamente em que a automedicação aumenta esse tormento. "Isso porque, quando mal usado, o analgésico transforma uma dorzinha esporádica em diária", avisa o neurocirurgião José Oswaldo de Oliveira Júnior, chefe da Central da Dor do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. Depois dos 50 anos, as dores de cabeça merecem uma atenção maior, pois podem estar diretamente relacionadas á hipertensão.

Dor de garganta: É causada pela amigdalite com origem viral ou bacterial. "Se não for tratada, a amigdalite bacteriana pode exigir até cirurgia", alerta o otorrinolaringologista Marcelo Alfredo, do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André, na Grande São Paulo. A considerada do tipo viral abaixa a imunidade, e em 10% desses casos se torna bacteriana. Ou seja, pare de banalizar essa dor. Se ela parece nunca ir embora, abra os olhos: certos tumores no pescoço também incomodam bastante e podem ser confundidos.

Dor no peito:
"Quando o coração padece, a dor é capaz de se espalhar na direção do estômago, do maxilar inferior, das costas e dos braços", descreve o cardiologista Paulo Bezerra. Normalmente, isso acontece quando o músculo cardíaco rece uma menor quantidade de sangue devido ao entupimento das artérias. "A sensação no peito é como a de um dedo apertado por um elástico. E piora com o estresse e o esforço físico", explica Bezerra. Não dá para marcar bobeira em casos assim: o rápido diagnóstico pode salvar a vida.

Dor nas pernas:
Muita gente não hesita em culpar as varizes, injustamente em algumas ocasiões. "A causa pode ser outra", avisa a fisiatra Lin Tchia Yeng, do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Uma artrose, por exemplo, pode sim provocar fortes dores nos pés e nos joelhos e se não tratada pode levar a um ponto sem volta. "Em outros indivíduos a dor vem das pisadas", explica Lin. "É quando há um erro na posição dos pés ou se usam calçados inadequados." Sem contar doenças como hipotireoidismo e diabete, que afetam a circulação nos membros. "Há medicamentos específicos para resolver a dor nesses casos", diz a reumatologista Solange Mandeli da Cunha, do Centro de Funcionalidade da Dor, em São Paulo.

Dor abdominal: DICA: O importante é saber onde começa. Uma inflamação da vesícula pode começar do lado direito da barriga, mas se espalha para as costas e os ombros. Contar tudo isso ao médico pode sim fazer diferença. "Se a pessoa não for socorrida, podem surgir perfurações nessa bolsa que guarda a bile fabricada no fígado", diz o cirurgião Heinz Konrad. Nas mulheres, cólicas constantes — insuportáveis no período menstrual — levantam a suspeita de uma endometriose, quando o revestimento interno do útero cresce e invade outros órgãos. "Uma em cada dez mulheres que vivem sentindo dor no abdômen tem essa doença", calcula a anestesiologista Fabíola Peixoto Minson, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Dor nas costas:
Esforço físico e má postura podem ser as grandes causadoras. "É uma dor diária, causada pelo desgaste físico e pelo sedentarismo", diz o geriatra Alexandre Leopold Busse, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Conviver com o tormento? Essa é a pior saída. A dor nas costas, além de minar a qualidade de vida, pode escamotear o câncer no pâncreas também. "No caso desse tumor, surge uma dor lenta e progressiva", ensina a fisiatra Lin Tchia Yeng. Por precaução, aprenda que a dor nas costas que não some em dois dias sempre é motivo de visitar o médico.

Dor no corpo: Se ele vive moído, atenção às suas emoções. A depressão, por exemplo, não raro desencadeia um mal-estar que vai da cabeça aos pés. "O que dá as caras no físico é o resultado da dor psicológica", diz Alaide Degani de Cantone, coordenadora do Centro de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Saúde, em São Paulo. "Quem tem dores constantes aparentemente sem causa e que vive triste, pessimista, sem ver prazer nas coisas nem conseguir se concentrar direito pode apostar em problemas de ordem emocional", opina o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo. E, claro, essas dores que no fundo são da alma também precisam de alívio.

Para uma melhor qualidade no diagnóstico, leve as seguintes informações ao médico:

Quando: Puxe pela memória o dia, semana ou mês em que sua dor deu as caras e identifique a frequência com que ela aparece — se é diária, quantas vezes por dia se manifesta e quanto tempo costuma durar.

Onde: Aponte os lugares do corpo em que a dor ocorre. Se for difícil especificar um ponto, mostre a região afetada. Explique também se ela começa em um lugar e, dali, se irradia para outros. 

