quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Stress e ansiedade relacionados ao câncer.

Stress e ansiedade podem sim estar diretamente ligados a ao surgimento de tipos de câncer considerados mais graves, com base em uma nova pesquisa realizada com animais no periódico PLoS One. O estudo, foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Stanford, nos EUA, apontou que camundongos foram expostos a raios ultravioletas, os mais ansiosos foram os que desenvolveram um tipo mais invasivo da doença.

De acordo com os autores dessa pesquisa, é muito importante diferenciar o stress 'bom' do 'ruim'. O primeiro é o que motiva o sistema imunológico, que prepara o corpo para enfrentar as doenças, e tem como exemplo a ansiedade antes de uma apresentação de trabalho. Já o stress considerado 'ruim', rompe a capacidade de o organismo lutar contra esses ‘inimigos’ e acaba enfraquecendo o corpo.

Sobre a pesquisa: Com o intuíto de avaliar a ansiedade desses animais, os cientistas realizaram uma série de experimentos em camundongos, os colocando em uma situação que eles tinha que finalizar uma tarefa e ao mesmo tempo se preocupar com um fator que apresentasse perigo aos mesmos.

Depois de classificados como ansiosos ou não ansiosos, os animais que não tinham pêlos foram expostos a raios ultravioletas em sessões de dez minutos. Essa exposição é muito semelhante a dos seres humanos ao sol, permitindo que o modelo de câncer criado se assemelhe ao de humanos.

Mesmo que todos os animais tenham desenvolvido o tumor na pele, os que foram separados como 'mais ansiosos' tiveram um número maior de tumores e foram acometidos por formas muito intensivas dessa doença.

"O diagnóstico e o tratamento do câncer geram stress e ansiedade, mas esse estudo mostra que esses fatores podem também acelerar a progressão da doença, acarretando um ciclo vicioso”, disse o coordenador do estudo Firdaus Dhabha, que também chamou a atenção para o fato de que a pesquisa ainda deve ser realizada em humanos para que as conclusões possam ser mais consistentes.

Segundo o mesmo, o próximo passo a ser dado será analisar os efeitos positivos da redução do stress e da ansiedade no tratamento de pessoas diagnosticadas com câncer. "Nós realmente pretendemos aproveitar a mente e o corpo do paciente para fazer tudo o que a medicina pode para conseguir o sucesso do tratamento", finalizou.

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Células-tronco no combate ao diabetes.

Durante a ultima semana, o Jornal Nacional exibiu uma série de reportagens de algumas pesquisas brasileiras utilizando células-tronco. Onde no sábado (19), foram apresentados alguns resultados de experimentos para pessoas com diabetes.

Na juventude, quando começamos a descobrir os sabores da vida, é quando o diabetes tipo 1 surge. “O prazer do ser humano é a comida. Tirar da pessoa o prazer de comer é ruim”, comenta o administrador de empresas Miguel Bretas.

Junto com o biomédico Rodrigo Ribeiro da Silva iam passar toda a vida tomando uma série de doses de insulina. Eles escolheram se oferecer para participar desse estudo pioneiro. “A possibilidade de tentar resolver um problema foi maior do que qualquer medo que eu tinha”, conta Rodrigo.

A opção apresentada era um teste para o diabetes tipo 1, considerado o mais perigoso da doença, onde as células de defesa do corpo agridem fortemente o pâncreas, onde a insulina é fabricada, hormônio que é fundamental porque faz o corpo usar o açúcar que comemos para gerar energia.

O primeiro teste nesse mundo das células-tronco para o diabetes tipo 1 foi realizando em 2003, na cidade de Ribeirão Preto, onde os pacientes recebem seu acompanhamento até hoje.

No Hospital das Clínicas da USP, em Ribeirão Preto também, o combate ao diabetes começa também com um tipo de operação de segurança: o paciente acaba ficando em uma unidade especial, isolado. E além desse isolamento, o sistema imunológico do paciente é completamente zerado por uma quimioterapia. Depois que o sistema de defesa do corpo do indivíduo é 'desligado', ele recebe na veia, uma aplicação de células-tronco tiradas do próprio sangue, e, são elas quem vão formar a nova 'tropa de defesa' do corpo.

“A célula-tronco que usamos vem para regenerar um novo sistema imunológico, que a gente quer que seja livre de vícios e que esse novo sistema imunológico não agrida o pâncreas do próprio paciente”, esclarece o médico Carlos Eduardo Couri.

A terapia é  um desafio para pacientes e médicos. “Como oferecer para ele um procedimento com quimioterapia para uma doença que não é câncer?”, questiona Belinda Simões, coordenadora da pesquisa no Hospital das Clínicas da USP de Ribeirão Preto.

“É um ataque grande. Eu tive todos os efeitos colaterais: perdi cabelo, perdi peso. Mas hoje, fazendo uma síntese de tudo que aconteceu, valeu a pena”, afirma Miguel Bretas. A maioria dos 25 voluntários que participaram do teste ficou vários anos sem tomar qualquer remédio.

