segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Cães detectam câncer de pulmão com olfato.


Os cães tem uma enorme capacidade para detectar o câncer de pulmão pelo cheiro do hálito da pessoa que está doente. De acordo com uma descoberta na Austrália, esse olfato apurado dos caninos podem levar á criação de um "nariz eletrônico". Essa ferramenta auxiliaria no diagnóstico precoce do tumor, o que possivelmente estenderia a sobrevivência dos pacientes.

"Os cachorros não têm qualquer problema para identificar pacientes com tumores cancerígenos", diz Peter Errhalt, chefe do departamento de pneumologia do hospital de Krems (nordeste da Áustria) e um dos autores da descoberta.

Os cães do estudo sentiram o cheiro de 120 amostras de hálito de pessoas saudáveis e doentes, e eles conseguiram identificar 70% dos casos das pessoas que sofriam câncer de pulmão. Segundo o especialista, esse resultado se mostrou tão promissor que já foi previsto um novo estudo com cerca de 2 anos de duração, agora com amostras de 1200 pessoas. Esse estudo coincide com outros dois estudos já realizados, na Alemanha e nos Estados Unidos.

"O objetivo é determinar quais são exatamente os odores que os cachorros são capazes de detectar", diz Michael Muller, do hospital Otto Wagner de Viena, que colaborou com o estudo. E caso esse objetivo seja alcançado, os cientistas poderão assim, construir esse "nariz eletrônico" com o objetivo de diagnosticar o quanto antes os pacientes com câncer de pulmão, e assim, aumentar as possibilidades de sobrevivência dos mesmos.

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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O câncer em animais


Cães e gatos também podem ter câncer?
Câncer é um termo que define os tumores que são considerados malígnos. Os cães e os gatos estão também propensos a desenvolver esse tipo de patologia. 

Os médicos veterinários estão constatando que com o passar dos anos a casuística de tumores em geral tem aumentado, isto porque a expectativa de vida das espécies de companhia também tem aumentado.

Os tipos de cânceres mais comuns nessas espécies:
Pode-se destacar
os carcinomas cutâneos (tumores malignos de pele), comuns tanto nos cães como nos gatos, principalmente nos felinos despigmentados, isto é, animais que não possuem pigmentação protetora à incidência solar, sendo as áreas sem pêlos da face as mais vulneráveis.

Os sarcomas (tumores malignos originados do tecido muscular, adiposo e ósseo) também apresentam uma incidência relativamente alta, porém, em nossa casuística brasileira, são mais vistos em cães.
Os tumores do tecido hematopoiético, assim como os linfomas e leucemias, também acometem tanto cães como gatos, principalmente gatos infectados pelo vírus da leucemia felina (FeLV).
Finalmente, os tumores do sistema nervoso são menos frequentes.

Existe
tratamento para o câncer em animais ou o sacrifício é a única alternativa?

O tratamento pode ser dividido em 3 partes: terapêutica curativa e terapêutica paliativa.  Os métodos utilizados na curativa são a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia.  Já o tratamento paliativo diz respeito a tratar os sintomas e ou disfunções da patologia base (ex: alívio de dor, correção de alterações metabólicas, remoção de obstruções, etc). O fato de um paciente ser portador de um tumor não passível de cura não, necessariamente, indica que este animal deva ser submetido à eutanásia, desde que o mesmo apresente boa qualidade de vida.

A cirurgia para remoção de um tumor maligno (câncer) pode acabar definitivamente com a doença?A cirurgia é considerado o método de tratamento que oferece os melhores resultados de cura, contudo, a técnica cirúrgica deve compreender a remoção de margens de segurança (remoção de tecido sadio periférico ao tumor) e, se necessário, exerese dos linfonodos regionais que drenam a área. Infelizmente muitas cirurgias são mutilantes, pois o resultado estético não é o mais importante.

Como é realizada a quimioterapia em animais?