Como: Descreva a sensação — queima? Dá pontadas ou agulhadas? Formigamento? No lugar onde dói, você sente um aperto ou pressão? Acredite: para os ouvidos dos especialistas, esse tipo de informação vale ouro. 

Avaliação: Dê uma nota de 1 a 10 à sua dor, comparando-a a outras que você já sentiu. Avalie o grau e não deixe de contar ao especialista se teve febre, perda de apetite ou falta de sono depois que a dor apareceu. 

Soluções: O que fez para diminuir a dor? Relate se uma bolsa de água quente ajudou. E preste atenção no seu corpo para dizer o que parece piorar a sensação dolorosa — comida gordurosa, esforço físico... o quê?


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Vegetais reduzem risco de câncer de mama.

Um estudo recente associou o consumo de vegetais e de sementes com um menor risco de desenvolver o câncer na mama. Essas informações foram publicadas no Journal of the National Cancer Institute.A pesquisa, que reúne resultados de outros vinte estudos acumulou dados de 993.466 mulheres, que foram acompanhadas por um período entre 11 e 20 anos. E, um dos fatores fortemente analisados foi o consumo de frutas e de vegetais.

Contudo, não foi encontrada uma relação direta entre o câncer de mama e a alimentação, porém, entre as descobertas está sim a relação entre a alimentação e também a presença de mais receptores negativos da doença. Além disso, os pesquisadores cientistas apontam também que os benefícios de uma boa alimentação ajudam para a manutenção geral da saúde, o que acaba sendo um ótimo aliado no combate ao tumor.

Confira agora alguns desses aliados:

Açafrão: Estudos apontam que ajuda a combater uma molécula chamada de Rankl, associada aos tipos mais agressivos de câncer.

Alho: Segundo o INCA Americano, é um alimento que ajuda no combate ao câncer, em várias versões da doença. Mulheres que consomem de maneira regular, tem um menor índice de câncer na mama. Cebolas também oferecem o mesmo benefício.

Brócolis: Também contribuem no combate graças á presença de um componentedo chamado sulfurafano, que luta contra a disseminação desses tumores. Isso porque inibe uma enzima que reduz a habilidade do corpo em combater a doença.

Frutas vermelhas: Oferecem uma quantidade muito grande de antioxidantes, que impedem a ação de radicais livres que atacam as células, segundo o Instituto Americano de Pesquisa do Câncer.

Linhaça: Ajuda a reduzir a expansão da doença. Grande parte dessas experiências foram feitas em ambientes in-vitro ou em ratos, mas cientistas acreditam que os benefícios sejam reais também para os humanos.

Nozes: Consumir regularmente durante toda a vida reduz o risco da doença pela metade.

Tomates: Ricos no antioxidante licopeno, que combate o crescimento das células cancerígenas nas mamas.

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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O lugar de Deus na saúde e na doença.

Apenas 1% dos brasileiros não acredita em Deus. Foi o que revelou o Datafolha em 2007, numa ampla pesquisa usada até hoje como indicador da fé, uma das características mais marcantes da nossa população. O que acontece com a religiosidade dos outros 99% quando precisam de um hospital? É ignorada placidamente.

Com raríssimas exceções, os profissionais de saúde não levam em consideração o papel das crenças na vida dos pacientes. Deveriam. É no hospital, mais que em qualquer outro lugar, que o doente entra em contato com sua fragilidade e busca apoio na fé. A religiosidade e a espiritualidade não são dados irrelevantes para a recuperação e para o bem-estar do paciente – mesmo quando a recuperação não é possível.

Tão importante quanto saber se o sujeito tem diabetes, hipertensão ou o vírus HIV é reservar um momento para levantar informações sobre sua espiritualidade. Com o objetivo de entender a participação dessas crenças na saúde e na doença. Sem julgar ou tentar modificar a existência ou a falta delas.

Isso raramente é feito no Brasil, mas há um movimento entre os profissionais de saúde (crescente, mas ainda pouco conhecido) que defende a inclusão no prontuário médico da história espiritual do paciente. Dessa forma, ela seria levada a sério e ficaria documentada – de uma forma acessível a qualquer profissional do hospital que tivesse contato com o doente.
A maioria dos pacientes deseja receber mais apoio espiritual durante o tratamento. É o que alguns estudos começam a demonstrar. Durante seu mestrado, a enfermeira oncológica Carolina da Cunha Fernandes decidiu investigar a visão dos pacientes do Hospital A. C. Camargo, em São Paulo.
Foram entrevistados 75 homens entre 48 e 79 anos com diagnóstico de câncer de próstata. E 75 mulheres entre 31 e 83 anos em tratamento de câncer de mama. Outras 150 pessoas compuseram o grupo controle. Eram cidadãos que participavam de atividades do hospital mas não tinham a doença.