“Para um diabético tipo 1, ficar seis anos sem tomar nenhuma medicação nem insulina é inédito na pesquisa”, comenta Rodrigo Ribeiro da Silva.

O estudante de medicina Renato Luís Silveira teve um dos melhores resultados do estudo: sete anos sem tomar insulina. “Se eu tiver algum problema no futuro, acho que vai ser menos do que em uma pessoa que nunca fez tratamento”, comenta. O estudante ainda controla a alimentação, mas se  permite alguns prazeres. “Eu deixo para comer doces no fim de semana”, conta.

“Mesmo que não usemos o termo cura, deixá-lo com nenhuma insulina ou pouca insulina, uma alimentação saudável e atividade física regular já é um grande avanço”, ressalta o médico Carlos Eduardo Couri.

“O desafio neste momento é saber por que um continua oito anos livre de insulina e o outros só ficou dois anos livre de insulina”, diz Belinda Simões.

O segundo teste já começou e deverá envolver ao todo 50 ou 60 voluntários e quatro equipes de pesquisadores em Ribeirão Preto, Chicago, nos Estados Unidos, Paris e em Sheffield, na Inglaterra.
“Normalmente, o Brasil importa pesquisas. Nós somos bons executores de pesquisa e, desta vez, estamos criando para exportar conhecimento”, finaliza Carlos Eduardo Couri.

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Descobrindo a prevenção do câncer canino.

Uma série de pesquisadores da Universidade do Colorado, nos EUA, estão procurando cerca de três mil cães da raça golden retriever para juntar-se á um estudo sobre prevenção do câncer nos animais, doença com maior número de mortes entre os cães com idade avançada.

O levantamento, que foi realizado pelo Centro de Câncer Animal, da universidade americana, que além de ser considerado o maior já realizado, vai tentar rastrear riscos genéticos, ambientais e nutricionais que podem influenciar na formação de tumores fatais aos cães.

Principal pesquisador desse processo, Rodney Page, disse que o câncer nos gânglios linfáticos, nos ossos e nos vasos sanguíneos são os que mais oferecem riscos. Com isso, o especialista espera acumular dados sobre outras infermidades, como epilepsia, artrite e distúrbios hormonais.

Cães da raça golden retriever com idade inferior a dois anos, de raça pura e cujo o pedigree pode ser encontrado em pelo menos três gerações anteriores são considerados pelos pesquisadores como 'as cobaias perfeitas'.

Essa raça foi escolhida simplesmente por ser considerada bem comum, por ser o quarto cão mais reconhecido pelo AKC, um dos maiores clubes de registros de genealogias de cachorro de sangue puro dos EUA.

Muitas pessoas se interessaram e se inscreveram seus cães devido a perdas, como o  proprietário da fêmea Louie, de 2 anos, Jay Mesinger, que perdeu três exemplares dessa mesma raça para o câncer. “Todos eles tiveram uma vida longa, mas sofreram complicações relacionadas ao câncer”, afirmou.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Teste para eliminar linfoma sem quimioterapia.

Eliminar o linfoma sem quimioterapia. Sim, alguns pesquisadores da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, apresentaram um método.

Essa técnica consiste em eliminar as células cancerígenas de fome com a utilização de HDL sintético com nanopartículas de ouro e foi descoberta e publicada pela revista 'PNAS', da Academia Nacional de Ciências nos EUA.

Essa nova nanopartícula surge para o tumor cancerígeno do linfoma como uma 'refeição preferida': o HDL natural que também é conhecido como o 'bom colesterol'. Contudo, quando grudado á célula, a partícula consegue bloquear a entrada do colesterol. Ou seja, privada desse nutriente fundamental, a célula morre.

Nesse estudo, os cientístas apontaram que essas nanopartículas de HDL sintético conseguiram matar as células do linfoma de célula B, que é a mais comum da doença, em células humanas, e inibiram de certa forma o crescimento do tumor de células B humanas em camundongos.

"A descoberta tem o potencial de tornar-se um tratamento não-tóxico para o linfoma de células B, sem envolver quimioterapia", disse Leo Gordon, coautor do estudo. "É uma descoberta preliminar animadora", acredita o mesmo.

Um golpe duplo: A nanopartícula, que foi desenvolvida inicialmente para um tratamento de doenças do coração - imitando o HDL natural em todas as formas. Contudo, os cientistas explicaram que  existe uma diferença fundamental: uma partícula de ouro de cinco nanômetros do núcleo.

Com base neste estudo, essa nanopartícula acaba agindo como um "agente duplo": quando é ligada á célula com o câncer, sua superfície suga todo o colesterol, enquanto o núcleo de ouro impede a célula de receber mais e mais colesterol. "O ouro tem um bom histórico de ser compatível com sistemas biológicos", disse o autor do estudo Colby Shad Thaxton.

"No começo eu estava muito focado no desenvolvimento de nanopartículas que pudessem remover o colesterol das células, especialmente os envolvidos em doenças do coração", explicou Thaxton. "O trabalho com o linfoma ampliou esse foco para a forma como as partículas de HDL impactam na remoção e absorção do colesterol pelas células. Nós descobrimos que essas partículas são multitarefas" afirmou também.