Algumas poucas drogas podem ser administradas por via oral.Os pacientes submetidos a sessões quimioterápicas recebem, antes e após a droga injetável, um período de fluidoterapia (administração de sôro), isto porque as drogas são muito tóxicas, desta forma não é desejável que haja acúmulo no organismo. O tempo de duração de cada sessão depende do protocolo utilizado (associação de drogas). Alguns protocolos exigem um período de fluidoterapia de maior ou menor duração.

Em que casos podemos usar a crioterapia?

A crioterapia é o método pelo qual podemos causar a morte de células neoplásicas por meio de congelamento. Os principais tumores sensíveis a este tratamento são pequenas lesões cutâneas ou localizadas nas mucosas oral ou perianal, como papilomas (tumores cutâneos benignos), carcinomas basocelular e espinocelular, mastocitomas cutâneos (tumores originados de células mastocitárias) ou mesmo lesões remanescentes do tumor venéreo transmissível canino (TVT) após quimioterapia.
É importante salientar que o diagnóstico precoce é o desejado. Por razões óbvias, é muito mais fácil alcançar a cura em casos iniciais. Para isso, é importante que o clínico tenha consciência que os procedimentos de biópsia são importantes, mesmo que trate de pequenos nódulos, aparentemente benignos. As informações provenientes de um laudo histopatológico (biópsia), associadas às informações clínicas, são pontos importantes na determinação da conduta terapêutica, seja ela clínica, cirúrgica ou combinada.

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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Cálculo Renal


Neste programa você entenderá o que são cálculos renais. Conversamos com o Dr. Wilson José Sala, urologista que explicou como são formados, técnicas cirurgicas e muito mais. Saiba sobre os benefícios da cirurgia a laser, a formação dos cálculos e muito mais.

Acompanhe!






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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Células-tronco tratando infertilidade


Um grupo de cientistas japoneses descobriu um tratamento 'alternativo' para algumas formas que relacionam a infertilidade feminina ao utilizar-se de células-tronco com a intenção de criar óvulos úteis em cobaias vivas, segundo um estudo recentemente publicado na revista Science.

Muito embora esse método ainda ainda esteja bem longe do seu possível uso em seres humanos, ele se tornou bem significativo por superar um dos maiores desafios da medicina na área reprodutiva: como fabricar óvulos funcionais para as mulheres que não conseguem produzi-los sozinhas ou até mesmo fazer com que essas mulheres não se preocupassem com o "relógio biológico".

Os óvulos, a partir dos 35 anos de idade, acumulam uma série de mutações que podem gerar alguns problemas nos fetos, e com essa possibilidade de se criar óvulos novos sempre que necessário, a preocupação desapareceria.

Esse estudo partiu de uma pesquisa realizada em 2011 pelos mesmos cientistas que conseguiram transformar células-tronco em espermatozóides úteis.

Cientistas da Universidade de Kyoto realizaram alguns pequenos ajustes em gênes de células-tronco embrionárias e pluripotentes e as tornaram algo muito parecido com células primordiais germinais que geram espermatozoides nos homens e ovócitos — ou óvulos — nas mulheres.

Logo depois, criaram um "ovário reconstruído", que transplantaram em fêmeas vivas de camundongos, onde as células amadureceram e se transformaram em ovócitos de grande tamanho e, em seguida, em óvulos.

Então, os pesquisadores extraíram os óvulos maduros, os fertilizaram in vitro e em seguida os implantaram na cobaia mãe adotiva. Os pequenos camundongos nasceram com boa saúde e conseguiram se reproduzir normalmente quando chegaram na fase adulta.

Nosso sistema ajuda a criar uma base sólida para pesquisar além e reconstituir as células germinais femininas in vitro, não só em camundongos, mas também em outros mamíferos, inclusive humanos", escreveu o coordenador do estudo, Katsuhiko Hayashi.

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terça-feira, 27 de novembro de 2012

12 formas de se evitar o Diabetes


Embora prevenir completamente o surgimento da doença não seja possível, existem uma série de alimentos e hábitos que podem reduzir esse risco.