Os resultados dão a dimensão do problema. A maioria (97% dos homens e 86% das mulheres) não haviam conversado sobre suas crenças religiosas ou espirituais com algum profissional da saúde. A maioria gostaria que esse momento tivesse existido (57% dos homens e 53% das mulheres).
Ainda mais interessante: 61% das mulheres e 60% dos homens afirmaram que poderiam ter se sentido melhor ou mais dispostos para o tratamento se tivessem recebido cuidado religioso ou espiritual dos profissionais de saúde.

Esses dados despertam várias reflexões: médicos, enfermeiros e demais trabalhadores dos hospitais deveriam assumir mais essa responsabilidade? Eles vivem assoberbados. São muitos os pacientes a atender, muitos os protocolos e os processos a cumprir, muita papelada a preencher, quase nenhum tempo para olhar nos olhos e conversar.

Outra questão é saber de que forma os médicos poderiam dar conta dessa demanda por cuidado religioso. Médico é médico. Não é líder religioso. A solução parece estar no bom senso. Em primeiro lugar é preciso diferenciar religiosidade e espiritualidade. A religiosidade tem relação com um conjunto de crenças bem estabelecidas e compartilhada com um grupo. A espiritualidade é particular e subjetiva. É, por exemplo, a busca por um sentido na vida.

A espiritualidade vai além da religião. No fim da vida, um ateu também tem suas necessidades espirituais. Pode questionar suas ações, seu legado para a humanidade, seu papel nesse mundo. O médico que é capaz de percebê-las e respeitá-las é mais que um profissional. É gente de primeira grandeza.

Neste aspecto da vida, os profissionais da saúde podem fazer muito pelo paciente. Podem, por exemplo, liberar a entrada de um grupo de orações ou avisar um líder religioso que o paciente gostaria de vê-lo. "É preciso agir com flexibilidade”, diz Carolina.

Há ações muito singelas, mas nem por isso menos importantes. "Certa vez uma paciente perguntou se podia colocar água benta nas mãos da enfermeira que ia instalar a bolsa da quimioterapia”, diz Carolina. Outra paciente faz questão de colar um santinho na bolsa de quimioterapia antes da infusão. "Respeitar as crenças e os hábitos pode fazer uma diferença muito grande. Não temos o direito de tirar a esperança de ninguém.”

As razões humanitárias já seriam suficientes para justificar a adoção de ações simples como essas. Mas há outras, de ordem fisiológica. Vários estudos tem demonstrado como algumas práticas religiosas atuam no cérebro e repercutem sobre os hormônios, sobre o sistema cardiovascular e sobre o sistema imune (o que é extremamente importante para quem enfrenta um câncer).

Pessoas que oram ou praticam meditação parecem lidar melhor com o stress. Os níveis de cortisol (o hormônio do stress) diminuem. Assim como a pressão arterial e a frequência cardíaca.
Outras pesquisas demonstram que participar de um grupo religioso – seja ele católico, budista, judeu, evangélico, umbandista ou qualquer outro – traz benefícios por aumentar o suporte social ao indivíduo. O apoio social é extremamente valioso não apenas para os doentes. É um ingrediente fundamental para a sobrevivência e a longevidade.

Com pequenos gestos, médicos, enfermeiros e toda a constelação de profissionais que fazem um hospital funcionar podem garantir dias melhores aos doentes que têm necessidades religiosas. Devem trabalhar para isso, de coração aberto, mas sem desprezar ou incomodar os que não têm fé.
Eles são apenas 1%, mas existem. Merecem tanto respeito quanto os que creem.

E você? Acha que os médicos deveriam dar mais atenção à espiritualidade dos pacientes? Conte pra gente. Queremos ouvir sua opinião.

Fonte: Revista Época

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Vinho tinto no tratamento de mama e próstata.

O vinho tinto pode ser um dos "remédios" contra o câncer de próstata graças á presença de um importante componente que contribui para que as células fiquem mais sensíveis ao tratamento. O chamado RESVERATROL, que geralmente é encontrado em nas cascas de uva e vinho tinto, tem mostrado efeitos muito benéficos para a saúde humana em geral, com forte atuação no sistema cardiovascular no indivíduo e também na prevenção de um infarto, segundo informações do Daily Mail.

Pesquisadores da Universidade de Missouri descobriram que esta substância pode deixar essas células do câncer de próstata mais sensíveis á radiação do tratamento de radioterapia. Estudos realizados anteriormente já tinham confirmado o efeito dessa quimioterapia, segundo o professor Michael Nicholl.