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Mulheres com enxaqueca tem maior risco cardíaco.

Mulheres que apresentam enxaqueca com áura, distorção colorida na visão que ocorre durante algumas crises agudas, têm um maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares, como os derrames e infartos. É o que aponta um estudo divulgado essa semana nos EUA, durante um encontro que ocorre anualmente da Academia Americana de Nefrologia.

Com uma parceria do Hospital Brigham de Saúde da Mulher, em Boston, e do Instituto Nacional de Pesquisa Médica de Bordeaux, na França, essa investigação científica abordou 27.860 mulheres, sendo que 1.435 das mesmas apresentavam um estado de enxaqueca que levam aos distúrbios na visão. 15 anos depois, 1.030 do total de pacientes tiveram ataques cardíacos, mortes por causas vasculares ou derrames.

De acordo com um dos autores, Tobias Kurth, essa doença se mostrou como o segundo fator de risco mais forte para uma maior incidência de derrames e ataques cardíacos, ficando atrás somente da hipertensão, e ficando também a frente de doenças como diabetes e a própria obesidade.


Aproximadamente 15% das mulheres americanas e francesas sofrem do mesmo tipo de dor de cabeça. Em números, isto acaba representando 7,9 casos para cada mil mulheres por ano. Casos de hipertensão têm uma estimativa de 9,8 para o mesmo grupo de mil, por exemplo.


O autor já citado também afirmou que esses riscos cardiovasculares podem também se reduzir se as portadoras da doença levarem uma vida considerada saudável, não fazendo o uso de cigarros ou mantendo a pressão arterial estável etc.

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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Refrigerante todos os dias e o câncer de próstata

Um estudo descobriu que o consumir açúcar de manhã, comer muito arroz e massas também podem elevar essas chances.

Homens que consomem refrigerante ou outras bebidas com açúcar diariamente têm um risco maior de desenvolver o câncer de próstata do que aqueles que não tem o hábito de ingerir esse tipo de bebida. Essa é a conclusão de um estudo publicado nesta segunda-feira no periódico American Journal of Clinical Nutrition. A pesquisa também concluiu que outros alimentos, como arroz e massa, também elevam essas chances.

O estudo, que foi desenvolvido na Universidade de Lund, na Suécia, acompanhou mais de 8.000 homens de 45 a 73 anos de idade durante, em média, 15 anos. Quando a pesquisa começou, nenhum deles tinha câncer de próstata e foram orientados a anotar minuciosamente as bebidas e os alimentos que foram ingeridos ao longo desse tempo.

Com base nos resultados, aqueles que consumiam uma lata de 300 ml de refrigerante ou qualquer outra bebida com açúcar por dia, apresentavam um risco 40% maior de desenvolver o câncer na próstata avançado do que aqueles que nunca ingeriram a bebida. A pesquisa também encontrou uma associação entre o risco da doença e o consumo de açúcar no café da manhã.

Esse hábito, eleva em até 38% as chances de um câncer benigno. Além disso, essa chance foi 31% entre aqueles que seguiam uma alimentação rica em arroz e massas.

Para os autores de tal estudo, pesquisas como está podem aprofundar os conhecimentos sobre como essa dieta é capaz de influenciar no risco de algumas doenças. Com isso, um médico poderia recomendar hábitos alimentares bem específicos para cada pessoa de acordo com a sua predisposição genética para determinados tipos de doenças.

Tire mais dúvidas sobre o câncer de próstata em: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/beber-refrigerante-todo-dia-aumenta-o-risco-de-cancer-de-prostata

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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Trabalhar à noite aumenta risco de câncer de mama

Mulheres que trabalham em turnos noturnos tem um risco 30% maior de desenvolver câncer de mama, em relação ás funcionárias que cumprem o horário considerado 'comercial'. Essa foi considerada a conclusão de um estudo que foi recentemente publicado na revista científica "International Journal Of Cancer".

Foi uma investigação que envolveu 3 mil mulheres e foi conduzida por pesquisadores franceses do Instituto Nacional da Saúde e Pesquisa Médica (Inserm). Eles tem como base os levantamentos populacionais que foram feitos de 2005 á 2008, onde mais de 11'% das mulheres analisadas tinham trabalhado á noite em algum momento. Esse risco de apresentar um tumor foram maiores entre as que passaram por essa experiência por mais de quatro anos e entre aquelas que haviam trabalhado à noite antes da primeira gravidez.

Não é a primeira vez que o trabalho noturno é associado a um risco maior de câncer de mama. Em maio, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou um estudo sobre o aspecto ocupacional do tumor que citava a suscetibilidade das enfermeiras - justamente porque muitas trabalham à noite.

A explicação mais aceita pelos médicos é a de que se expor à luz artificial à noite reduz a secreção da melatonina, responsável pelos receptores hormonais, pelo sistema imune e pelo sono. Essa desregulação hormonal teria ligação com o tumor. Em 2010, a Agência Internacional para Pesquisa de Câncer classificou as atividades profissionais que perturbam o ritmo circadiano, como o turno noturno, como "provavelmente cancerígenas".

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