A doença — Enquanto o diabetes tipo 1 ocorre pela falta da produção de insulina, hormônio que controla os níveis de glicose no sangue, no do tipo 2 a insulina continua a ser produzida normalmente, mas o organismo desenvolve resistência ao hormônio. Segundo o Ministério da Saúde, essa doença, nas duas modalidades, atinge 5,2% dos homens e 6% das mulheres. Entre as pessoas acima de 65 anos, a incidência é de 21%.

"O diabetes tipo 2 está muito relacionado à obesidade. A gordura que se acumula no abdome promove inflamação e obriga o pâncreas a produzir cada vez mais insulina para que a glicose entre nas células", diz Celso Cukier, médico nutrólogo do Hospital Albert Einstein. Como não há nada que possa ser feito quanto à predisposição genética para uma doença, Cukier explica que a manutenção do peso (ou o emagrecimento) e uma vida fisicamente ativa são essenciais para reduzir o risco do diabetes. Além disso, como atestaram várias pesquisas científicas, há outros hábitos e determinados alimentos que podem ajudar nessa proteção. Veja abaixo quais são eles.

Vejamos o que se pode fazer para evitar:

1) Perca a barriga: Um dos principais fatores do diabetes tipo 2 é a concentração/ acúmulo de gordura cisceral, que é aquela que fica acumulada na região abdominal que também se concentra no fígado e entre os intestinos. “Essa gordura obriga o pâncreas a produzir cada vez mais insulina para que a glicose consiga entrar nas células. Esse excesso estimula uma série de mudanças no metabolismo, como aumento da pressão arterial e das taxas de colesterol no sangue”, explica Carlos Alberto Machado, diretor da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

2) Realize 30 minutos de atividade física diária: Uma série de estudos já relacionaram atividade física a doença, assim como outras que apontaram que o sedentarismo pode também afetar. Em 2002, um estudo clássico sobre diabetes, o Diabetes Prevention Program (DPP), mostrou que uma mudança no estilo de vida é melhor para evitar a doença do que medicamentos como a metformina, que reduz a resistência à insulina. Essa mudança no estilo de vida significa 150 minutos de atividade física por semana, uma melhora na alimentação e a perda de 7% do peso corporal em seis meses. “Embora a pesquisa tenha sido feita há dez anos, seus resultados foram comprovados pelos estudos que vieram depois”, diz Carlos Alberto Machado, diretor da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

3) Cuide do seu sono: Dormir mal, seja pouco ou de maneira inconstante, aumenta tanto o risco de obesidade quanto o de diabetes. Isso ocorre porque noites mal dormidas alteram o relógio biológico e retardam o ritmo metabólico. Essa redução pode significar um aumento de 4,5 quilos ao ano sem qualquer alteração da prática de atividade física ou dos hábitos alimentares. Com isso, há o risco do aumento de glicose e resistência à insulina no organismo, fatores que podem levar ao diabetes.

4) Controle seu nível de stress: Por diferentes motivos, o stress leva uma pessoa a desenvolver o diabetes tipo 2. Uma pesquisa realizada no Canadá, apontou em cerca de 7 mil mulheres que o stress do trabalho dobra o risco de desenvolver a doença. Além disso, o trabalho sugeriu que o diabetes se favorece por perturbações geradas nos sistemas neuroendocrinológico e imunológicos, que provocam maior produção de hormônios como o cortisol e a adrenalina.