Outra pesquisa realizada recentemente descobriu também que um copo de vinho por dia aumenta consideralmente as chances de sobrevivência também de mulheres com o tumor na mama em até um quinto. O resultado supreendeu, pois o consumo de álcool é considerado por todos uma das principais causas da doença.

Uma das explicações teóricas é que a química contida no álcool que destrói as células saudáveis também atacam as células cancerígenas. A combinação entre o resveratrolsomado á radioterapia matou cerca de 97% das células que causam essa doença, porcentagem considerada mais elevada em relação a apenas o tratamento com radiação.

Agora, o próximo passo é testar a mesma descoberta em animais, antes de iniciar o mesmo em seres humanos.

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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Dieta anticâncer: Cores dos vegetais.

NUNCA é tarde para adicionar frutas e vegetais á dieta. Um exemplo: Uma série de pesquisas recentes sugeriram que ingerir uma maçã por dia pode de fato manter uma pessoa bem longe do consultório médico, ajudando a evitar o cânceres de boca, garganta, pulmão e possivelmente de mama, observou a nutricionista do Instituto do Câncer Dana-Farber, Stacy Kennedy.

"A chave é comê-la crua e com a casca, onde estão concentrados muitos dos nutrientes responsáveis pelo benefício à saúde", explicou.

Frutas vermelhas, consideradas "queridinhas" de uma dieta saudável, têm um preço considerado um pouco mais salgado, porém podem ser estocados e armazenados em sacos para uso durante todo o ano. Elas são ricas em antioxidantes e o destaque vai para o cranberrie: pesquisas vem indicando que o ácido benzóico encontrado nesses frutos poderá acabar inibindo o câncer de pulmão e de cólon, e também algumas formas de leucemia. Entre os vegetais coloridos, Stacy sugere porções frescas de cenoura, nabo e beterraba.

"Quanto mais brilhante e mais rico o pigmento, maior é o nível de nutrientes que atuam contra o câncer”, afirma a nutricionista.

Vegetais verde-escuros e folhosos, como brócolis, repolho e couve são de extrema importância, ressaltou a especialista, que concluiu dizendo que pessoas que comem boas quantidades desses vegetais têm uma menor taxa de câncer de pulmão, estômago e próstata. "Couve é uma excelente opção, pois é rica é rica em fitonutrientes que estimulam a desintoxicação do fígado e ajudam o corpo a combater o câncer”.

Os alaranjados, como a abóbora e a cenoura são ricos em nutrientes que são conhecidos como carotenoides, e seu consumo está diretamente ligado á à prevenção de câncer de cólon, próstata , mama e pulmão, explica Stacy Kennedy.

A cor é a chave para encontrar alimentos que combatem o câncer, em qualquer época, acrescenta Stacy. "Uma dieta baseada em vegetais é a melhor maneira de ajudar a diminuir o risco de câncer de todo o ano”, recomenda a nutricionista.

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Estudo desfaz 'mitos' do câncer.

Um estudo de um grupo de oncologistas espanhóis concluiu que o câncer não costuma ter causas hereditárias, assim como também não é provocado pelo estresse, microondas, por ser pessimista ou depressivo e não é curado com ervas medicinais. O Departamento de saúde do governo e o Instituto de Oncologia publicaram nesta semana uma lista de falsas crenças mais disseminadas por toda a população sobre o assunto.

A ideia de que o câncer é hereditário é FALSA, segundo o responsável pelo Instituto, que também reconheceu que entre 5% e 10% desses casos apresentam uma predisposição hereditária em determinados tipos de câncer que se repete em uma série de gerações na mesma família.

Outra ideia falsa sobre o tumor também é que a doença sempre provoca dor, o que não ocorre em sua fase considerada inicial, argumentou o autor do estudo Josep Alfons Espinàs.

Contudo, o médico também apontou que em 75% dos casos de pessoas que sofrem do câncer podem sim sofrer com dores ao longo do desenvolvimento da doença e, além disso, nenhuma outra pesquisa demonstrou que o uso de microondas, sutiãs com aros ou até mesmo de desodorantes esteja relacionado com o câncer em geral ou com o de mama em particular.

Foi ressaltado também que que o sobrepeso ou a obesidade após a menopausa, o sedentarismo e o excesso do consumo de álcool aumentam consideravelmente as possibilidades de se desenvolver o tumor na mama. Foi dito também que ser pessimista não aumenta a probabilidade do surgimento da doença, embora ser positivo na hora de enfrentar a doença pode ser muito benéfico ao tratamento.

Ignacio Blanco, responsável pelo pela unidade genética do estudo, disse que sofrer da doença não representa uma sentença de morte "mais da metade dos pacientes superam a doença", o que corresponde á implementação de programas de detecção precoce.

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