5) Coma pouco e devagar, não faça jejum: Comer muito, principalmente alimentos gordurosos e calóricos, aumenta consideravalmente o acúmulo de gordura na região abdominal já citada, ou seja, torna-se um fator de risco importante para o desenvolvimento do diabetes tipo 2. No entanto, não é só a qualidade e a quantidade do que se come que interfere nas chances da doença aparecer. De acordo com uma pesquisa apresentada no Congresso Internacional de Endocrinologia, em maio deste ano, na Itália, a incidência do diabetes é maior em pessoas que comem muito rápido em comparação com quem come mais devagar. O risco, segundo esse estudo, pode chegar a ser 2,5 vezes maior. A frequência com que comemos também interfere nessa probabilidade: uma pesquisa apresentada durante a FeSBE (Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental) de 2011, mostrou que intercalar períodos de jejum e comilança pode causar diabetes, perda de massa muscular e aumentar a produção de radicais livres.

6) Sempre que puder, evite a gordura: A gordura abdominal favorece a resistência a insulina, quadro que está relacionado ao diabetes tipo 2. Portanto, alimentos gordurosos são fatores de risco para a doença, como provaram diversos estudos sobre o assunto. Pesquisadores concluiram, por exemplo, que o risco de desenvolver diatebes tipo 2 aumenta 51% se forem consumidos 50 gramas de carne vermelha processada por dia, e 19% se forem ingeridos 100 gramas diárias de carne vermelha não processada. No entanto, algumas mudanças nos hábitos alimentares podem evitar a doença. No mesmo estudo, esses especialistas mostraram que se uma pessoa que consome 100 gramas de carne vermelha todos os dias substitui o alimento por frutas secas para obter a mesma quantidade de proteínas, o risco diminui em 17%. Este número aumenta para 23% se forem consumidos cereais integrais.

7) Tenha preferência por alimentos integrais:  Alimentos integrais como pães e arroz, são alternativas para substituir alimentos que possuem farinha de trigo, como o pão francês. Esse tipo de alimento é conhecido por elevar rapidamente o nível de glicose no sangue, podendo favorecer o aparecimento do diabetes tipo 2. Açúcar branco, frutas em calda enlatadas e batatas também possuem alta carga glicêmica. "Quanto menor o índice glicêmico, melhor para o paciente evitar a doença. Alimentos ricos em fibra e integrais são ideais para isso", diz o médico Celso Cukier.

8) Sem exageros, mas coma frutas: Embora frutas estejam presentes em qualquer alimentação saudável e devam ser ingeridas todos os dias, há uma grande disparidade na quantidade de frutose, o açúcar das frutas e do mel, que elas contêm. "A fruta tem muito carboidrato e frutose, mas ela não pode ser eliminada da dieta. Por isso, pessoas predispostas ao diabetes tipo 2 devem evitar as mais adocicadas, como as uvas ou o caqui, ou então consumí-las de forma moderada", diz Roberto Betti, coordenador do Centro de Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

9) Queijo e Iorgurte, sem excesso: Duas fatias de queijo ou meio pote de iogurte (55 gramas) por dia podem reduzir o risco de diabetes tipo 2 em 12%. O restante dos laticínios, porém, não surtem o mesmo benefício, embora não aumentem o risco da doença. Essas foram as conclusões de um estudo holandês publicado em julho deste ano. Segundo os autores dessa pesquisa, como o queijo, além das gorduras saudáveis, também contenha gordura saturada, o excesso desse tipo de alimento não é recomendado. "Alguns estudos já mostraram que existe uma inteiração entre as células de gordura e o cálcio que ajuda a prevenir a obesidade. No entanto, é preciso tomar cuidado com os excessos", diz Celso Cukier, nutrólogo do Hospital Albert Eistein.

10) O café descafeinado: Por conta do efeito proporcionado pela cafeína, contudo, um estudo recém publicado mostrou que a bebida descafeinada, além de não provocar condições como pressão alta, pode proteger o organismo contra diabetes tipo 2. "Vários estudos mostraram que os antioxidantes presentes em bebidas como café e chá podem, de alguma forma, reduzir o risco do diabetes. O que falta sabermos é qual a quantidade e o tipo ideais da bebida que surtem tal efeito", afirma Celso Cukier, nutrólogo do Hospital Albert Einstein.

11) Beber? escolha o vinho tinto: Muitas pesquisas já comprovaram o benefício do vinho tinto para a saúde, claro, consumido de maneira moderada. Por conta disso, 1 taça de vinho por dia é considerado um aliado na diminuição do risco do diabetes. Porém, além do seu teor alcoólico, o vinho também pode ser muito calórico, portanto, seu consumo exageradamente não só reduz as chances do diabetes, como também eleva esse risco.

12) Amêndoas: Elas são armar muito poderosas contra o diabetes, principalmente entre pessoas que têm predisposição à doença — ou seja, com níveis de glicose no sangue acima do normal ou com histórico familiar da condição. Segundo a pesquisa, esses alimentos aumentam a sensibilidade à insulina e, consequentemente, reduzem os níveis de açúcar na corrente sanguínea.

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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Álcool em moderação contra o câncer renal


Segundo um estudo recentemente desenvolvido no centro médico da Universidade de Boston, nos EUA, o consumo moderado de álcool — especificamente de uma dose de álcool ao dia — pode diminuir os riscos de câncer nos rins em até 30%. Beber mais do que esta quantidade, não acrescenta nenhum benefício em relação a esse tipo de doença. A pesquisa foi publicada em uma edição do periódico British Journal of Cancer.Os pesquisadores chegaram a essa conclusão após uma análise de 24 outros estudos sobre o mesmo assunto. Com base nesses resultados, quando foram comparados a indivíduos abstêmios, aqueles que bebem moderadamente podem ter um risco de 25% a 30% menor de apresentar câncer renal. Esse efeito, afirmam os autores, vale tanto para todos os tipos de bebida alcoólica e é semelhante para ambos os sexos.

Álcool e saúde: A relação entre consumo de álcool e doenças cardiovasculares em seres humanos pode ser representada por uma 'curva em J', segundo análise estatística: quem bebe pequenas quantidades de álcool por dia costuma ter riscos menores de ter um infarto do coração ou um derrame cerebral do que abstêmios; mas quem bebe muito aumenta as chances de ter esses problemas. O 'J' representa essa curva graficamente. A perna menor da letra representa o risco dos abstêmios. Sua queda na curva da letra representa o risco dos bebedores moderados, e sua ascensão acentuada na perna grande da letra o risco dos que bebem muito.

Apesar de a bebida alcoólica, com moderação, proporcionar benefícios para a saúde, ela não é indicada para todos. Existem pessoas que não devem ingerir quantidade alguma de álcool, já que os prejuízos são muito maiores do que as vantagens. Sinal vermelho para quem tem os seguintes problemas:Doença hepática alcoólica: é a inflamação no fígado causada pelo uso crônico do álcool. Principal metabolizador do álcool no organismo, o fígado é lesionado com a ingestão de bebidas alcoólicas.

Cirrose hepática:
o álcool destrói as células do fígado e é o responsável por causar cirrose, quadro de destruição avançada do órgão. Pessoas com esse problema já têm o fígado prejudicado e a ingestão só induziria a piora dele.

Triglicérides aumentado:
o triglicérides é uma gordura tão prejudicial quanto o colesterol, já que forma placas que entopem as artérias, podendo causar infarto e derrame cerebral. O álcool aumenta essa taxa. Portanto, quem já tiver a condição deve manter-se longe das bebidas alcoólicas.

Pancreatite: a doença é um processo inflamatório do pâncreas, que é o órgão responsável por produzir insulina e também enzimas necessárias para a digestão. O consumo exagerado de álcool é uma das causas dessa doença, e sua ingestão pode provocar muita dor, danificar o processo de digestão e os níveis de insulina, principal problema do diabetes.

Úlcera: é uma ferida no estômago. Portanto, qualquer irritante gástrico, como o álcool, irá piorar o problema e aumentar a dor.

Insuficiência cardíaca: por ser tóxico, o álcool piora a atividade do músculo cardíaco. Quem já sofre desse problema deve evitar bebidas alcoólicas para que a atividade de circulação do sangue não piore.

Arritmia cardíaca: de modo geral, ele afeta o ritmo dos batimentos cardíacos. A bebida alcoólica induz e piora a arritmia.

Há também aqueles que devem ter muito cuidado ao beber, mesmo que pouco.Tudo depende do grau da doença, do tipo de remédio e do organismo de cada um:


Problemas psiquiátricos: o álcool muda o comportamento das pessoas e pode alterar o efeito da medicação. É arriscada, portanto, a ingestão de bebida alcoólica por aqueles que já têm esse tipo de problema.

Gastrite: é uma fase anterior à úlcera e quem sofre desse problema deve tomar cuidado com a quantidade de bebida alcoólica ingerida. Como pode ser curada e controlada, é permitido o consumo álcool moderado, mas sempre com autorização de um médico.

Diabetes:
Todos os diabéticos devem ficar atentos ao consumo de álcool. A quantidade permitida dessa ingestão depende do grau do problema, dos remédios e do organismo da pessoa. Recomenda-se, se for beber, optar por fazê-lo antes ou durante as refeições para evitar a hipoglicemia.

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Relação entre cabelo ruivo e câncer de pele


Um pigmento, que é responsável pela cor do cabelo em pessoas ruivas pode de certa forma contribuir para a formação de um melanoma, um tipo agressivo de câncer de pele, é o que sugeriu um estudo que foi recentemente publicado por cientistas alemães e americanos na revista "Nature".

A pele branca desses indivíduos já precisa por natureza de uma proteção maior contra os raios ultravioleta do sol. Mas, em testes realizados com camundongos ruivos, os autores – liderados por David Fisher, do Hospital Geral de Massachusetts, nos EUA – perceberam que animais muito claros e com sardas não precisam se expor à radiação para ter câncer.

Isso porque os animais tem uma dificuldade natural de produzir um pigmento de cor castanha ou preta, que é chamado de eumelanina, que contribui no bloqueio dos efeitos prejudiciais da radiação e eventuais lesões ao DNA das células.

Entretanto, as cobaias produziam outro tipo de pigmento chamado de feomelanina, de cor amarela ou vermelha. Como essa maior predisposição ao melanoma não foi vista em camundongos albinos, os pesquisadores atribuem a alta incidência de câncer de pele em animais ruivos à feomelanina, que causaria oxidação e danos às células.

Além do Hospital Geral de Massachusetts, participaram do estudo o centro de câncer e vacinas Instituto Wistar, na Filadélfia, e as universidades Yale, da Califórnia, de Kentucky e de Ulm, na Alemanha.

O melanoma é um tipo maligno de tumor que atinge a camada mais superficial da pele – a epiderme – e responde por 5% do total de casos de câncer de pele. Acomete as células chamadas melanócitos, que produzem a melanina, pigmento que dá cor à pele e se divide em eumelanina e  feomelanina.

O melanoma é uma doença considerada altamente perigosa, porque tem alto risco de sofrer metástase, ou seja, espalhar-se rapidamente para outros órgãos do corpo.


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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Dia Mundial do Diabetes é comemorado hoje


Tudo Azul: O Dia Mundial do Diabetes é comemorado no dia de hoje. Nesta quarta-feira, uma série de monumentos em todo o Brasil, como o Cristo Redentor e o Obelisco do Ibirapuera, e de muitos outros países serão todos iluminados de azul, para marcar o Dia Mundial do Diabetes e ao mesmo tempo chamar a atenção de toda a população sobre a necessidade  de prevenção.

A cor escolhida representa o céu unindo todos os países e a bandeira das Nações Unidas. E a data, escolhida por ser aniversário de Frederick Banting - um dos descobridores da insulina, tem como logo um círculo azul que representa vida e saúde.

A iniciativa começou em 1991 pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e pela IDF (Federação Internacional de Diabetes) como resposta ao aumento dos casos da doença no mundo. Em 2007, a ONU (Organização das Nações Unidas) abraçou a causa e incluiu oficialmente essa data no seu calendário.

Esse ano, o tema mundial da campanha é "Educação e Prevenção em Diabetes" que, como o próprio nome sugere, reforça a necessidade de educação sobre a doença e incentiva o aumento de programas de prevenção. Para o endocrinologista Dr. Balduíno Tschiedel, presidente da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), só assim será possível combater essa epidemia global.


— O diabetes é uma doença crônica que cresce de forma desenfreada no mundo, especialmente por causa do aumento da obesidade e do sedentarismo. No entanto, é totalmente possível preveni-lo. Acredito que só com educação é que conseguiremos conscientizar a população da importância de adotar hábitos de vida saudáveis.

Os dados são alarmantes: três pessoas são diagnosticadas com diabetes a cada dez segundos, de acordo com dados da IDF. Os últimos números divulgados pela instituição em 2011 revelam que 366 milhões de pessoas da população adulta mundial vivem com a doença e esse número deve aumentar para 552 milhões de pessoas até 2030.

— Um dos grandes desafios das entidades médicas é conter o avanço da doença e, nos casos já diagnosticados, estimular a adesão ao tratamento para retardar o aparecimento das complicações, como infarto, cegueira e até amputações. Mas, apesar das barreiras, estou confiante de que venceremos essa batalha.


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terça-feira, 13 de novembro de 2012

75% de casos de câncer até 2030


O número de casos de câncer em todo o mundo deverá aumentar cerca de 75% até o ano de 2030, aumento que é provocado principalmente pela adoção de certos estilos de vida insalúbres e "ocidentalizados" em países pobres, segundo um estudo que foi recentemente divulgado pela Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer (AIPC).

Segundo os especialistas, a melhora na qualidade de vida dos países considerados pobres nas próximas décadas terá como contrapartida um aumento nos seus casos de câncer que serão associados a fatores como alimentação, sedentarismo e outros hábitos considerados nocivos. Os tumores de maior aumento devem ser os ligados a mama, próstata e colorretal.

"O câncer já é a principal causa de mortes em muitos países de alta renda e deve se tornar uma grande causa de morbidade (doença) e mortalidade nas próximas décadas em todas as regiões do mundo", disse Freddie Bray, da seção de informação sobre o câncer da AIPC.

Esse foi o primeiro estudo que examinou como as taxas atuais e as futuras do câncer podem variar entre países considerados ricos e pobres, conforme as medições definidas pelo Índice de Desenvolvimento Humano das Organizações das Nações Unidas.

Foi descoberto também que os países mais subdesenvolvidos, principalmente da África Subsaariana, tem mais casos ligados ao câncer por conta de infecções, especialmente o câncer de colo do útero, mas também de fígado, estômago e sarcoma de Kaposi. Já países mais ricos, como Grã-Bretanha, Austrália, Rússia e Brasil, têm seus casos mais associados ao tabagismo, como o câncer de pulmão, á obesidade e á má alimentação.

Foi comentado também que a melhoria da qualidade de vida nos países que são considerados menos desenvolvidos provavelmente levará a uma redução nos cânceres relacionados a infecção, mas que provavelmente haverá um crescimento nos tipos hoje associados a nações mais ricas.

Eles previram que países de renda média, como China, Índia e África do Sul, podem ter um aumento de 78% nos casos de câncer até 2030.

Nos países menos desenvolvidos, o aumento no número de casos pode chegar a 93%, mostrou o estudo publicado no jornal "Lancet Oncology".

O estudo usou dados da Globocan, um banco de dados compilado pela AIPC com estimativas sobre a incidência e mortalidade decorrente do câncer em 2008 em 184 países.

Os pesquisadores definiram como os padrões dos tipos de câncer mais comuns variam segundo quatro níveis de desenvolvimento humano, e então usaram essas conclusões para projetar como o câncer deve afetar cada tipo de país nos próximos 18 anos. Os sete tipos de câncer mais comuns no mundo são: pulmão, mama, colorretal, estômago, próstata, fígado e colo do útero.


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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Alimentos com aditivos podem causar câncer


Pesquisas médicas realizadas recentemente mostraram que o consumo em excesso de aditivos - produtos químicos que muitos alimentos industrializados recebem - podem ser os responsáveis por doenças que vão de alergia a câncer.

Acompanhe a explicação da nutricionista Ana Célia Delosso, que aponta os principais vilões dos supermercados.

Ela explica que linguiças, carne seca, salame e embutidos são alguns dos alimentos que mais levam aditivos na fabricação. Esses produtos são adicionados aos alimentos para  garantir o sabor, melhorar a aparência e aumentar a durabilidade da comida. Os alimentos que mais chamam a atenção das crianças, com corantes e aromatizantes, também são perigosos para a saúde.

Segundo a própria nutricionista, nem os alimentos que são utilizados na culinária japonesa escapam dos aditivos. O molho de soja, por exemplo, tem glutamato - aditivo que faz mal à saúde. Segundo pesquisas, o consumo em excesso está diretamente relacionado ao aumento de peso. Outro grupo de aditivos que também deve ser consumido em pouca quantidade são os espessantes e emulsificantes, responsáveis pela consistência dos alimentos.

Contudo, a nutricionista Ana Célia afirma que nem todos os aditivos fazem mal à saúde. Os antioxidantes, por exemplo, contribuem no valor nutricional. Eles são comumente utilizados em margarinas e no arroz de aveia. Existem também os educorantes, que são os adoçantes artificiais presentes em produtos diet - opção mais saudável para quem tem diabetes.

Evitar todos os alimentos que contêm aditivos é difícil, mas a nutricionista dá a dica: é necessário realizar uma reeducação alimentar. A melhor opção é estar sempre atento ao rótulo e inserir mais produtos naturais à dieta. No site da Associação de Consumidores Proteste, é possível conferir uma lista com os principais aditivos que devem ser evitados.

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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Obesidade X Câncer de mama


Segundo uma série de pesquisadores britânicos, o tratamento contra o câncer de mama pode ser menos eficaz em mulheres obesas do que naquelas em que mantém o seu peso normalizado. Segundo os especialiastas, essas pacientes apresentam altos níveis de estrogênio mesmo após a terapia com drogas que suprimem esses hormônios — uma das principais abordagens de combate à doença. Essas conclusões fazem parte de uma série de estudos que foram recentemente publicados no periódico Journal of Clinical Ongoloy, da Sociedade Americana de Oncologia.

Isso não quer dizer que as mulheres que apresentam obesidade não tenham reduzidos os níveis de estrogênio com esse tratamento contra o câncer. De acordo com essa pesquisa, a quantidade de hormônios é reduzida de maneira significativa nessas pacientes, mas, em média, ela representa quase o triplo dos níveis encontrados em mulheres com peso normal ao longo do tratamento.

Nessa pesquisa, uma equipe do Instituto de Pesquisa em Câncer de Londres, na Inglaterra, examinou o efeito de dois medicamentos de bloqueiam os estrogênios no organismo de mulheres com câncer de mama. Para isso, os especialistas aplicaram os dois tratamentos — um de cada vez — em 54 mulheres que já haviam passado pela menopausa e que apresentavam a doença.

De acordo com os autores do estudo, porém, as mulheres obesas não devem se preocupar com os resultados. No entanto, a pesquisa ressalta a importância de o médico escolher o tratamento mais adequado para cada paciente levando em consideração diversos fatores, inclusive o índice de massa corporal (CALCULE SEU IMC). “Esses medicamentos estudados vêm ganhando um papel cada vez mais importante no combate ao câncer de mama. Por isso, é muito importante entender quais fatores afetam, e de que maneira o fazem, a ação dessas drogas”, diz Alan Ashworth, chefe executivo do Instituto de Pesquisa em Câncer.

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